sexta-feira, 3 de junho de 2011

POLICIAIS MILITARES NÃO IRÃO TRABALHAR NOS DIAS DE FOLGA DURANTE OS FESTEJOS JUNINOS.

O plano do policiamento para a abertura oficial do Forró Siri, em Nossa Senhora do Socorro, na Grande Aracaju, foi divulgado nesta sexta-feira, 3. Pela programação, 110 policiais vão trabalhar no policiamento ostensivo da festa.

Homens do esquadrão da polícia montada, da rádio patrulha, e o grupamento tático de motocicletas vão atuar na área externa do evento. Enquanto profissionais da CPRV, Cptran e SMTT de Nossa Senhora do Socorro atuam no reforço do policiamento de trânsito da abertura.

Vale ressaltar que a Associação Unidas da Polícia Militar decidiu na última quinta-feira em assembléia que os policiais e bombeiros militares não vão trabalhar em dia de folga durante os festejos juninos. A decisão já começa a valer a partir de hoje, e deve atingir o policiamento na abertura do Forró Siri.

A Associação Unidas da Polícia Militar entende que o serviço durante as folgas é sacrificante para os policiais e pede que o governo do estado ajuste a carga horária de policiais e bombeiros.

Fonte: Emsergipe.com

PMs RETOMAM "TOLERÂNCIA ZERO".

Os policiais militares e bombeiros decidiram retomar a pressão sobre o governo para definição da carga horária da categoria, que pode ser fixada em 44 horas semanais. Ontem à tarde, eles fizeram uma assembléia geral na quadra do Colégio Militar de Sergipe (CMSE), na Rua Boquim, centro da capital, para definir os rumos do movimento. Eles começam, a partir de hoje, uma nova operação-padrão, ou seja, só vão desempenhar alguns serviços se forem cumpridas algumas exigências previstas em lei. Foi a mesma estratégia usada em 2009, durante o movimento Tolerância Zero, no qual alguns policiais fizeram o policiamento a pé e se recusaram a dirigir viaturas, por não ter um curso de direção exigido pelo Código de Trânsito Brasileiro.

Desta vez, os policiais escalados para serviços extraordinários, principalmente eventos do São João, exigem 48 horas de folga entre o serviço normal e o serviço extra, o que está previsto no artigo 185 do Regulamento Interno e dos Serviços Gerais (Risg) do Exército Brasileiro. A lei, segundo o sargento Anderson Araújo, da Associação de Praças Militares de Sergipe (Asprase), tem validade para as Polícias Militares e vale mais que o decreto estadual que criou a Gratificação por Atuação em Eventos (Grae). O decreto estadual está indo totalmente de encontro ao Risg, pois estabelece que a folga dos policiais escalados para serviço extra seja de, no mínimo, 12 horas em relação ao último serviço, do qual saiu, explica.

Ainda segundo Anderson, a lei do Exército pode ser usada para amparar os policiais que faltarem aos serviços extraordinários. Não existe a disposição dos militares para continuar cumprindo escala extra em troca de Grae. Nós não queremos Grae, e isso ficou bem claro na assembléia. O que nós queremos é a carga horária definida, é saber qual é a nossa jornada de trabalho, que essa situação seja definida logo. Precisamos que o governo sente e decida a carga horária, para podermos servir à sociedade com mais tranquilidade, cobra o sargento, afirmando que a discussão sobre a fixação de carga horária na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros está pendente desde o fim do Tolerância Zero, em junho de 2009, quando o governo anunciou um pacote de melhorias salariais para os militares.

São João - Caso a falta aos serviços extras, baseada no Risg, ganhe corpo na tropa, ela pode afetar diretamente o policiamento dos shows e eventos programados para o São João, sobretudo no interior do estado. Um deles é o Forró-Caju, programado para começar no dia 17 e com público previsto maior que 100 mil pessoas por noite, segundo projeção da Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA). A questão da segurança do Forró-Caju, entretanto, será avaliada e decidida pelos PM´s em uma assembléia geral marcada para a tarde do dia 13, na Praça Fausto Cardoso. A regra da Risg pode ser evocada também para o maior evento junino da capital, a depender do andamento das negociações entre militares e Governo do Estado.

Sobre as festas juninas, o sargento Anderson frisa que o objetivo da categoria não é prejudicar a segurança da população, nem deixar de prestar o policiamento, mas argumenta que os policiais e bombeiros estão submetidos a um regime de semi-escravidão, sendo privados de uma vida social e pessoal. No nosso horário de serviço, estaremos cumprindo nosso trabalho com todo afinco que sempre fizemos. Mas no nosso horário de folga, não estamos mais dispostos a continuar perdendo nosso convívio familiar, as nossas oportunidades de lazer, para ficarmos trabalhando, trabalhando e trabalhando em troca de uma Grae, desabafa o líder da Asprase.

