terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

CABO DA PM ASSASSINADO.

Confira a reportagem exibida pela TV Atalaia no Jornal do Estado 1ª edição, acerca do assassinato do Cabo Aécio da Polícia Militar do Estado de Sergipe, quando o mesmo estava em um ponto de ônibus na Avenida Euclides Figueiredo, quando esperava um colega militar para juntos se deslocarem ao interior do Estado, onde iriam trabalhar na escala extra do carnaval.

Clique no link abaixo e assista a reportagem:

PM É EXECUTADO EM PONTO DE ÔNIBUS NO SANTOS DUMONT.

A polícia investiga a possibilidade de troca de tiros entre o suspeito e o policial

O cabo da Polícia Militar, José Aécio Feitosa Andrade, 41 anos, foi morto com um tiro no peito no início da noite desta segunda-feira (20) em um ponto de ônibus localizado na avenida Euclides Figueiredo, bairro Santos Dumont. O policial estava fardado e esperava o carro da polícia para ir trabalhar na segurança do carnaval da Caueira, em Estância.

A polícia trabalha com a hipótese de que o PM trocou tiros com um homem, ainda sem identificação. Aécio morreu com a arma na mão e o homem que provavelmente atirou nele também foi alvejado e morreu na ambulância do Samu, o corpo foi encaminhado ao necrotério do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse). Tudo indica que não foi um assalto, mas uma emboscada.

De acordo com o capitão do Grupamento Especial Tático em Motos (GETAM), Jorge Cirilo, o suspeito estava com uma pistola .40 pertencente a corporação. A possibilidade de uma segunda pessoa ter participado do crime não foi confirmada pela polícia, que ainda analisa o caso com cuidado.

Fonte: Atalaia Agora

POLICIAL MILITAR É ASSASSINADO EM PONTO DE ÔNIBUS.

Um dos assassinos foi morto pelo Getam

O cabo da Polícia Militar José Aécio Andrade foi assassinado a tiros na noite desta segunda-feira (20), quando estava em um ponto de ônibus da avenida Euclides Figueiredo, próximo a uma loja de auto peças, nas redondezas de sua residência, no bairro Santos Dumont.

José Aécio estava fardado e indo trabalhar na segurança do carnaval do município de Itaporanga D'Ajuda e aguardava o ônibus para fazer seu deslocamento até a cidade, quando dois homens em uma motocicleta surgiram e executaram o militar, que não teve condições de reagir. Os assassinos dispararam vários tiros contra ele e fugiram.

Populares tentaram socorrer o militar, que não resisitiu aos ferimentos e morreu ainda antes de receber socorro do SAMU. A polícia fez buscas ao saber do crime e chegou a se deparar com os assassinos. Houve troca de tiros entre policiais do Grupamento Especial Tático de Motos (Getam) e os marginais. Um deles, o garupa da moto, foi atingido e morreu. O outro conseguiu escapar.

Fonte: F% News (Márcio Rocha)

CABO DA PM É ASSASSINADO.

O crime aconteceu por volta das 20 horas, em um potno de ônibus na Avenida Euclides Figueiredo, no bairro Santos Dumont, quando esperava por um colega para o trabalho.

O cabo da Polícia Militar, José Aécio Feitosa Andrade, de 41 anos, foi assassinado na noite desta segunda-feira (20). O crime aconteceu por volta das 20 horas, em um potno de ônibus na Avenida Euclides Figueiredo, no bairro Santos Dumont, quando esperava por um colega para o trabalho.

Ele estava para trabalhar na segurança do carnaval da Praia da Caueira, em Itaporanga D’Ajuda (SE). José Aécio estava fardado e foi surpreendido por dois elementos armados que se aproximaram e sem nenhum motivo aparente, efetuaram os disparos. Um dos tiros acertou o peito do PM.

A polícia trabalha com a hipótese do cabo ter reagido a ação dos criminosos, uma vez que ele morreu com a arma na mão.

Sem identificação, o corpo foi levado para o Instituto Médico Legal Dr. Augusto Leite, em Aracaju. O segundo envolvido no crime conseguiu escapar do cerco policial por um matagal existente na localidade, de acordo com informações passadas pela polícia. O cabo Aécio que era lotado na Companhia Fazendária e residia na região onde aconteceu o assassinato.

Fonte: Jornal da Cidade

AMESE AVISA AOS COMPANHEIROS MILITARES O LOCAL DO VELÓRIO E SEPULTAMENTO DO CABO AÉCIO.

A AMESE avisa a todos os companheiros militares que desejarem dar o último adeus ao Cabo José Aécio Andrade, que foi vítima ontem de homicídio perpetrado por dois marginais na Avenida Euclides Figueiredo, que o velório está ocorrendo no velatório OSAF, situado na Rua Itaporang, nº 436, Centro, de onde sairá às 16 horas para o Cemitério São João Batista onde o corpo será sepultado.

