quarta-feira, 7 de novembro de 2012

2ª CIA / 7º BPM PRENDE ACUSADOS DE ROUBO EM TOBIAS BARRETO.


pm1A 2ª Companhia do 7º Batalhão de Polícia Militar (2ª Cia/ 7º BPM), prendeu Adecivaldo Santos da Cruz Filho, vulgo Zulú, e Ramon Oliveira Santos na manhã da terça-feira, 7, no município de Tobias Barreto, distante 127 quilômetros da capital.

A dupla é suspeita de roubo a motocicletas na divisa dos estados de Sergipe e Bahia e foi presa durante operação conjunta da 2ª Cia/ 7º BPM e policiais civis da Bahia. Assim, Adecivaldo foi preso 
em sua residência, no bairro Padre Pedro, em Tobias Barreto, na posse de uma escopeta calibre 12 e a motocicleta usada nos assaltos.De acordo com os policiais, Ramon foi detido em via pública. A Operação foi comandada pelo capitão Ribeiro e culminou na condução dos acusados à Delegacia Regional de Itapicuru, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante.
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2ª CIA / BPGd PRENDE BAIANO SUSPEITO DE TENTAR ARREMESSAR CELULARES PARA DENTRO DO PRESÍDIO DE SÃO CRISTÓVÃO.


celulares recuperadosA 2ª Companhia do Batalhão de Guarda (2ª Cia/BPGd), prendeu na manhã desta quarta-feira, 07, o ex-presidiário Leandro Luiz da Cruz Machado, 26 anos, natural de Salvador/BA, suspeito de tentar arremessar aparelhos e carregadores de celulares para a área interna do Presídio de São Cristóvão.

A ação aconteceu por volta das 11h, quando uma guarnição composta pelo tenente Sobrinho e sargento Osman observou um homem em atitude suspeita do lado de fora do Complexo Penitenciário Drº Manoel Carvalho Neto.
Leandro Luiz da Cruz Machado"Ele estava com um saco plástico escondido no matagal escondendo aparelhos de celular e caregadores. Leandro Luiz tentava arremessar o material para a área interna do Complexo Penitenciário. Ele já teve passagem pelo sistema prisional sob a acusação do crime de porte ilegal de arma de fogo", mencionou o tenente Sobrinho. O caso foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de São Cristóvão.

PREOCUPANTES NÚMEROS DA VIOLÊNCIA EM SERGIPE.

Veja os dados

O Fórum Brasileiro de Segurança Pública apresentou ontem, 06 de novembro, juntamente com o Ministério da Justiça, os dados sobre a segurança nos Estados, referentes ao ano de 2011. Alguns dados chamam a atenção: o total de gastos no país com segurança pública subiu 14,05% e atingiu R$ 51,55 bilhões, na comparação entre os anos de 2011 e 2010.

O relatório mostra ainda que, enquanto os Estados elevaram os gastos em segurança pública, a União reduziu em 21,26% o investimento no setor em relação a 2010. Comparando os dois últimos anos, os números mostram uma queda na taxa de homicídios em 14 Estados, enquanto o número de assassinatos aumentou em 10 unidades da federação (incluindo o DF). Três Estados não apresentaram informações suficientes (PI, RR e RN).

Os seis estados mais violentos em 2011 -Alagoas lidera o ranking dos Estados com maior taxa de homicídios, 74,5 mortes por grupo de 100 mil habitantes. Em seguida aparecem Espírito Santo (44,8), Paraíba (43,1), Pará (37,5), Pernambuco (36,7) e Sergipe (32,1).

Sergipe - Os números de Sergipe são preocupantes. Os dados sobre os Crimes Violentos Letais Intencionais – CVLI, que engloba Homicídio Doloso, Latrocínio e Lesão Corporal seguida de Morte, aumentou de 667 em 2010 para 708 em 2011, fazendo com que o Estado se tornasse o 6º mais violento do país (33,9 CVLI por 100 mil habitantes).

Crimes Violentos Letais Intencionais – CVLI (2007 a 2011) - Em 2007 (524), 2008 (539), 2009 (593), 2010 (657) e 2011 (708), em números absolutos, ao calcularmos os crimes por 100 mil habitantes teremos em 2007 (25,8), 2008 (27,0), 2009 (29,4), 2010 (31,8) e 2011 (33,9)

Mortes a esclarecer - Embora tenhamos um dos melhores índices de elucidação de homicídios do país, assusta saber que ainda temos 416 mortes a esclarecer em 2010 e 456 em 2011.

Roubo a Banco - Embora os números absolutos pareçam pequenos, aumentaram de forma preocupante. Em 2010 foram 02 roubos a instituição financeira, 14 em 2011.