EPI´s - Outra exigência é quanto ao uso de equipamentos de proteção individual, como armas, capacetes e coletes à prova de balas, que segundo Anderson, estão muitas vezes vencidos. Alem disso, será cobrada também a revisão mecânica das viaturas. Tais medidas são obrigatórias segundo regras internas da PM e visam garantir a segurança individual dos policiais em seu horário de serviço. Não havendo essas condições, estamos orientando aos nossos colegas que permaneçam no quartel e cumpram serviços internos, mas não saiam às ruas para arriscar suas vidas, disse o sargento.

Fonte: Jornal do Dia (Gabriel Damásio)

GESTOR DA ABSMSE QUER REAJUSTE DA GRAE AO INVÉS DE HORA EXTRA.

No inicio da tarde desta quinta feira, cerca de 600 policiais militares e bombeiros militares, realizaram uma assembléia, e lá ficou definido que só trabalhariam nos festejos juninos, caso o governo encaminhasse para a AL, um projeto regularizando a carga horária, a definição da LOB e exigência de nível superior para ingresso na corporação.

A decisão foi tomada em assembléia, pelas Associações Unidas, porem nem “tão unida” assim. É o que ficou demonstrado na manha de hoje, quando o gestor da Associação Beneficente dos Servidores Militares do Estado de Sergipe (ABSMSE), cabo Palmeira, disse em entrevista ao radialista Gilmar Carvalho, no programa jornal da Ilha, que os policiais militares e bombeiros militares voltariam ao trabalho (extra), se o governo do estado reajustasse a GRAE. Isso pode prejudicar as negociações ou enfraquecer o movimento, pois o governo terá que tomar uma decisão e ai, qual reivindicação ele deverá atender. Ou o gestor cabo Palmeira não participou da assembléia, ou realmente a policia militar ainda não decidiu o que quer?

Fonte:  Faxaju (Munir Darrage)

CIRURGIAS DE CORTESIA NO HPM SÃO INVESTIGADAS PELO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL.

Familiares e conhecidos de policiais conseguiram atendimento de forma gratuita no hospital e cirurgias foram nominadas como "cortesia"

(Fotos: Portal Infonet)

O Ministério Público Estadual quer saber o porquê do Hospital da Polícia Militar estar recebendo pacientes para atendimentos classificados como “cortesia” e “pacotes”. De acordo com documentos aos quais a reportagem do Portal Infonet teve acesso com exlusividade, desde o ano de 2005, centenas de pacientes, em sua maioria familiares e conhecidos de militares realizaram cirurgias eletivas de forma gratuita, já que a classificação consta como “cortesia”, inclusive com a mãe de um coronel da polícia. Um profissional da área médica ouvido pela reportagem que já trabalhou no HPM e não quis se identificar disse que esse tipo de classificação não existe, já que o hospital não recebe qualquer tipo de recurso para a realização desses procedimentos.

Na lista aparecem pacientes através de cirurgia de "Cortesia" e de "Pacotes"

Desde o ano de 2006, o hospital não é mais credenciado para atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e, portanto, não recebe recursos do Governo Federal, apesar de a direção já ter tentado o recredenciamento sem sucesso. Atualmente o HPM atende a pacientes apenas do Ipes Saúde e a pacientes particulares através de convênios, correspondendo estes a cerca de 5% das receitas do hospital.

A Lei Estadual 5.699 de 16 de agosto de 2005 diz ainda que a assistência médica e hospitalar deve ser proporcionada pelo Estado ao servidor militar ativo, e inativo, e aos seus dependentes, excluindo qualquer participação de familiares ou amigos.

Documentos comprovam nomes de pessoas atendidas de forma irregular

Ministério Público

Uma audiência sobre o assunto já foi realizada em abril deste ano. Na ocasião o Ministério Público Estadual solicitou à Controladoria Geral do Estado que inclua no objeto da auditoria em andamento no Hospital da Polícia Militar a apuração no que se refere à incongruências nos registros dos pacientes (como especificações de procedimentos como “particular” e “cortesia”). Na próxima segunda-feira, 06 de junho, uma nova audiência será realizada no MPE para a apuração do caso.

De acordo com o promotor de justiça Nilzir Soares Vieira Júnior, houve uma recomendação para que o Hospital da Polícia Militar suspenda as cirurgias de cortesia.