A AMESE lamenta a morte de mais um militar que é vítima da violência crescente em nosso Estado e roga ao Bom Deus que dê o devido conforto a todos os familiares e amigos por tamanha perda, e que receba a alma do Cabo Aécio no Paraíso Celestial.

Desde já os familiares e amigos do companheiro falecido agradecem a todos que comparecerem a esta última despedida.

CORPO DE SUSPEITO DE ATIRAR EM PM PERMANECE NO IML.

O homem foi encaminhado para o Huse, mas faleceu horas após

As circunstâncias da morte do cabo da Polícia Militar que foi brutalmente assassinado na noite da última segunda-feira, 20, serão investigadas pelo Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP). O fato já noticiado pelo Portal Infonet deixou a PM de luto. O cabo José Aécio Andrade, de 44 anos, estava fardado no ponto de ônibus quando foi surpreendido por dois bandidos armados que tentaram levar a arma do militar.

Um dos suspeitos de ter efetuado os disparos que matou o policial também foi ferido e encaminhado ao Hospital de Urgência e Emergência de Sergipe (Huse) onde poucas horas após atendimento também faleceu. O corpo do suspeito permanece no Instituto Médico Legal (IML) sem identificação. Até o momento a informação do IML é que nenhum parente procurou o instituto para reclamar a liberação do corpo.

O corpo do militar está sendo velado na rua Itaporanga, 436, Centro. O sepultamento está previsto para às 16h no Cemitério São João Batista.

Crime

O militar que mora na mesma região onde foi assassinado estava no ponto de ônibus onde aguardava a carona de um colega de farda para trabalhar no reforço do policiamento da Caueira, municipio de Itaporanga D´Ajuda.

Até o momento a polícia não sabe se o PM estava sendo seguido ou mesmo se os bandidos sabiam quem era o policial. Este era considerado uma pessoa calma pelos colegas e bastante conhecida na região onde residia.

Apesar de realizar diligências durante toda a madrugada, a polícia não conseguiu prender o segundo suspeito de ter participado do homicídio.

Fonte: Infonet (Kátia Susanna)

PM FARDADO É ASSASSINADO NO BAIRRO SANTOS DUMONT.

A informação é que dois homens tentaram assaltar o militar

Dezenas de militares estiveram na cena do crime (Fotos: Portal Infonet)

Na noite desta segunda-feira, 20, um policial militar foi assassinado na avenida Euclides Figueiredo, bairro Santos Dumont. A tragédia levou centenas de populares até a cena do crime que concentrou dezenas de militares que estavam visivelmente nervosos.

A informação de um colega de farda é que o cabo Aécio, de 41 anos, era morador da região e estava em um ponto de ônibus quando foi surpreendido por dois bandidos que tentaram levar a arma do policial.

De acordo com a polícia, os bandidos estavam armados e houve troca de tiros. O militar morreu no local e um dos suspeitos também foi alvejado. Ele foi encaminhado ao Hospital de Urgência e Emergência de Sergipe (Huse). O outro bandido conseguiu escapar por um matagal, localizado entre o Santos Dumont e o Bugio.

Policiais realizam buscas na tentativa de prender um dos bandidos que atirou contra o militar

O crime chamou a atenção pelo ousadia dos bandidos ao abordar o militar que estava fardado. Ainda de acordo com a polícia, o cabo trabalhava no posto comunitário do D.Pedro I e estava deslocando-se até o local de serviço na Caueira, no município de Itaporanga D´Ajuda.

Neste momento a polícia realizou buscas na tentativa de prender o segundo bandido. O corpo do militar foi recolhido para o Instituto Médico Legal (IML).

Fonte: Infonet (Kátia Susanna)

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

CABO DA POLICIA MILITAR É ASSASSINADO EM PONTO DE ÔNIBUS NA EUCLIDES FIGUEIREDO.

A falta de segurança e o numero reduzidos de policiais na rua, tem deixado os marginais com mais disposição para suas ações. Em Sergipe, o número de assassinatos na capital e no interior do estado tem crescido assustadoramente.

O cabo da policia militar, José Aécio Andrade, foi morto a tiros por volta das 20 horas deste domingo, próximo a Auto Peças Xavier.

O cabo Aécio que era lotado na Companhia Fazendária, e estava escalado para trabalhar na segurança do carnaval na escala extra, no interior do estado, foi surpreendido por dois elementos, próximo a um ponto de ônibus na avenida Euclides Figueiredo, onde aguardava um colega para se deslocar ate a cidade onde iriam fazer a sgurança.

As informações são de que Aécio foi surpreendido por dois elementos fortemente armados que se aproximaram e sem dizer nada, efetuaram diversos disparos, matando-o no local.

Várias viaturas da PM estão na região em busca de informações e tentando localizar os assassinos.

Neste momento (20:45h), a informação é de que o GETAM conseguiu localizar um dos elementos que acabou trocando tiros com os policiais, tendo sido alvejado, socorrido e encaminhado ao HUSE, porem nao resistiu aos ferimentos e morreu.