Roubo de veículos - Em 2010, 549 sergipanos tiveram seus veículos furtados, em 2011 esse número aumentou consideravelmente, chegando a casa dos 845 veículos roubados. Um aumento de 53,91%.

Total de roubos - No ano de 2010 foram registrados 6.522 roubos em Sergipe, 8.697 no ano de 2011, um aumento de 33,34%.

Estupro - No ano de 2010 foram registrados 292 estupros, já em 2011 foram registrados 325, um aumento de 11,30%.
Investimentos em Segurança Pública - O Estado investiu 705.346.013,34 em 2010, já em 2011 investiu 678.257.696,49, uma redução da ordem de -3,8% (números englobam folha de pagamento).

Fonte:  Blog do jornalista Cláudio Nunes

terça-feira, 6 de novembro de 2012

ASSESSORIA JURÍDICA DA AMESE CONSEGUE MAIS UMA ABSOLVIÇÃO DE UM ASSOCIADO.

A assessoria jurídica da área crimnal da AMESE, através do Dr. Márlio Damasceno, conseguiu a absolvição de mais um associado da entidade, desta feita do Sd. Marcelo Ferreira Chagas, que foi acusado da suposta conduta delitógena constante do art. 15 da Lei nº 10.826/03 e art. 150, parágrafos 1º e 4º do Código Penal, no processo nº 201271000192, que tramitou perante a Comarca de Itaporanga D'Ajuda.

Confiram abaixo a parte final da sentença que absolveu o associado:

Ação Penal Pública Incondicionada
Processo nº 201071000192
Autor: Justiça Pública
Réu: Marcelo Ferreira Chagas - Adv:  Bel. Márlio Damasceno Conceição - OAB/SE 2.150
Vítimas: George Andre Almeida de Araújo
Tipificação: Art. 15 da Lei 10.826/03 e Art. 150, §§1º e 4º, Inciso I do Código Penal.

SENTENÇA

Vistos etc.

...

A ilustrada defesa de Marcelo Ferreira Chagas, na oportunidade das alegações finais, requereu a improcedência da presente ação penal.

Os autos volveram-me conclusos para sentença.

Eis, no essencial, o relatório.

II – Fundamentação

Visam os presentes autos de Ação Penal Pública Incondicionada apurar a responsabilidade criminal do denunciado Marcelo Ferreira Chagas, por ter infringido o que dispõe art. 15 da Lei 10.826/03 e Art. 150, §§1º e 4º, Inciso I do Código Penal.

Sustenta o órgão ministerial em sua peça vestibular que no dia 16 de janeiro de 2009, por volta das 21:00 horas, a vítima, o Major da Polícia Militar George André Almeida Araújo, encontrava-se indo com sua família com destino a Praia da Caueira, neste Município, conduzindo seu veículo, quando precisou realizar uma ultrapassagem por um motoqueiro, após a ultrapassagem, o motoqueiro teria sentindo-se “trancado” pelo veículo conduzido pela vítima, ocasião em que empreendeu perseguições à mesma, e por fim, quando esta entrou na propriedade de sua família, o denunciado invadiu a propriedade, ocasião em que teria deflagrado 03 (três) tiros, deixando as marcas na porta do depósito. Que durante a perseguição passaram pelos policiais da CPRV que estavam fazendo blitz na rótula da Praia da Caueira, longo depois do ocorrivo o Major George André Almeida de Araújo retornou ao entroncamento onde se encontrava os policiais militares, e um dos policiais informou que o motoqueiro era o policial da Cia de Choque por nome de Marcelo Ferreia Chagas.

No caso em apreciação, extraindo-se da interpretação dos elementos contidos nos autos e submetidos a acurado exame, confrontando fatos, contrastando circunstâncias, daí converge a convicção de que não existem provas suficientes nos autos que apontam para o denunciado Marcelo Ferreira Chagas como autor da ação penal.

Ao ser interrogado, tanto em juízo, quanto em sede de inquérito policial, o Acusado negou a prática de tal delito, relatando que sequer conhecia a vítima, muito menos esteve nas proximidades do local do fato, pois no momento exato encontrava-se com sua esposa em um bar situado em Aracaju. Em defesa, foi informado que só fora acusado, em virtude de possuir uma moto semelhante a que fora utilizada no ato criminoso.

Corroborando com a versão apresentada pelo acusado vêm toda a prova testemunhal, sobretudo as declarações prestadas pelas vítimas, que apontam dúvidas a respeito da autoria de Marcelo Ferreira Chagas como sendo o autor do crime. As testemunhas arroladas em momento algum presenciaram a presença do Acusado no local onde fora praticado o delito, ou próximo a ele.