“Essas denúncias se tratam de parentes de militares, que não são seus dependentes e estariam tendo consultas e fazendo cirurgias de cortesia, o que é ilegal, pois não há o ressarcimento para o Hospital já que ele não tem de onde receber. A Procuradoria Geral do Estado emitiu um parecer aderindo a recomendação do Ministério Público. Vamos ver agora se a Procuradoria do Estado chegou a um resultado em relação à auditoria que foi feita no Hospital”, destaca.


HPM

O diretor do HPM, o tentente coronel Lincon

Para o diretor do Hospital da Polícia Militar, o Tenente Coronel Lincon Marcelo Veras, não há ilegalidade na realização dessas cirurgias. “Não vejo porque o hospital deixar de atender o policial militar e excepcionalmente, dentro de critérios os seus familiares e até a sociedade”, afirma.

Mesmo assim o diretor suspendeu as cirurgias após a primeira audiência realizada neste ano no Ministério Público. “A partir do momento em que houve audiência, nós resolvemos suspender os atendimentos, e olhe que já tem um prejuízo para a população do Estado, pois o grande objetivo das instituições é o Estado trabalhar em prol da sua população”, fala.

Em relação às cirurgias por “pacotes”, o tenente coronel Lincon disse que são realizadas apenas com pacientes de baixa renda. “A realização de algumas cirurgias chamadas de “pacotes” ou particulares, são com alguns pacientes de baixa renda que não tem condições e com a ajuda de familiares vem para realizar a cirurgia de baixo custo, onde está incluso os honorários médicos e o custo hospitalar. E desde sua criação, o HPM acompanha isso, nossos custos são baixos já que não temos fins lucrativos”, diz.

Com relação às cirurgias de cortesia o diretor do HPM conta que a prática foi adotada na época em que os militares tinham baixos salários.

“Em uma época de baixos salários, uma parcela da polícia militar foi beneficiada pelo governo Albano Franco para que o policial optasse em continuar pagando ou não o Ipes Saúde como forma de diminuir os descontos no salário e cerca de 40% dos policiais suspenderam esse convênio. Os casos de cirurgias eletivas foram feitos com o critério apenas de prestar o serviço de saúde, foram feitos de forma tranquila, já que não quebramos (financeiramente) o Hospital da Polícia e digo com toda a sinceridade, se a população do Estado de Sergipe entender que o HPM ou qualquer outro deva atendê-lo, eu acho que a própria Constituição federal prevê que deve atender”, destaca.

Questionado pela reportagem do Portal Infonet se essas cirurgias de “cortesia” geram receita para o hospital o diretor foi enfático em responder que não. “Não, o atendimento em si, ele não recebe, mas em uma das reuniões que eu tive com o secretário da Fazenda, o atendimento feito que denomina como cortesia aqui dentro numa visão macro, foi um atendimento que o Estado de Sergipe tinha a obrigação de prestar. A realização aqui ou no João Alves, ou Santa Isabel, não importa, pois nós recebemos não apenas a estrutura física e a folha de pessoal, além do custeio e temos a possibilidade de utilizar essa estrutura e produzir recurso, então não vejo o porque não fazer”, finaliza.

Fonte: Infonet (Bruno Antunes)

Nota:  Esperamos que o Ministério Público Estadual realmente tome as medidas cabíveis, pois no caso da mãe do Ex-Comandante da Polícia Militar do Estado de Sergipe Cel. Pedroso, oficiamos citado Órgão, inclusive com juntada de farta documentação e até agora não tivemos ciência de qualquer medida tomada para ressarcir o erário público e punir quem de direito por tal irregularidade.

BANDIDOS RENDEM BOMBEIRO E ROUBAM PISTOLA.

Um fato inusitado aconteceu no inicio da noite desta quinta-feira (02), no Centro de Instrução do Corpo de Bombeiros, localizado na avenida Calazans, no bairro Indústrial.

O 2º sargento do CB, Anderson Góes dos Santos encontrava-se em frente ao prédio da corporação, quando foi surpreendido por dois elementos que chegaram em uma moto e o renderam. Com uma arma apontada para sua cabeça, o sargento foi obrigado a entrar no prédio.

Para sua surpresa, ao chegar no interior do prédio, ele notou que tinha um terceiro elemento a sua espera. A partir daí, sargento Anderson entrou em luta corporal com os elementos, porem sob ameaça de que seria morto, ele acabou por se render.

Após o assalto, os três elementos deixaram o local. Anderson entrou em contato com a policia militar, porem até o momento não há informação sobre o paradeiro dos marginais.

Com informações do radialista Elmo Siqueira, no programa Liberdade sem Censura.

Fonte: Faxaju (Munir Darrage)

DECIDIDO: POLICIAIS MILITARES DE FOLGA, NÃO VÃO TRABALHAR NOS FESTEJOS JUNINOS.