Fonte: Faxaju (Munir Darrage)

CABO DA POLÍCIA MILITAR É MORTO NA EUCLIDES FIGUEIREDO QUANDO IA PARA O TRABALHO NA ESCALA EXTRA DO CARNAVAL.

Lamentavelmente a família militar não tem uma boa notícia na noite de hoje, 20, pois mais um companheiro policial militar perdeu sua vida.

O Cabo José Aécio Andrade estava em um ponto de ônibus na Avenida Euclides Figueiredo, próximo a auto peças Xavier, esperando  um sargento para juntos se deslocarem para o interior do Estado, onde estava relacionado na escala extra para o carnaval, quando foi surpreendido por dois marginais que atiraram contra o militar que faleceu no local.

Diversas guarnições policiais estão fazendo rodas na localidade com o objetivo de tentar prender os marginais.

Policiais do GETAM conseguiram agora a pouco localizar um dos criminosos, que ao receber voz de prisão atirou contra os policiais, que revidaram aos tiros e atingiram o marginal que foi socorrido para um hospital, porém segundo informações obtidas, não este não resistiu aos ferimentos, vindo a óbito.

A polícia continua nas buscas para tentar prender o outro assassino do Cb. Aécio.

Amanhã este blog trará notícias mais detalhadas acerca deste homicídio de mais um companheiro de farda.

CORPO DE BOMBEIROS ATENDE A UMA MÉDIA DE 13 CRIANÇAS PERDIDAS POR DIA.

Pais e responsáveis devem ficar atentos as dicas de segurança

Durante a folia é comum a ingestão de bebidas alcoólicas por parte de pais e responsáveis que se deslocam com crianças para as praias sergipanas, mas essa mistura tem provocado uma triste estatística de crianças perdidas. Segundo o diretor operacional do Corpo de Bombeiros que coordena todas as atividades durante o Carnaval, coronel Reginaldo Dória, por dia uma média de 13 crianças desaparecem da vista dos pais.

“Geralmente os pais bebem e por descuido terminam perdendo os filhos de vista. O importante é pensar na prevenção nunca deixar crianças sozinhas e tão logo percebam a ausência da criança procurar de imediato o Corpo de Bombeiros. O que geralmente acontece é que as crianças são encontradas pelos bombeiros que colocam dentro da viatura e começam a procurar os pais”, alerta.

Para a ‘Tia Maria’, como é carinhosamente chamada Maria da Conceição o lazer das crianças é garantido com bastante segurança. “Viemos a praia com dez adultos e trinta crianças. É importante ficar de olho em todo mundo para que nada aconteça, para isso fazemos o revezamento, enquanto um vai para a água o outro fica olhando parte das crianças que ficam brincando na areia”, diz.

Segurança

O coronel também enfatiza que é preciso tomar cuido na hora do mergulho e ressalta que o Corpo de Bombeiros montou um esquema com 125 homens para garantir a segurança dos banhistas nas praias do Estado.

“Esse ano notamos que o número de ocorrência é bem menor que no ano passado e esperamos continuar tudo em paz e com tranquilidade até o final do carnaval. Nós colocamos equipes em Neópolis, no povoado Saúde, Pirambu, na praia do Abaís e Caueira, em Lagarto e na barragem de Campo do Brito. Esses são os locais com maior fluxo de pessoas, só para ter uma idéia no povoado Saúde que fica em Santana do São Francisco ontem [19] tinham mais de 78 ônibus de turismo”, ressalta o coronel que destinou embarcações, Jet skis e viaturas para atender as ocorrências também no litoral da Grande Aracaju.

Fonte: Infonet (Kátia Susanna)

MERCADO COM MUITOS TURISTAS E POUCA SEGURANÇA.

Alguns turistas já sabiam que no local acontecem roubos

Muitos turistas compareceram ao mercado Thales Ferraz, no centro da cidade, na manhã desta segunda-feira, 20. Lá, os visitantes puderam procurar lembrancinhas, artigos típicos e também fazer uma refeição tradicional. A única reclamação daqueles que estiveram no local foi a falta de policiamento.

As amigas Belíria de Andrade e Josefa Silva, de Salvador, comentaram que não viram um policial no mercado e que antes de chegarem ao local alguns conhecidos alertaram sobre a segurança do mesmo. “Uns amigos que moram em Aracaju já haviam comentado que o mercado é um local que acontecem roubos e que devíamos ficar atentas. Eu achei impressionante não ter um policial apesar do número de turistas”, diz Belíria.

A técnica em enfermagem Maria das Dores Santos disse que teve seu celular furtado da bolsa na Orla de Atalaia no domingo e relatou que não foi a primeira vez que foi roubada em Aracaju. “Venho sempre a Aracaju e como já tive o relógio roubado de outra vez e desta vez fui furtada, posso dizer que o que temos aqui é a falsa sensação de segurança. Aqui no mercado estou tendo mais cuidado do que em outros locais, por que como o mercado em Salvador já tem a fama de roubos, já que o número de turistas é grande”, diz Maria das Dores.