Para tanto, torna-se necessário transcrever parte do depoimento da vítima e testemunha colhidos em Juízo.
“[...] que não conhecia, tanto que no dia do ocorrido quando o policial da blitz da CPRV, falou pra mim, eu queria saber, até achei que era uma pessoa alta e quando chegou na minha frente um tempo depois não reconheci ele [...]” George André Almeida Araújo (vítima)-fl. 183.
“[...] eu não poço afirmar de forma alguma, que foi a pessoa do réu que eu estou vendo neste momento [...]”. Elias Linhares Lima (testemunha arrolada pelo MP), policial da CRPR – fl. 183.

Percebe-se que as declarações da vítima e testemunhas ouvidas em juízo, não souberam informar se realmente era o denunciado que estava na moto no momento do ato delituoso. Pairando dúvida acerca da autoria do acusado.

Portanto, na seara criminal, havendo dúvidas acerca da autoria, como no caso sob exame, em que o conjunto probatório é frágil e insuficiente a comprovar a autoria de Marcelo Ferreira Chagas de forma inquestionável, como narrado na denúncia, não há de se falar em édito condenatório, eis que diante do princípio in dubio pro reo. Nesta toada, encontramos jurisprudência firmada pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, a seguir transcrita:

Ementa: APELAÇÃO CRIMINAL. ROUBO MAJORADO. ABSOLVIÇÃO POR INSUFICIÊNCIA PROBATÓRIA. INCONFORMIDADE MINISTERIAL. PLEITO PARA CONDENAÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. AUTORIA DUVIDOSA. RECONHECIMENTO DO INDUBIO PRO REO. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. Hipótese dos autos em que, comprovada a materialidade, mas insuficiente para comprovar a autoria, eis que apenas foram apurados indícios, não há de se falar em édito condenatório. Contexto probatório que autorizaaplicação do indubio pro reo. APELO DESPROVIDO. (Apelação Crime Nº 70050636711, Sexta Câmara Criminal, Tribunal de Justiça do RS, Relator: José Antônio Daltoe Cezar, Julgado em 11/10/2012).(Grifei)

Isto posto, consoante as provas acostadas aos autos, verifico que não se pode extrair certeza acerca da culpabilidade do réu, opto pelo decreto absolutório, concedendo ao acusado o benefício da dúvida.

III – Dispositivo

Ao lume do expositivo, julgo improcedente a pretensão autoral, absolvendo o denunciado Marcelo Ferreira Chagas, qualificadas in follio, com fulcro no art. 386, inciso IV, do Código de Processo Penal.

Custas pelo autor.

P.R.I.

Após o trânsito em julgado desta decisão, arquivem-se os autos.

Itaporanga D’Ajuda, 01 de novembro de 2012.

BRUNA APARECIDA DE CARVALHO CAETANO
Juiz(a) de Direito

ENQUANTO ISSO A CANTORIA DA PERSEGUIÇÃO CONTINUA CONTRA OS COMPANHEIROS DE LUTA.

Charge feita por Clécio Barroso

PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DE PMs RESPONDE A MAIS UM PROCESSO.

São mais de 60 processos tramitando na Justiça contra sargento Edgar


Uma entrevista a um site de notícias em 2011 gerou mais um processo contra o presidente da Associação dos Militares do Estado de Sergipe, sargento Edgar Menezes. O caso tramita na 6ª Vara Criminal da Comarca de Aracaju (Vara Militar) e foi gerado devido às afirmações do militar de que os policiais estavam escravizados, não tinha uma carga-horária definida, além fazer supostas críticas ao então comandante geral da PM/SE, coronel Aelson Rezende.

Nesta terça-feira, 06, o presidente da Associação foi interrogado em audiência e ficou acertado que o próximo passo será ouvir as testemunhas de defesa. Mesmo não tendo data determinada para a nova audiência, se for sentenciado, sargento Edgar Menezes poderá responder por até dois anos de prisão.

Para sargento Edgar Menezes, a questão se instaurou porque ele afirmou que a Polícia Militar estava semi-escravizada, já que não tinha carga-horária definida, mas que até os cavalos da PM tinham horário de trabalho definido. “Coronel Rezende disse que eu tinha feito uma crítica a ele e instaurou um inquérito contra mim. É o legado que ele deixou: processado mais da metade da tropa”, afirmou.

Sargento Edgar não quis falar sobre perseguição contra ele, mas aponta que a legislação militar é ultrapassada. “São procedimentos que se ocorressem na vara comum, à legislação não permitiria isso. Quando alguém se sente insatisfeito, faz o que ele fez”, ressaltou.

Fonte:  F5 News (Sílvio Oliveira)

VIDA DE POLICIAL MILITAR NÃO É FÁCIL, SEJA EM SERVIÇO OU FORA DE SERVIÇO.

Fonte:  Pelicano/Abordagem Policial

COMO MATAR UM HERÓI?