Em assembléia realizada na tarde desta quinta-feira (02), as Associações Unidas resolveram que não irão trabalhar nos festejos juninos. Sem acordo com o governo do estado, os militares deflagraram o “movimento tolerância zero 2”.

Sem acordo com o governo do estado, os policiais militares do estado de Sergipe, resolveram que, os PMs que estiverem de folga e que iriam trabalhar na segurança dos festejos juninos, não o farão. A decisão foi tomada após cerca de 600 PMs decidiram em assembléia. A segurança ter que ser feita por policiais que estiverem escalados no serviço ordinário, ou seja, o policial deixará de esta na rua fazendo o serviço ostensivo para fazer a segurança dos festejos. Isso já começa no Forro Siri, em Nossa Senhora do Socorro.

A policia militar tenta a mais de um ano, uma audiência com o governo para solicitarem que seja enviado a Assembléia Legislativa, a Lei de Organização Básica (LOB), definição da carga horária, que seja implantado o ticket alimentação e a exigência de nível superior para o ingresso na corporação. Outro fato que tem gerado reclamação por parte dos militares, é que segundo eles, o governo discrimina a PM e os bombeiros militares.

Para o vice presidente da Amese, sargento Edgard Menezes, “o que nos empurrou para isso, foi a falta de atenção do governo do estado para com a policia militar e bombeiro militar. Nós não queremos mais a GRAE, o que nós queremos é que seja definida a nossa carga horária”, explicou.

Ainda durante a assembléia, também foi discutido a forma de tratamento a eles dispensado pela Secretaria de Segurança Publica. Para os Militares, a SSP discrimina a classe enquanto privilegia a policia Civil.

Para o presidente da Amese, sargento Jorge Vieira, que falou em nome das Associações Unidas, aos mais de 600 PMs que participaram da Assembléia, o governo do estado e a SSP, criaram o movimento separatista. “ A SSP é lotada de policiais civis e com isso as decisões são sempre favoráveis a policia civil. Com isso foi criado o movimento separatista, onde há uma competição entre a PC e a PM”, explicou o presidente da Amese.

Vieira contou ainda que, durante a assembléia, diversos oficiais afirmaram que se forem escalados para trabalharem no Forró Siri, não iriam. “O governo insiste em discriminar a policia militar e bombeiro militar, então somos obrigados a tomar essa atitude. Nós não vamos trabalhar em nossas folgas, afinal somos seres humanos e merecemos respeito por parte desse governo da mudança. Tudo isso irá acontecer até que o governo resolva nos receber e decidir atender a nossa reivindicação. Em nenhum momento nós falamos em salário”, reclamou Vieira.

A associações militares decidiram ainda que no próximo dia 8, haverá um café da manhã na Praça Fausto Cardoso, enfrente à Assembléia Legislativa. Após o café da manhã todos se dirigirão a Assembléia Legislativa para cobrar as reivindicações solicitadas. A classe militar concorda com o cumprimento apenas da escala ordinária de serviço e não mais a extraordinária, e decidiram de uma vez por todas que o mais acertado seria a extinção da GRAE – Gratificação por Atuação em Eventos.

Fonte: Faxaju (Munir Darrage)

DEPUTADO CAPITÃO SAMUEL COMPARECE E APOIA MILITARES EM ASSEMBLÉIA DA CATEGORIA.

Capitão Samuel conversa com os militares

Na tarde de ontem, 02, as associações militares de Sergipe, realizaram assembleia geral da categoria no Colégio Militar, na Rua Boquim, centro de Aracaju. O objetivo foi de mobilizar e conscientizar a categoria em relação aos abusos que os militares estão sofrendo quanto a falta de carga horária definida.

O deputado estadual Capitão Samuel (PSL), participou da assembleia e foi o primeiro a explanar sobre a postura que todos devem ter de agora em diante. “Temos que lembrar como foi difícil a outra luta e agora vai ser a mesma coisa. Vamos convencer o colega que está do lado, dessa vez eu percebo que os oficiais estão acordando depois que tomaram um tapa na cara dos delegados e acordaram de vez, estamos juntos”, afirmou o parlamentar.

O deputado fez questão de enfatizar que o que a categoria decidir ele irá apoiar independente do que seja, e lembrou aos presentes que as principais reivindicações agora são a LOB – Lei de Organização Básica e a definição da carga horária dos militares. O deputado afirmou que a categoria só será ouvida se existir postura e pressão. Outro questionamento feito por Samuel Barreto foi em relação a carga horária que foi solicitada de 30 horas, ele deixou claro que nem as associações nem ele podem interferir na distribuição da carga horária em relação ao efetivo. “Todo mundo sabe que ninguém aqui pode dizer como serão usadas as 30 horas, toda vez eu falo isso, para depois não acontecer igual a polícia de Alagoas, por que lá eles têm regulamento próprio e lá eles afirmam que está pior do que quando o regulamento era a do exército então pensem nisso, reflitam sobre isso e o que for decidido aqui pode ter certeza que eu vou estar junto”, disse o Capitão.