A delegada de polícia, também turista da Bahia, Roberta Albano, confirmou que não encontrou um policial no local, mas disse que se sentia segura. “Eu achei o mercado muito bonito e não me sinto insegura”, acrescenta.

A equipe de jornalismo do Portal Infonet fez questão de dar uma volta no Mercado Thales Ferraz e não encontrou um policial. Ao fazer contato com o policiamento responsável por aquela área foi informado que uma viatura estava sendo enviada para o local.

“O que pode ter ocorrido foi que alguns policiais foram deslocados para fazer a segurança no Bloco Rasgadinho que sairá agora a tarde. Mas já comunicamos ao supervisor e pedimos que seja mantido uma viatura nos Mercados enquanto o mesmo estiver aberto para dar segurança aos turistas, clientes e atender a reclamação dos comerciantes”, diz coronel Adolfo, do 8º Batalhão de Polícia Comunitária.

Fonte: Infonet

Nota do blog:  Só esperamos que os policiais militares não sejam culpados pelo baixo efetivo da corporação, que há muito tempo necessita da realização de um concurso público.

TEXTO DE UM TENENTE CORONEL PM.

Não é necessário repetir que nas últimas eleições um dos temas mais discutidos, se não o mais, foi segurança pública. Pesquisa realizada pela CNI/IBOPE no segundo semestre de 2011 concluiu que uma das maiores preocupações dos brasileiros é com a segurança. Mas isso todos sabemos.

A greve da Polícia Militar da Bahia, que assustou o Brasil e parte do mundo interessada em brincar seu carnaval, chamou mais uma vez a atenção para as condições de trabalho a que são submetidos os profissionais desta área no país. Segundo o professor José Vicente Tavares dos Santos, da UFRS,(http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,mais-uma-para-ficar-na-historia,834526,0.htm), o Brasil perdeu a chance de discutir suas polícias na Constituinte de 1988 e agora paga o preço de uma crise organizacional do sistema de segurança pública, e acrescenta que há enorme dificuldade do poder público e da imprensa de reconhecer a legitimidade dessas mobilizações como luta social de uma categoria por melhores condições de vida, mostrando (estas greves) que estes profissionais estão se sentindo desrespeitadas nos seus direitos de cidadãos e trabalhadores.

Que o país precisa urgentemente discutir um novo modelo de segurança pública, um novo modelo de polícia, não é apenas opinião dos profissionais de segurança pública, como também dos acadêmicos que se dedicam ao tema, a exemplo do próprio Professor José Vicente (RS), e dos Professores Marcos Rolim (RS), Paulo Neves (SE), Luiz Eduardo Soares (RJ), Cláudio Beato (MG) entre tantos outros. Mas como dependemos, e isso é natural num estado democrático de direito, dos políticos, que fazem tanto o legislativo como o executivo, para concretizar tais mudanças, vamos nos concentrar nestes últimos para apresentar algumas idéias.

É sabido que “a corrupção espalhou-se pelo país a partir do péssimo exemplo emanado das altas esferas de nossa vida pública, introduzindo seus tentáculos também no interior dos aparelhos de segurança, implantando um cenário de caos e descontrole.”

Diante das “graves deficiências das corporações policiais” populações inteiras ainda vivem sob o manto “da insegurança e do medo” impostos pelos traficantes e pela banalização da violência.

“É urgente – inadiável – dar um vigoroso basta a tal situação!!”

Precisamos “devolver aos cidadãos de nosso país o sagrado direito democrático à segurança pessoal, familiar e comunitária”

“As propostas a seguir não possuem coloração partidária, nem credo ideológico”, tem a intenção de “convocar uma amplíssima unidade nacional para enfrentar um inimigo comum: a violência.”

“O atual modelo dualizado de polícia, como instituições policiais de ciclo incompleto, está esgotado.”

Uma mudança no sistema de segurança pública, mormente nas polícias, “dependem, fundamentalmente, da vontade política dos governantes”. As mudanças mais profundas, que demarcarão o “fim do modelo de polícia criado nos períodos autoritários, exigem o estabelecimento de um novo marco legal para o setor de segurança”. As polícias estaduais de “ciclo completo, produtos do novo marco constitucional, tem como base o Sistema Único de Segurança Pública”.

É fundamental que “o novo modelo seja subordinado ao poder civil”, com polícia de ciclo completo, com as seguintes mudanças: (1) extinção dos tribunais e auditorias militares estaduais; (2) Lei Orgânica Única para as polícias estaduais; (3) desvinculação entre as polícias militares – enquanto reserva – e o Exército; (4) investigação preliminar sem indiciamento; (5) ESTABELECIMENTO DE VENCIMENTO BÁSICO NACIONAL PARA AS POLÍCIAS; (6) órgãos periciais autônimos e (7) Ouvidorias de Polícia autônomas e independentes.