Alguns podem falar que heróis têm vida eterna, outros que não sentem dor, que são invencíveis ou semideuses, mas pasmem! Isso tudo é utopia e não passa de mera ilusão.

Nos dias de hoje ser herói é humanamente impossível, no mínimo cômico, afinal, a sociedade quer alguém que se dedique com afinco as causas nobres do cotidiano? Ou reformulando a pergunta, as pessoas merecem alguém que lute com todas as forças pelo bem coletivo? Já não sei mais, há alguns anos atrás acreditava fielmente que sim, vendo as atrocidades de um povo doentio, pensei que poderia brincar de super-homem, dando à cara a tapa e buscando resolver os problemas do mundo, não importando se para isso criasse para mim um rótulo de intransigente ou ríspido demais.

Não me arrependo de nada, minha luta foi por uma causa justa, armas foram retiradas das mãos de marginais, condutores embriagados foram colocados aos montes no local onde não podem matar inocentes, madrugadas de sono foram perdidas para vigiar o patrimônio de alguém que trabalhou para construir uma vida, muito suor foi derramado as margens de estradas em abordagens a traficantes que insistem em destruir vidas humanas, saliva foi gasta tentando convencer vizinhos a chegar a um denominador comum e viver em comunhão fraterna, e quantas mulheres foram salvas das mãos de companheiros enfurecidos, sem contar as inúmeras vezes em que arrisquei a minha própria vida em beneficio de outrem, algo que se faz não por dinheiro ou status, mas sim pela vocação de alguém que acreditava no poder do bem, alguém que não via a hora de colocar o uniforme de super herói e combater o crim e com orgulho de dizer: sou policial!

Mas os dias vão passando, e você cada vez mais começa a perceber que por mais que faça o impossível, não é o suficiente, um sentimento de impotência inevitavelmente brota do peito e a vida começa a ensinar da maneira mais difícil que para um policial ser herói, ele precisa lutar contra forças ocultas de tamanha magnitude que jamais imaginaria quando iniciava na academia policial, poderes estes emanados das fontes mais variadas, seja interna ou externa, política ou burocrática, sem fronteiras quando o assunto é poder!

Caros colegas é triste, mas me sinto na obrigação de externar meus sentimentos, afinal, o que fiz até hoje na minha profissão foi tentando acertar, conheci pessoas incríveis, mas também tive o dissabor de conviver com hipócritas que vêem o mundo como um terreno de oportunidades, onde o esperto se sobressai ao cidadão honesto, e o que mais me frustrou foi perceber que nosso meio esta contaminado com uma praga muito mais devastadora do que qualquer doença terminal, chamada política.

Isso me matou! Não há possibilidade de sobreviver, quando se perde a esperança, perde-se tudo, podem me chamar de covarde, até de mercenário, por receber um ordenado no final do mês sem ao menos merecer um décimo daquilo, por que vou embora, aqui não é meu lugar, e não vai ser o lugar de ninguém que queira trabalhar honestamente a serviço das pessoas de bem.

Sabe de uma coisa, cansei de ouvir piadinhas por atos corruptivos de colegas, de ser odiado por fazer o certo, de ir às minhas folgas no Tribunal dar depoimentos intermináveis, de cumprir cargas horárias abusivas só porque falam que sou Militar e tenho que me submeter ao Regulamento, de ser punido por fazer o certo, de ser visto como uma ameaça a tropa por contestar as barbaridades cometidas, de deixar de lado a coisa mais importante que é a família para lutar pela causa dos outros. Não quero exigir aqui prêmios, medalhas, recompensas financeiras, ou reconhecimento midiático, apenas gostaria de aplicar a lei a todos sem distinção de classe social, pois afinal, o que diz nossa Constituição mesmo?

Deus, ajude-nos!

Heróis estão morrendo a cada instante...

* Recebido via e-mail de um policial que não quis se identificar.

Fonte:  Universo Policial

JUIZ QUE QUER SER CHAMADO DE DOUTOR RECORRE AO TJ DO RIO.