O deputado militar, afirmou ainda que durante esse processo vai se dedicar, negociar, lutar, brigar pelos benefícios da sua classe, porém, que a experiência adquirida ao longo do Movimento “Tolerância Zero” o fez amadurecer e saber que não será fácil. “Não sou menino para acreditar em Papai Noel, mula sem cabeça, saci pererê, sei que será difícil, mas não podemos desistir”, conclui o deputado.

A associações militares decidiram que no próximo dia 8, haverá um café da manhã na Praça Fausto Cardoso, enfrente à Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe e antecipa o convite à todos os militares para esse primeiro ato da categoria. Após o café da manhã todos se dirigirão a Assembleia Legislativa para cobrar as reivindicações solicitadas. A classe militar concorda com o cumprimento apenas da escala ordinária de serviço e não mais a extraordinária, e decidiram de uma vez por todas que o mais acertado seria a extinção da GRAE – Gratificação por Atuação em Eventos.

Fonte: Assessoria Parlamentar

SINTESE RESPONDE A PROPAGANDA ENGANOSA DO GOVERNO.

O governo faz uma propaganda enganosa ao dizer que ofereceu uma revisão de 15,86 % para todos os professores . Não é verdade. “Digo ao governador que se o senhor enviar uma proposta garantido 15,86 % este mês para os professores, de todos os níveis, mantendo a carreira e pagando o retroativo este ano, a greve acaba”, fala Ângela Melo, presidenta do SINTESE. “Governador ! Os professores falam a verdade. Já o Governo do Senhor!”, lembra a presidenta.

Caminhada A categoria deliberou também uma semana com vários atos. Amanhã, às 14h no Instituto Histórico um estudo sobre o índice guia que trata da nova avaliação de desempenho dos professores da rede estadual. Na quinta, 02, às 14h os professores realizam uma caminhada pelas ruas de Aracaju, a concentração será na Praça Fausto Cardoso. Na sexta, 03, às 15h nova assembleia da categoria no Instituto Histórico e Geográfico.



Fonte: Sintese

VÍDEO DO PRONUNCIAMENTO DO DEPUTADO FEDERAL MENDONÇA PRADO NA AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE A PEC 300/08.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

POLICIAIS CIVIS E MILITARES FICAM SEM VEÍCULOS.


Confiram a reportagem exibida no telejornal SE Notícias 2ª edição da TV Sergipe onde relata que, em decorrência de uma rescisão contratual com a locadora que prestava serviço à SSP/SE, as polícias civil e militar ficarão sem veículos.

Clique no link abaixo e veja a reportagem na íntegra:

REAJUSTES EM CONTA GOTAS.

O governador não ter recursos para atender a demanda de uma só vez e por isso vai dividi-la em oito parcelas iguais a serem pagas para parte dos educadores

Na tentativa de acabar a greve dos professores, o governo decidiu pagar parceladamente o reajuste do piso salarial da categoria. Alega não ter recursos para atender a demanda de uma só vez e por isso vai dividi-la em oito parcelas iguais a serem pagas a partir de setembro para parte dos educadores. A proposta apresentada ontem pelo governador Marcelo Déda (PT) aos deputados deixa claro a inexistência de uma política salarial no governo. Por conta da ausência dessa ferramenta, todos os anos os servidores precisam fazer greve para obter algo a mais do que lhes é oferecido. As categorias mais organizadas, como professores e policiais, terminam conseguindo alguns avanços, mesmo que pagos em conta-gotas, enquanto a turma da administração geral tem que se contentar com a mísera correção da inflação. Uma lástima!

Fonte: blog do jornalista Adiberto de Souza

"DIGNIDADE SALARIAL AOS POLICIAIS".

A politicagem parlamentar não pode postergar ou sobrestar a solução dos graves problemas nacionais. A falta de investimento em Segurança Pública com reflexo negativo na dignidade salarial dos policiais tem mostrado ao país a vulnerabilidade das instituições policiais brasileiras, mal-remuneradas, sujeitas à corrupção criminosa por recebimento de propinas ou de outras remunerações clandestinas. As consequencias nefastas de tudo isso estão estampadas no corpo desnudado brasileiro, em todo o quadrante, em que a falta de uma política justa, honesta e séria salarial dos servidores policiais, bem como de logística das polícias têm escancarado a fragilidade do sistema de repressão nacional diante do poder dos narcotraficantes, e o pior, atente para isto: os agentes policiais brasileiros são mal-remunerados, (muitos) vivem nas mesmas condições de pobrezas da periferia ou moram ao lado de marginais, e por isso são facilmente corrompidos. E a culpa é do Estado, representado pelo Congresso Nacional e Poder Executivo, que teimam em não prover a Segurança Pública nacional dos rudimentos de sobrevivência e de trabalho. Os resultados negativos estão aí em nossas caras. A bandidagem desrespeitando a sociedade trabalhadora, o problema social de contrastes brasileiro grave, cujo governo só desperta quando eclode, por exemplo, um "Complexo do Alemão".