Estas idéias foram apresentadas pelo candidato a Presidente da República Luiz Inácio LULA da Silva, através do Instituto Cidadania, em seu Projeto de Segurança Pública para o Brasil, em 27 de fevereiro de 2002, e as vésperas de completar 10 anos, continuam bastante atuais.

Antes de ser acusado de plágio, as frases entre aspas são do próprio LULA, escritas na apresentação do referido Projeto.

Nos dois governos de LULA, o investimento em segurança, através do PRONASCI, mudou para melhor a realidade das polícias nos aspectos tecnológicos e bélicos, todavia não obteve êxito na redução dos índices de homicídios, nem foi capaz de atender aos anseios dos policiais no que concerne às condições de trabalho (incluindo aí, salários). Essa é a prova que implementação de políticas públicas deve andar de mãos dadas com valorização profissional, aliando as duas, a gestão de excelência.

Findo a era LULA, as discussões sobre as necessidades de mudanças das estruturas das forças policiais não foram sequer iniciadas.

Fomos buscar nas palavras de um dos maiores líderes de nosso país, a necessidade da mudança do sistema atual de segurança pública, porque esta crise não é “privilégio” dos governos do Rio e da Bahia, mas de todos os governos, de todas as esferas de poder.

Não acreditamos que com o fim da greve da Bahia e com a prisão dos líderes de associações do Rio, a crise tenha acabado. O máximo que conseguirão é adormecer esta luta social, e não por muito tempo.

Há estados, como Sergipe, que avançaram em relação às remunerações dos profissionais de segurança pública, principalmente em relação à Polícia Civil, ficando algumas questões pontuais nesta seara a serem resolvidas, todavia há que se reconhecer limites em relação à gestão, que dificultam implementações de políticas de segurança.

Não precisam nos dizer o que fazer para melhorar a segurança pública (onde nasce o sol), sabemos (governo, profissionais e sociedade) a resposta.

Texto escrito por: Henrique Alves da Rocha – Tenente Coronel PM

BOMBEIROS ALERTAM BANHISTAS NAS PRAIAS DE ARACAJU.

Pais devem orientar e identificar crianças.
Consumo de álcool também é motivo de preocupação.

Nos quase 30 Km de extensão das praias de Aracaju, 20 guarda-vidas trabalham durante o período de Carnaval fazendo a segurança dos banhistas. E embora o efetivo seja o dobro do ano anterior, o alerta para o comportamento dos banhistas continua sendo fundamental. “Pedimos aos pais que identifiquem suas crianças com pulseira ou colar que tenham seus dados, mostrem onde elas devem ficar e as ensinem pontos de referencias. E caso elas venham a se perder procurem o Corpo de Bombeiros através dos guarda-vidas, que estão distribuídos pelas praias”, destacou o tenente, do Corpo de Bombeiros, Marcio Caldas.

Um outro fator que é motivo de preocupação por parte dos Bombeiros é a ingestão de bebida alcóolica. ”Quando uma pessoa bebe fica induzida a fazer algo mais perigoso, e ela não vai ter noção do que está fazendo. Além disso, vai estar com a coordenação motora debilitada podendo vir a se afogar, mesmo que ela saiba nadar”, finaliza.

Fonte: G1 Sergipe

domingo, 19 de fevereiro de 2012

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO CONCEDE HABEAS CORPUS A 12 BOMBEIROS.

Os outros 10 ainda aguardam o alvará de soltura, segundo o TJ. As prisões dos militares foram efetuadas por causa da greve deflagrada no dia 9 de fevereiro

Dois bombeiros que estavam detidos no Grupamento Especial Prisional (GEP) da corporação, em São Cristóvão, na zona norte do Rio de Janeiro, foram soltos nesta manhã, segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio.

O desembargador Adolpho Andrade, do plantão judiciário, concedeu habeas corpus aos dois bombeiros que participaram do movimento grevista. Outros 10 bombeiros também foram beneficiados com o habeas corpus e aguardam o alvará de soltura, segundo o TJ.

Na última quinta-feira, a Justiça já havia autorizado a transferência para as respectivas unidades prisionais da corporação de 12 bombeiros e 10 policiais militares que foram indiciados por conclamar e incitar o movimento grevista e que estavam presos em Bangu 1.

As prisões dos militares foram efetuadas por causa da greve de policiais e bombeiros, deflagrada no dia 9 de fevereiro e encerrada no último dia 13.

Fonte: Veja (com Agência Estado)

sábado, 18 de fevereiro de 2012

A AMESE DESEJA UM BOM CARNAVAL A TODOS OS COMPANHEIROS E LEMBRA: SE BEBER, NÃO DIRIJA. PRESERVE A SUA VIDA E A DOS OUTROS.


Fonte:  Dil Marcio

COLETE BALÍSTICO DEVE SER OBRIGATÓRIO PARA A POLÍCIA MILITAR...