Está nas mãos do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidir se o juiz Antônio Marreiros da Silva Melo Neto deve ou não ser tratado por “doutor” pelos funcionários e moradores do edifício onde mora em Niterói, no Rio de Janeiro. Os autos estão com o condomínio, para apresentação de contestação.
Marreiros apelou da sentença do juiz Alexandre Eduardo Scisinio, da 9ª Vara Cível de Niterói. Scisinio entende que não compete ao Judiciário decidir sobre a relação de educação, etiqueta, cortesia ou coisas do gênero.
De acordo com o juiz Scisinio, “doutor” não é forma de tratamento, e sim título acadêmico utilizado apenas quando se apresenta tese a uma banca e esta a julga merecedora de um doutoramento. O título é dado apenas às pessoas que cumpriram tal exigência e, mesmo assim, no meio universitário.
Ele ressaltou, ainda, que o tratamento cerimonioso é reservado a círculos fechados da diplomacia, clero, governo, Judiciário e meio acadêmico, mas na relação social não há “ritual litúrgico” a ser obedecido.
O caso
A controvérsia sobre a forma de tratamento exigida pelo juiz começou no dia 26 de agosto de 2004. Como houve um vazamento no teto do apartamento, o juiz pediu ajuda de um empregado na portaria. O empregado se recusou a atendê-lo sem a permissão da síndica. Segundo o juiz, depois de uma discussão, o porteiro passou a tratá-lo pelo nome ou por “você” para desrespeitá-lo.
Segundo o juiz, o porteiro se dirigia a ele com “intimidade”, chamando-o de “você” e “cara”, enquanto chamava a síndica de “dona” Jeanette.
Leia a íntegra da sentença
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO COMARCA DE NITERÓI — NONA VARA CÍVEL
Processo n 2005.002.003424-4
S E N T E N Ç A
Cuidam-se os autos de ação de obrigação de fazer manejada por ANTONIO MARREIROS DA SILVA MELO NETO contra o CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO LUÍZA VILLAGE e JEANETTE GRANATO, alegando o autor fatos precedentes ocorridos no interior do prédio que o levaram a pedir que fosse tratado formalmente de “senhor”.
Disse o requerente que sofreu danos, e que esperava a procedência do pedido inicial para dar a ele autor e suas visitas o tratamento de “Doutor”, “senhor”, “Doutora”, “senhora”, sob pena de multa diária a ser fixada judicialmente, bem como requereu a condenação dos réus em dano moral não inferior a 100 salários mínimos.
Instruem a inicial os documentos de fls. 8/28.
O pedido de tutela antecipada foi indeferido às fls. 33. Interposto Agravo de Instrumento, foram prestadas as informações de fls.52.
Às fls. 57 requereu o autor que emanasse ordem judicial para que os réus se abstenham de fazer referência acerca do processo, sobrevindo a decisão de fls. 63 que acolheu tal pretensão.
O condomínio se manifestou às fls. 69/98, e ofertou cópia do recurso de agravo de instrumento às fls. 100, cujo acórdão encontra-se às fls.125.
Contestação do condomínio às fls. 146 e da segunda ré às fls. 247, ambos requerendo a improcedência do pedido inicial. Seguiu-se a réplica às fls. 275.
Por força de decisão proferida no incidente de exceção de incompetência, verificou-se a declinação de competência, com remessa dos autos da Comarca de São Gonçalo para esta Comarca de Niterói.
Em decorrência do despacho de fls. 303v, as partes ofertaram seus respectivos memoriais, no aguardo desta sentença.
É O RELATÓRIO.
DECIDO.
“O problema do fundamento de um direito apresenta-se diferentemente conforme se trate de buscar o fundamento de um direito que se tem ou de um direito que se gostaria de ter.” (Noberto Bobbio, in “A Era dos Direitos”, Editora Campus, pg. 15).
Trata-se o autor de Juiz digno, merecendo todo o respeito deste sentenciante e de todas as demais pessoas da sociedade, não se justificando tamanha publicidade que tomou este processo. Agiu o requerente como jurisdicionado, na crença de seu direito. Plausível sua conduta, na medida em que atribuiu ao Estado a solução do conflito. Não deseja o ilustre Juiz tola bajulice, nem esta ação pode ter conotação de incompreensível futilidade. O cerne do inconformismo é de cunho eminentemente subjetivo, e ninguém, a não ser o próprio autor, sente tal dor, e este sentenciante bem compreende o que tanto incomoda o probo Requerente.
Está claro que não quer, nem nunca quis o autor, impor medo de autoridade, ou que lhe dediquem cumprimento laudatório, posto que é homem de notada grandeza e virtude.
Entretanto, entendo que não lhe assiste razão jurídica na pretensão deduzida.
“Doutor” não é forma de tratamento, e sim título acadêmico utilizado apenas quando se apresenta tese a uma banca e esta a julga merecedora de um doutoramento. Emprega-se apenas às pessoas que tenham tal grau, e mesmo assim no meio universitário.
Constitui-se mera tradição referir-se a outras pessoas de “doutor”, sem o ser, e fora do meio acadêmico. Daí a expressão doutor honoris causa — para a honra —, que se trata de título conferido por uma universidade à guisa de homenagem a determinada pessoa, sem submetê-la a exame. Por outro lado, vale lembrar que “professor” e “mestre” são títulos exclusivos dos que se dedicam ao magistério, após concluído o curso de mestrado.
Embora a expressão “senhor” confira a desejada formalidade às comunicações — não é pronome —, e possa até o autor aspirar distanciamento em relação a qualquer pessoa, afastando intimidades, não existe regra legal que imponha obrigação ao empregado do condomínio a ele assim se referir.
O empregado que se refere ao autor por “você”, pode estar sendo cortês, posto que “você” não é pronome depreciativo. Isso é formalidade, decorrente do estilo de fala, sem quebra de hierarquia ou incidência de insubordinação.
Fala-se segundo sua classe social.
O brasileiro tem tendência na variedade coloquial relaxada, em especial a classe “semi-culta”, que sequer se importa com isso.
Na verdade “você” é variante — contração da alocução — do tratamento respeitoso “Vossa Mercê”.
A professora de linguística Eliana Pitombo Teixeira ensina que os textos literários que apresentam altas freqüências do pronome “você”, devem ser classificados como formais.
Em qualquer lugar desse país é usual as pessoas serem chamadas de “seu” ou “dona”, e isso é tratamento formal. Em recente pesquisa universitária, constatou-se que o simples uso do nome da pessoa substitui o senhor/ a senhora e você quando usados com o prenome, isso porque soa como pejorativo tratamento diferente.
Na edição promovida por Jorge Amado “Crônica de Viver Baiano Seiscentista”, nos poemas de Gregório de Matos, destacou o escritor que Miércio Táti anotara que “você” é tratamento cerimonioso. (Rio de Janeiro/São Paulo, Record, 1999).
Urge ressaltar que tratamento cerimonioso é reservado a círculos fechados da diplomacia, clero, governo, judiciário e meio acadêmico, como já se disse. A própria Presidência da República fez publicar Manual de Redação instituindo o protocolo interno entre os demais Poderes.
Mas na relação social não há ritual litúrgico a ser obedecido. Por isso que se diz que a alternância de “você” e “senhor” traduz-se numa questão sociolingüística, de difícil equação num país como o
Brasil de várias influências regionais.
Ao Judiciário não compete decidir sobre a relação de educação, etiqueta, cortesia ou coisas do gênero, a ser estabelecida entre o empregado do condomínio e o condômino, posto que isso é tema interna corpore daquela própria comunidade.
Isto posto, por estar convicto de que inexiste direito a ser agasalhado, mesmo que lamentando o incômodo pessoal experimentado pelo ilustre autor, julgo improcedente o pedido inicial, condenando o postulante no pagamento de custas e honorários de 10% sobre o valor da causa. P.R.I.
Niterói, 2 de maio de 2005.
ALEXANDRE EDUARDO SCISINIO
Juiz de Direito