Por outro lado, já está na hora de ajustarmos com equidade a nossa Constituição. A República Federativa Brasileira não pode continuar sendo regulada por critérios estaduais diferenciados. O país é um todo. Tem uma só língua. Deveria ter uma só lei de efeito social para todos. Não é razoável que o brasileiro de qualquer rincão, por exemplo, pague preço diferenciado para tirar uma carteira de motorista. Assim, por que o valor salarial de um policial do Distrito Federal não pode ser igual aos demais da federação brasileira? Isso tem que ser revisto com mais seriedade.

Quanto se continua gastando inutilmente com a máquina pública brasileira? A dívida interna nacional oscila hoje em torno de 1,600 trilhão. Igualmente, quanto se gasta para manter o Congresso Nacional, as despesas do Planalto etc.? Agora, vir tergiversar que o reajuste dos policiais pode comprometer o orçamento estadual, guardadas as devidas proporções, é como negar alimento para sua própria família. Ademais, a falta de uma política pública de segurança competente para todos é um dos grandes problemas de nossa sociedade. Sem segurança a sociedade não pode trabalhar, estudar etc. Então, não se compreende essa politicagem barata de não querer atender às justas reivindicações policiais, respaldadas hoje na PEC 300, que já foi aprovada em primeiro turno na Câmara Federal.

Assim, cheira jogo sujo do governo, como manobra para satisfazer os governantes eleitos, pretender agora comissão especial para segurança pública, quase seis meses depois da votação da PEC 300 em primeiro turno do plenário. Consequência: representantes da categoria sinalizam paralisação geral da polícia no dia da posse da presidente eleita, Dilma Rousseff.

Fonte: Jornal do Brasil

POLÍCIA MILITAR PRENDE SUSPEITO DE ASSALTO VIOLENTO EM RIACHUELO.

Militares do Destacamento Policial Militar de Riachuelo prenderam Alan dos Santos Bezerra, o Alan, de 19 anos, na tarde da quarta-feira, 1º, na Fazenda Jobe, em Riachuelo, município distante 29 quilômetros da capital. O jovem estava com prisão preventiva em aberto por conta do assalto a uma mercearia do Povoado Penha no último dia 24 de fevereiro.

A polícia chegou ao rapaz através de denúncia e, após o cerco, localizou Alan escondido debaixo de uma cama e junto com ele uma espingarda. O suspeito foi preso e encaminhado à Delegacia de Riachuelo pela guarnição formada pelo sargento Brito, comandante do Destacamento, sargento Valtene, cabo Leondes e a aluno do Curso de Formação de Cabos Alexandre.

Crime

Alan é suspeito de assaltar uma mercearia no Povoado Penha, em 24 de fevereiro de 2011, quando, com grande violência, chegou a espancar o dono do estabelecimento, um senhor de 75 anos, com uma arma calibre 12, quebrando costelas e ferindo a cabeça do idoso com coronhadas. Na época, o comparsa de Alan, o Baiano, foi preso com duas armas de fogo e confessou a participação de Alan no crime.

PM PRENDE HOMEM EMBRIAGADO QUE DIRIGIA PERIGOSAMENTE E QUASE ATROPELOU POLICIAIS EM ITABAIANA.

Policiais do 3º Batalhão de Polícia Militar (3º BPM) prenderam José Edeilson da Silva, de 41 anos, na noite da quarta-feira, 1º, na Rua Boanerges Pinheiro, Centro de Itabaiana, cidade distante 56 quilômetros da capital. O homem foi detido por dirigir embriagado e desacatar e ameaçar a guarnição durante a abordagem.

Militares do 3º BPM abordavam um ciclomotor, quando um veículo Fiat Siena, de placas KGX 1671 se aproximou em velocidade incompatível com a via, ameaçando a segurança de pedestres e ignorando o redutor de velocidade, quase colidindo na traseira da viatura da PMSE e atropelando dois dos três policiais integrantes da guarnição, fato evitado através de um ato de reflexo do filho do condutor que, tal como o pai, apresentava indícios de embriaguez.