Pelo menos é o que anuncia a seção Radar Online, do jornalista Lauro Jardim, da Revista Veja, informando que a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro passou a permitir que seus policiais atuassem sem colete a prova de balas:

A PM do Rio de Janeiro acaba de abolir uma exigência que vai causar muita estranheza. Desde a semana passada, os policiais não são mais obrigados a usar colete a prova de balas nas operações dentro das favelas. Aliás, boa parte daquelas vestes encontra-se obsoleta ou defeituosa e se a obrigatoriedade do seu uso não fosse abolida muitos PMs poderiam se recusar a ir às ruas sem proteção.


Em sendo verídica a informação – o que não duvidamos – pode-se observar muito bem o cuidado e a preocupação dos governantes brasileiros com aqueles que expõem suas vidas pela segurança pública, já que a intenção da medida é que, simplesmente, os policiais não se recusem (legalmente) a trabalhar sem o colete balístico. Resumindo a intenção da medida em poucas palavras, é melhor arriscar a vida dos policiais do que sofrer o dano político da ausência de policiamento por falta de condições mínimas de trabalho.

Ao tomar conhecimento da nota, o Coronel José Vicente, da Reserva Remunerada da PMESP, ex-secretário nacional de segurança pública, e colega do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, se manifestou através do Twitter:


Decisões como esta fazem a sociedade civil entender as origens da apatia, despreparo e desmotivação dos policiais brasileiros.

Fonte: Abordagem Policial (Danillo Ferreira)

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

GOVERNADORES USAM GREVES PARA ENTERRAR A PEC 300 NO CONGRESSO NACIONAL.

Na sequência da repercussão negativa das greves policiais por maiores salários no país, governadores aproveitaram para mobilizar as bancadas no Congresso para enterrar a votação da PEC 300 -proposta de emenda constitucional que estabelece a obrigatoriedade de um piso nacional para bombeiros e policiais militares.

Desde novembro do ano passado, movimentos de paralisação de policiais militares atingiram Maranhão, Ceará, Bahia e Rio de Janeiro. Na Bahia, Estado que mais sofreu, foram cometidos mais de 150 homicídios nos 12 dias de greve. A greve, realizada às vésperas do Carnaval, também afetou o turismo no Estado.

Dois governadores confirmaram à Reuters, sob condição de não serem identificados, que têm mantido conversas com as bancadas de seus Estados e também com ministros do Planalto para não só evitar que a proposta entre na pauta da Câmara, mas desmantelar um futuro acordo sobre o tema. Segundo eles, diversos governadores têm mantido conversas semelhantes com parlamentares.

Uma das propostas para o piso nacional que seria criado pela PEC 300 é tomar como base o salário pago aos policiais militares do Distrito Federal, o mais alto do país e que é pago pela União.

Já o governador do Ceará, Cid Gomes, que enfrentou a greve da polícia recentemente, afirma que a discussão da proposta no Congresso facilitou o entrosamento de policiais de Estados diferentes.

A PEC 300 nasce de uma premissa absurda. Como o Piauí vai conseguir pagar a realidade de Estados mais ricos?, argumenta Gomes.

Nos quatro Estados que enfrentaram mobilizações, o reajuste salarial era a principal reivindicação dos grevistas. Em alguns casos, bombeiros, policiais civis e agentes penitenciários aderiram ao movimento.

A fixação de um piso é razoável, mas ele tem que levar em conta a realidade distinta dos Estados, afirmou Cid Gomes.

Na Câmara, havia poucas chances de que o tema entrasse em votação nos próximos meses, por se tratar de ano eleitoral -quando o Congresso vota poucas proposições entre julho e novembro. A pressão dos deputados pró-policiais, entretanto, incentiva a mobilização do setor para forçar a pauta.

Nos últimos dias, até mesmo parlamentares que defendem a votação imediata do piso nacional como forma de melhorar a situação da segurança no país reconheceram que as manifestações enfraqueceram a legitimidade do pleito.

(A greve) é o pretexto para que a PEC 300 não seja votada. Não há mais disposição da Câmara em votar, não há disposição do governo em votar, afirma o líder do PR, Lincoln Portela (MG), defensor da proposta.

O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), também reconhece que o grau de radicalismo das greves e manifestações pelo país prejudicaram a tramitação do texto.

Na Câmara, um movimento oposto tem defendido o ressurgimento de outra PEC, a 102, que trata da unificação das polícias civis e militares -tema polêmico nas corporações. O texto também fala da criação de um piso nacional, que não o do Distrito Federal.

OPORTUNISMO

Segundo o ex-secretário nacional de Segurança Pública e coronel da reserva da PM de São Paulo José Vicente da Silva Filho, a bandeira da reivindicação salarial tem sido o estopim para que sejam deflagradas crises, como as ocorridas nos últimos meses.

O que tem acontecido é o oportunismo de algumas lideranças de alguns Estados que se aproveitam da instabilidade na gestão de segurança em algumas localidades, disse Silva Filho.