Fonte:  Conjur

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

JULGAMENTO DE RITA LEE ACONTECERÁ EM ARACAJU NO DIA 08.

Advogado da AMESE estará atuando na defesa dos direitos dos associados que tiveram sua moral maculada
O julgamento da cantora Rita Lee sobre a acusação de desacato deverá acontecer na próxima quinta-feira, 8, no 7º Juizado Especial Cível do bairro Santa Maria, às 8h30. A informação é do advogado da Associação dos Militares do Estado de Sergipe (Amese), Plínio Karlo. A própria Rita Lee divulgou por meio de uma rede social no dia 1º que voltaria à capital sergipana, completando que o ‘circo está montado’.
De acordo com Plínio Karlo, a petição organizada pelos militares inclui informações divulgadas pela imprensa. “Reunimos declarações, vídeos, manchetes e áudios para provar que Rita Lee de fato utilizou palavras de baixo calão para se referir aos policiais. Durante a audiência, o depoimento dos militares será ouvido, assim como o da cantora, para que o juiz possa julgar a procedência da indenização moral requerida pelos policiais”, diz.
Ainda segundo o advogado, os militares serão beneficiados em caso de ausência de Rita Lee. “Se ela não comparecer, o processo será dado como revelia. Ou seja: as informações apresentadas pelos militares serão dadas como verdadeiras”, explica.
Sobre os rumores de que a cantora estaria prestando depoimento em Aracaju durante esta segunda-feira, 5, Plínio diz que a  informação não foi confirmada. “Duas ações estão correndo contra Rita Lee, uma na vara cível e outra na vara criminal. Minha responsabilidade se restringe à vara cível, mas a informação que eu tenho é que a audiência da ação criminal ocorrerá também no 7º juizado, na quinta-feira. Se de fato Rita Lee estiver em Aracaju hoje, é provável que esteja na delegacia da Barra dos Coqueiros” diz.
O delegado João Martins Cunha, responsável pela delegacia do município de Barra dos Coqueiros, refuta a informação. “A delegacia não tem nada a ver com este caso, e desde o começo o processo nunca nos disse respeito”, alega.
Fonte:  Infonet
AMESE, A ASSOCIAÇÃO QUE ESTÁ NA VANGUARDA DA LUTA PELOS DIREITOS DOS MILITARES SERGIPANOS

QUAL PARTIDO ESTÁ POR TRÁS DA MATANÇA DE PMs.