Após o quase atropelamento, os policiais entraram na viatura e passaram a perseguir o motorista, que seguia em alta velocidade, ignorando os quebra-molas, até ser abordado na Rua Manoel da Lapa, ainda no Centro da cidade. Durante a abordagem foi constatado que José Edeilson, que estava sem a Carteira Nacional de Habilitação, tinha indícios de embriaguez. Ele se recusou a fazer o teste do bafômetro e desacatou toda a guarnição com palavras de baixo calão, chegando a dizer que na primeira oportunidade mataria os policiais.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

CARNE ESTRAGADA É SERVIDA AOS PMs NO QCG.

Um policial militar que pediu para não ser identificado, fez uma grave denuncia, no final da tarde desta quarta-feira (01), quanto a alimentação servida aos policiais que almoçam no QCG .

Segundo a denuncia feita pelo policial através de e-mail enviado ao FAXAJU, durante a refeição servida, no almoço de hoje, aos policiais militares que estavam de serviços, a carne estava estragada e com mau cheiro.

O policial conta que isso acabou gerando um certo mal estar entre os PMs que estavam no refeitório, e quando começaram as reclamações, os responsáveis pela alimentação no rancho, como é chamado o refeitório nos quartéis, providenciaram um “frango, que só não era pior, porque não estava estragado, mas foi servido cru”, disse.

Veja o que diz o e-mail do policial:

“HOJE POR VOLTA DAS 11:30hs QUANDO OS POLICIAIS DAS DIVERSAS COMPANHIAS FORAM FAZER SUA REFEIÇÃO NO QCG, FOMOS SURPREENDIDOS COM A PÉSSIMA QUALIDADE DA ALIMENTAÇÃO SERVIDA NAQUELE RANCHO. PARA SURPRESA DE TODOS, A CARNE QUE ESTAVA SENDO SERVIDA ESTAVA ESTRAGADA E O PIOR, DEPOIS DAS RECLAMAÇÕES É QUE FORAM SERVIR UM FRANGO CRU CHEIO DE SANGUE!  FATOS COMO ESSE TEM SIDO CONSTANTE NO RANCHO DA PM, A PONTO DE POLICIAL MILITAR JÁ TER SIDO PUNIDO POR ADENTRAR AO RANCHO PARA VERIFICAR AS DIVERSAS IRREGULARIDADES NAQUELE SETOR. POR ESSAS E OUTRAS QUE OS POLICIAIS MILITARES REIVINDICAM A SONHADA (ETAPA ALIMENTAÇÃO), MAS PELO VISTO AS AUTORIDADES NÃO TEM INTERESSES NESSE ASSUNTO, POR QUE QUE SERÁ? ATÉ HOJE NÃO COMEMOS DO BACALHAU E DO CAMARÃO QUE SEGUNDO DIZEM, FOI COMPRADO PELA PM, PORÉM NÓS PRAÇAS, NÃO SENTIMOS NEM SEQUER O CHEIRO DE TAIS COMIDAS”. (Peço que não divulgue meu nome para eu não responder IPM ou mesmo ser preso.

Fonte: Faxaju (Munir Darrage)

ATENÇÃO MILITARES SERGIPANOS PARA CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL DAS ASSOCIAÇÕES UNIDAS QUE SERÁ REALIZADA AMANHÃ.

Companheiros(as) em nome das ASSOCIAÇÕES UNIDAS,convocamos a todos os PMs e BMs para uma assembléia geral da categoria que será realizada amanhã, dia 02 de junho de 2011(quinta-feira), a partir das 14 horas, na quadra do COLÉGIO MILITAR, situado na Rua Boquim, ao lado do QCG. Venham, precisamos nos mobilizar para acabar com o tratamento discriminatório da SSP em relação a POLÍCIA MILITAR. Só depende de nós. Juntos somos fortes. Grande abraço a todos e vamos a luta!

ASSOCIAÇÕES UNIDAS OFICIAM O SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA DR. JOÃO ELOY SOBRE PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DA CATEGORIA MILITAR SERGIPANA.



GOVERNO QUER ENGANAR FORÇAS POLICIAIS, INDIGNA-SE MENDONÇA PRADO.



Na audiência da Comissão de Segurança Pública da Câmara, que discutiu a PEC 300, o presidente da comissão, Mendonça Prado (DEM- SE), defendeu a obediência ao regimento interno e pediu a votação da PEC 300.

Mendonça diz que depende da boa vontade do governo para colocar em votação, uma vez que já foi discutida e aprovada em primeiro turno. “O governo quer enganar as forças policiais e ludibriar o processo legislativo”, disparou.