Ele comenta que, ao mesmo tempo que líderes de associações de PMs buscam como piso o salário pago no Distrito Federal, os policiais de Brasília e arredores também preparam mobilização por reajuste.

O pessoal de Brasília está sem limite de senso de oportunidade, disse o ex-secretário. O piso lá é 35 mil dólares anuais, é piso de primeiro mundo já.

O que eles querem é aproximadamente 50 por cento a mais. Aí eles vão ganhar mais que o policial de Nova York, que não tem décimo terceiro nem aposenta aos 30 anos (de carreira) com salário integral. Vão fazer fila aqui no consulado para serem policial do Distrito Federal, acrescenta.

Para o ex-secretário, a PEC 300 é basicamente um piso para os policiais militares, não uma solução geral para o problema salarial das polícias.

Além disso, argumenta, aumento salarial ajuda a melhorar a dignidade do policial, mas não ajuda a melhorar a segurança. Se não o Distrito Federal seria campeão de segurança no país, e não é.

Fonte: www.estadao.com.br

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

POLICIAIS MILITARES DO DISTRITO FEDERAL ENTRAM EM GREVE E DECIDEM FAZER OPERAÇÃO-PADRÃO.

Policiais militares e bombeiros do Distrito Federal realizaram, em Taguatinga (DF), assembleia onde decidiram entrar em estado de greve

Os policiais militares e bombeiros do Distrito Federal (DF), reunidos em assembleia na noite de quarta-feira, decidiram entrar em estado de greve e iniciar uma operação-padrão a partir desta quinta-feira.

Eles reivindicam principalmente equiparação salarial com os policiais civis e a reestruturação da carreira. A assembleia ocorreu na Praça do Relógio, na cidade de Taguatinga.

Enquanto os oficiais evitam falar em percentuais de reajustes e focam o discurso na equiparação salarial com a Polícia Civil do DF que, segundo eles, é melhor remunerada, os praças (soldados, cabos, sargentos e subtenentes, ou seja, policiais não graduados) cobram um aumento de 52%. O índice foi fixado tomando por base o aumento de 58,06% do Fundo Constitucional entre os anos de 2008 e 2012.

Criado em 2002, o fundo é uma modalidade de transferência de recursos da União para o governo do Distrito Federal custear, integralmente, os gastos com segurança pública e, parcialmente, as despesas com saúde e educação.
Os praças também discutem o retorno do pagamento do adicional de inatividade, no valor de R$ 900; a criação do vale-transporte e o reajuste no auxílio-alimentação para R$ 900, entre outros itens que estavam na pauta da reunião de quarta-feira à noite.

Segundo o presidente da Associação dos Oficiais do Corpo de Bombeiros Militares, Sérgio Aboud, o salário dos policiais e bombeiros são os menores na área de segurança pública no DF. Ele reclama também do valor pago aos militares em fim de carreira, que ganham o mesmo que um iniciante.

– Queremos que o governo olhe para nós e cumpra o que foi prometido durante a campanha de eleição do governador Agnelo Queiroz. Não temos intenção de iniciar uma greve para prejudicar a sociedade. Precisamos ser inteligentes, queremos apenas negociar com o governo– disse Aboud à Agência Brasil.

Durante a operação-padrão, os policiais militares vão exigir a presença da Polícia Civil no local de cada ocorrência criminal e fazer o deslocamento da viatura policial dentro da velocidade permitida pela via independentemente da urgência do chamado e a suspensão das autuações de trânsito feitas pela Polícia Militar, entre outras medidas.

A próxima assembleia de negociação com o governo do DF está marcada para o dia 2 de março, na Praça do Buriti.

Fonte: Correio do Brasil

POLICIAIS E BOMBEIROS ACEITAM PROPOSTA DO GOVERNO E EVITAM GREVE EM ALAGOAS.

Depois de cinco dias de indicativo de greve, as seis entidades representativas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militares de Alagoas selaram hoje (15) um acordo com o governo estadual, descartando a paralisação. Pela proposta acertada, haverá reposição salarial de 6,5% e reajuste do piso de R$ 1.847 para R$ 2.156 (16,8%), que foi corrigido pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

A Secretaria de Gestão Pública de Alagoas informou à Agência Brasil que a greve foi evitada graças ao Programa de Negociação Permanente, que organiza um calendário de atendimento com reuniões periódicas que apresentam soluções para as entidades do estado.

De acordo com a Segesp, no encontro com os representantes dos policiais e bombeiros, as autoridades estaduais apresentaram o realinhamento da tabela progressiva e a concessão salarial às duas categorias militares. No texto, a proposta é de acréscimo de 7% residuais divididos em três parcelas – a primeira e a segunda serão de 2%, repassadas nos meses de abril e novembro deste ano. A última parcela, equivalente a 3%, deve ser paga em abril de 2013.