A pergunta que não quer calar: Qual o partido que está por trás do PCC? Quem financia esse grupo, além do tráfico, roubo, jogos de azar e o contrabando? Quais são os políticos que estão lucrando com o terror e tragédia alheia? A quem interessa um código penal defasado?

Fonte:  Blog do Anastácio

4ª CIA/ 8º BPCom APREENDE 10 TABLETES DE MACONHA PRONTOS PARA A VENDA NO INTERIOR DE UM ÔNIBUS.


A 4ª Companhia do 8º Batalhão de Polícia Comunitária (4ª Cia/8º BPCom) apreendeu 10 tabletes de maconha prontos para serem comercializados, durante uma abordagem a passageiros de um transporte coletivo, na noite do sábado, dia 3, no município de Barra dos Coqueiros.

A polícia realizava rondas ostensivas nas proximidades da entrada da cidade, quando foi informada por populares que, no interior de um ônibus de transporte coletivo, havia um grupo de jovens portando entorpecente, suspeitos de estarem armados. Os militares seguiram em direção ao veículo e o interceptaram, procedendo com ação de abordagem e revista aos passageiros.

“Inicialmente, fizemos buscas pessoais nos homens e fomos informados por passageiros que o indivíduo identificado como Marcos Vinicius Chagas de Santana, 21 anos, ao perceber a ação policial, correu em atitude suspeita em direção à cobradora de ônibus, mandando que esta guardasse uma volumosa quantidade de dinheiro no valor de R$ 1.380,00”, relatou um dos policiais militares que atenderam a ocorrência.

Durante as buscas no interior do veículo, a guarnição encontrou os 10 tabletes de maconha prontos pra venda. Foi verificado, ainda, que, embaixo dos pés de uma adolescente, encontrava-se a droga, além da quantia de R$ 210,00. O rapaz, a menor de idade e o dinheiro apreendido foram conduzidos à Delegacia Plantonista, onde o caso permaneceu à disposição da Polícia Civil.

CPRv APREENDE MOTOCICLETA ROUBADA NO ESTADO DE ALAGOAS.

A Companhia de Polícia Rodoviária Estadual apreendeu no domingo (04), na rodovia SE 170, município de Lagarto/SE, uma motocicleta HONDA CG 150 TITAN, placa MUQ 9862/AL, cor azul, ano 2008, com restrições de roubo e furto.

A motocicleta era conduzida por Adelson da Silva, que se envolveu em um acidente e foi levado para o hospital. Segundo levantamento efetuado pelos policiais da CPRv, o veículo possui restrições de roubo e furto originaria do município de Arapiraca, Estado de Alagoas.

O veículo se encontra no posto de fiscalização da CPRv, localizado no Povoado Colônia Treze, Lagarto/SE, e será posteriormente encaminhado a Delegacia Regional de Lagarto, a fim de serem adotadas as providencias necessárias.

Os telefones da polícia militar rodoviária para comunicação de urgências ou emergências são 198 ou 190.

GATI APREENDE ADOLESCENTES COM CRACK EM LARANJEIRAS.

O Grupo de Ações Táticas do Interior (Gati) apreendeu no domingo, 4, dois adolescentes que foram flagrados com 18 pedras de crack, uma trouxa de maconha e uma faca. O fato foi registrado no município de Laranjeiras.

Os PMs realizavam policiamento preventivo na localidade e observaram os jovens em atitude suspeita. Após abordagem, a droga e a arma branca foram encontradas.

Um dos adolescentes informou que comprou o material em Aracaju por R$ 60,00 para revender por R$ 160,00 durante um evento público realizado na cidade. O caso foi encaminhado à Delegacia Plantonista de Aracaju.

SEM CONCURSO PÚBLICO, POLICIAIS AMEAÇAM RETORNAR O MOVIMENTO TOLERÂNCIA ZERO.

“Não temos nada contra o nosso comandante que aliás tem feito o impossível para tentar manter a segurança. O problema é que a cada dia, o numero de militares fica cada vez menor e com isso, a nossa escala vai nos castigando. Vai chegar a um ponto que não teremos mais folga”, desabafa um praça.

Está cada vez mais complicado para o comandante da PM organizar as escalas de serviço, já que a cada dia o numero de militares disponíveis e aptos ao trabalho fica menor. Em outras reportagens, o FAXAJUon-line, mostrou que a todo mês, cerca de cinqüenta PMs vão para a reserva (aposentadoria). Em menos de três meses, foram mais 200 militares que se aposentaram, reduzindo ainda mais o efetivo que hoje não passa de 4 mil homens.