O sergipano explica que a intenção é criar um fundo constitucional para que a União transfira recursos para os estados, para complementar as folhas de pagamento. “Não há problema para os estados, estamos socorrendo os estados–membros. Estamos oportunizando as condições orçamentárias para pagar melhor as suas polícias”, explicou.

“A PEC valoriza o profissional militar e garante a criação de um fundo constitucional para compartilhar as responsabilidades relacionadas ao setor entre Estados Membros e a União”. Mendonça Prado pede que as categorias policiais mantenham-se organizadas, pois foi essa organização que pressionou para votação e aprovação em primeiro turno.

“Foi a pressão das categorias, aliada a nossa força política, que possibilitou a votação”, disse o parlamentar. Ainda naquela época foi feito um acordo entre líderes governistas e representantes dos policiais para retomar a votação depois do segundo turno da eleição presidencial. “A presidente tomou posse em janeiro e até agora, nada”, disse Mendonça.

Fonte: Assessoria do Parlamentar

NA ABERTURA DO SÃO JOÃO EM ESTÂNCIA, SARGENTO DA PM É FERIDO NA CABEÇA.

Na abertura do São João, em Estância, a falta de organização e uma grande confusão acaba deixando um sargento da policia militar ferido na cabeça.

Policiais militares escalados para trabalharam na abertura do São João em Estância, estão revoltados com o que aconteceu na noite desta terça-feira (31). Com apenas 60 policiais escalados para fazer a segurança da festa, e com a liberação de venda de cervejas em garrafa, acabou deixando um sargento da policia militar ferido gravemente na cabeça. O policial teria tentado evitar uma confusão quando foi atingido com uma garrafa na cabeça. O sargento foi socorrido e encaminhado ao hospital onde recebeu cinco pontos e passa bem.

A falta de segurança nos festejos, já vinha sendo anunciada pelos representantes de classe. Com numero reduzido de PMs, após a confusão que acabou deixando o sargento ferido, os policias militares ficaram revoltados, cobrando dos organizadores, que seja proibido a venda de bebidas em garrafas. Eles tambem querem um número maior de policiais.

Após a agressão ao sargento, os outros policiais que também faziam a segurança, saíram em perseguição ao elemento, porem não conseguiram prender.

Fonte: Faxaju (Munir Darrage)

CÂMARA INSTALARÁ COMISSÃO ESPECIAL SOBRE PISO DE POLICIAIS NA PRÓXIMA SEMANA.

Parlamentares e policiais discutiram o tema em audiência da Comissão de Segurança Pública.

A Câmara vai instalar na próxima semana uma comissão especial para analisar propostas sobre qualificação e carreiras policiais, entre elas as PECs 300/08 e 446/09, que estabelecem piso salarial nacional para policiais e bombeiros. O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara, Marco Maia, nesta terça-feira, quando policiais de vários estados estiveram em Brasília para pedir a inclusão das propostas na pauta do Plenário. O assunto também foi discutido em audiência pública da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e por integrantes da Frente Parlamentar em Defesa da PEC 300, instalada hoje.

As duas propostas, que tramitam em conjunto, foram aprovadas em primeiro turno em março do ano passado. O texto aprovado - uma emenda assinada por vários partidos – cria o piso e estabelece um prazo de 180 dias para o Executivo definir o valor. Nesse período, será adotado um piso transitório de R$ 3,5 mil para os policiais de menor graduação (soldados, no caso da PM) e de R$ 7 mil para os oficiais do menor posto.

A proposta de criação de uma nova comissão especial dividiu os participantes da audiência. Para o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), esse é o caminho a ser percorrido, pois nada é votado na Casa sem acordo. Segundo ele, “a comissão para discutir as PECs da segurança pública só não foi instalada ainda porque o PT e o PSDB não indicaram seus representantes”.

O deputado Domingos Dutra (PT-MA) concorda com a necessidade de continuar o diálogo. De acordo com ele, se o governo for contra, “a Câmara não aprova, porque aqui nada vai para a pauta se não tiver o convencimento de todos os líderes e do presidente”.

Já o líder do DEM, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), argumenta que o regimento da Câmara e a Constituição são claros. “A PEC já foi aprovada em primeiro turno e o processo de votação tem de ser retomado do lugar de onde parou.” O Vice-Presidente da AMESE (Associação dos Militares do Estado de Sergipe), sargento Edgard Menezes Silva Filho, também defende a votação imediata da proposta. “Se eu tiver que perder, quero perder na votação, mas não porque alguém me tirou o direito de ter meu pleito apreciado em Plenário”, argumentou.

Relator da comissão especial que analisou as PECs, o ex-deputado Major Fábio também critica a criação de uma nova comissão sobre o assunto. “Eu fui relator de quê?”.

Fonte:  Agência Câmara