O diretor da Associação dos Bombeiros Militares do Estado do Alagoas, Rodrigo Moraes, disse que as discussões serão mantidas, pois há demandas que não foram atendidas. “[A reunião] não atendeu aos anseios da tropa”, disse ele. Segundo Moraes, há deficiências no que se refere ao contingente da corporação, além de um impasse com o governo em relação à ausência de concurso público para a seleção de bombeiros militares.

O presidente da Associação de Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, Wagner Simas, disse também que a proposta do governo foi aceita “em respeito à sociedade” e ao momento de festa que é o carnaval. “A pauta de reivindicações não foi bem recebida nem pelas lideranças, nem pelas tropas. Em respeito às festas carnavalescas e ao povo, resolvemos dar essa trégua. Vamos continuar pressionando o governo para que nossos direitos sejam cumpridos”, completou Simas.

Na tarde de hoje (16), o Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) realiza assembleia geral com indicativo de greve para pressionar o governo a cumprir os itens as propostas do Plano de Carreiras e Cargos e Subsídios dos agentes e escrivães do estado. Os policiais civis reclamam que estão há mais de 20 anos sem aumento salarial real e dizem que os ajustes concedidos nos últimos dois anos não competem com os que foram dados no restante do país.

Para o vice-presidente do Sindpol, Edeilto Gomes, a valorização da carreira ajuda no desempenho dos agentes. “Estamos tentando alcançar 60% do piso dos delegados, de R$ 13.500. É um absurdo que um policial sobreviva hoje com apenas três salários mínimos. Isto causa desânimo ao profissional”, disse ele.

Fonte: Agência Brasil

SAMUEL DIZ QUE SEGURANÇA DEVE SER PRESO.

Foto:  Maria Odília

Na manhã da última quarta-feira, 15, o deputado estadual Capitão Samuel (PSL), após término da sessão na Assembléia Legislativa de Sergipe, concedeu entrevista o jornalista Carlos Batalha na TV Cidade.

Na oportunidade Batalha leu nota do Governador Marcelo Dedas obre a morte do homem de 39 anos no Shopping Jardins. Batalha perguntou ao deputado se existe alguma regulamentação em relação às empresas de segurança. Samuel Barreto disse que a Polícia Federal é responsável pela fiscalização dessas empresas de segurança que presta serviço de segurança sobre tudo armado. O parlamentar disse ainda que existe um vácuo na legislação em relação a determinadas empresas de segurança que são realizadas que não diz de quem é a responsabilidade de fiscalização. “Não está claro se é para a Polícia Federal fazer a fiscalização nem tão pouco as outras polícias, quer seja a militar ou a civil”, afirmou Samuel.

O deputado alertou ainda que a maioria dos serviços de segurança realizados para as empresas particulares são em sua maioria independentes, sem a fiscalização de órgãos competentes. “Aqueles seguranças que ficam em supermercados, por exemplo, ninguém fiscaliza ninguém, não se sabe se são profissionais preparados, qualificados ou não”, afirmou Samuel Barreto.

Caso Shopping Jardins

Quando indagado sobre o homem de 39 anos que foi espancado até a morte no Shopping Jardins na semana passada, o deputado foi bastante claro. “Nós não vamos aceitar a violência que foi feita, claro que causa uma comoção no Estado e uma comoção social que é um dos motivos de prisão preventiva. O delegado pode muito bem solicitar a prisão dele baseado na comoção social, por que ninguém aceita que um sujeito que mate outro espancando fique solto”, declarou o parlamentar.

Retorno as atividades parlamentares

O apresentador do Programa Batalha na TV, perguntou ao deputado sobre o retorno das atividades parlamentares e do recesso por conta do carnaval. O capitão Samuel disse que na verdade e ele não teve férias que o trabalho foi intenso para ele que não parou por conta do movimento dos militares e de outras categorias que o parlamentar apóia.

Assembléia dos Militares

Samuel Barreto afirmou o seu pensamento em relação à assembléia dos militares realizada na última, terça-feira, 14, no Clube dos Militares, onde estiveram presentes cerca de 2000 mil militares. Para o parlamentar a festa pública que é o caso do carnaval deve ser protegida sim por policias militares, diferente do pré-caju que é uma evento púbico privado.

Em meio à entrevista o jornalista Carlos Batalha perguntou sobre o atual efetivo do Estado que segundo o deputado hoje está em 800 militares diários para todo o Estado, sendo 400 para Aracaju, Nossa Senhora do Socorro,Barra dos Coqueiros e São Cristóvão. Outros 400 militares ficam disponíveis para os 71 municípios restantes. “Tem municípios como Itabaiana que tem oito,Lagarto tem oito, Tobias Barreto tem cinco, e tem municípios como General Maynard que tem apenas um policial militar”, afirmou o deputado.

Mensagem de carnaval

O deputado alertou aos foliões de que a Bahia o carnaval poderá não ser tão seguro e orientou as pessoas curtirem o carnaval em Sergipe. Além é claro de desejar um carnaval consciente e tranqüilo para todos.

Fonte: Assessoria Parlamentar do Deputado Capitão Samuel (Chris Brota)