No documento, ele denuncia a condução do partido em Sergipe pelo deputado federal Rodrigo Valadares e sua esposa, a vereadora Moana Valadares.
“Rodrigo usa o seu acesso e conhecimento à família Bolsonaro como forma de chantagem e controle, sequestrando a direita do estado, colocando os movimentos em um cativeiro”, afirmou Lúcio Flávio na carta.
O vereador avaliou que a gestão do casal à frente do PL sergipano é “egocêntrica e arrogante” e disse que o desgaste já aparece nas pesquisas: “Rodrigo Valadares e Mona Valadares amargam posições sem destaques”.
A credibilidade dos dois foi questionada de forma direta.
“Todos, sem exceção, se retiraram pela falta de credibilidade do casal, que passou a tratar a sigla como uma propriedade particular. O PL foi esvaziado e dificilmente conseguirá de volta a representatividade destas cadeiras nessas eleições”, escreveu Lúcio. “Ninguém, em sã consciência, confia neles.”
Alerta sobre fundo partidário
O vereador dirigiu um alerta específico a Valdemar Costa Neto sobre o uso dos recursos financeiros do partido: “Alertamos ao presidente nacional quanto da importância de acompanhar de perto o uso dos recursos do fundo milionário para que isso não se torne caso de polícia”.
Lúcio Flávio apontou ainda que o esvaziamento do PL chegou a comprometer a formação das chapas eleitorais. Segundo ele, “os novos dirigentes enfrentaram dificuldade para conseguir nomes que aceitassem compor as chapas dos cargos que disputarão essas eleições”.

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