Segundo o delegado responsável pelo caso, Kássio Viana, Everton planejou uma situação em que ambos tirariam a vida juntos, na casa dele, tomando sorvete envenenado. No entanto, ele colocou chumbinho apenas no sorvete que Rayanna consumiu e o exame toxicológico do corpo dela confirmou a causa da morte como envenenamento.
"Quando uma pessoa toma chumbinho passa muito mal, quando não morre. E ele não estava passando mal. Na dúvida, mandei quesitos ao perito da Criminalística, que respondeu que o relato dele [Everton] era incompatível com alguém que tenha tomado chumbinho", detalhou o delegado.
Em março deste ano, Everton foi preso e interrogado. No depoimento dele foram encontradas inconsistências e contradições, que foram reforçadas pelo conteúdo das conversas extraídas do aparelho celular da vítima.
“Nas conversas ele insistia para que fizessem juntos [...] E ele ficou entre as 17h, que foi a hora que ela morreu, até as 2h da manhã com a pessoa morta dentro do quarto”, explicou Kássio Viana sobre a demora de Everton em chamar o socorro.
Fonte: Portal G1 SE

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