Essa situação tem gerado muita reclamação por parte dos praças, já que são eles que vão para as ruas combater o crime, e com a redução no numero de militares, a escala de serviço acaba reduzindo o tempo de folga deles. “Não temos nada contra o nosso comandante que aliás tem feito o impossível para tentar manter a segurança. O problema é que a cada dia, o numero de militares fica cada vez menor e com isso, a nossa escala vai nos castigando. Vai chegar a um ponto que não teremos mais folga”, desabafa um praça.

Recentemente um militar enviou à redação do FAXAJU, um e-mail onde ele reclama da escala de serviço, onde segundo ele, “eu saio de serviço hoje de manha e logo mais à noite sou obrigado a trabalhar novamente”.

Nesta quinta-feira (01), o BGO da PM publicou que mais 25 policiais militares haviam dado entrada com pedido de aposentadoria., inclusive eles já estão em férias e não retornarão.  Isso significa que são 25 homens a menos para trabalhar em uma escala que já está sacrificando o militar. “Vai chegar num ponto que nós vamos ter que voltar com o tolerância zero. O governo não sinaliza que vai realizar o concurso publico. Alem disso, mesmo que isso ocorra agora, esses homens só vão estar prontos para irem para rua daqui a uns seis meses. Não há mais tempo para nada, o governo precisa fazer alguma coisa”, afirma um PM.

A situação é ainda mais complicada no interior do estado, onde há municipios que apenas um policial militar é obrigado a fazer a segurança, alem de ser o responsável pelas delegacias. Isso ocorre principalmente porque o número de militares não é suficiente para atender a demanda.

Fonte:  Faxaju (Munir Darrage)

domingo, 4 de novembro de 2012

RITA LEE DEPÕE NESTA SEGUNDA EM ARACAJU.

A cantora Rita Lee vem a Aracaju nesta segunda-feira (05), onde irá depor sobre o incidente ocorrido em um evento na Barra dos Coqueiros, onde a cantora acabou desacatando policiais militares. Rita Lee fica dois dias em Aracaju e retorna na quarta-feira. À época, Rita Lee foi ouvida na delegacia plantonista e liberada em seguida.

Relembre o caso: Rita Lee fez seu show de despedida, na Atalaia Nova, e xingou os policiais que faziam a segurança por considerar ‘invasivo’ o tratamento com seu público.

Durante o show, Rita Lee, protestou contra a ação dos PMs que realizavam a segurança do evento, chegando a xingá-los. Ao final da apresentação a cantora foi detida por desacato a autoridade, sendo encaminhada à Delegacia Plantonista, onde prestou depoimento sendo liberada em seguida.

Em uma das interrupções durante o show que realizava na Atalaia Nova, na Barra dos Coqueiros, a cantora fez a seguinte declaração: “Seus cachorros! Coitados dos cachorros. Cafajestes! Vocês estão fazendo de propósito. Eu sou do tempo da ditadura, se pensa que eu tenho medo, p..! Venha aqui! Eu sou mulher. Mulher, queridos! Sou mãe tive três filhos, tenho uma neta, 67 anos, que que vocês vão fazer? É isso que vocês querem? Chamar a atenção? Eles querem chamar a atenção, querem cantar? É horrível! Eu tenho paranoia com esse tipo de coisa, por que isso? Por quê? Eu queria saber. Cadê? Cadê por escrito que vocês têm que fazer isso? Cavalaria aqui não, filho. De cavalo. Cavalo é um bicho delicado. Que isso? Não. Eu não vou esperar, esse show é meu, as pessoas estão esperando eu cantar. Não é a gracinha de vocês. Seus f... da p.... Agora venha aqui me prender”.

Ainda durante a apresentação, a cantora recebeu um mandado de intimação para comparecer à Corregedoria de Polícia, na manhã seguinte, o que não foi aceito por ela. Ao deixar o palco, Rita Lee foi detida e encaminhada à Delegacia Plantonista, onde prestou depoimento. Segundo o delegado Leogenes Correa, em seu depoimento, a cantora disse que toda a ação foi gerada pelo ‘calor das emoções’ e por ter achado truculenta e desnecessária a ação dos policias com seus fãs.

Fonte:  Faxaju (Munir Darrage)

RITA LEE VOLTA A SERGIPE PARA PRESTAR ESCLARECIMENTOS.

Cantora postou em uma rede social que estará em SE no dia 8


Julgamento será no dia 8 anuncia a cantora(Foto: Twitter)

Foi por meio da rede social que a cantora Rita Lee anunciou que supostamente estará de volta a capital sergipana. Rita postou que será julgada no dia 8 desse mês. Ao completar a frase a artista disse que o circo está montado. “Sou a palhaça das perdidas ilusões. ‘Polícia p/ quem precisa d polícia’, é meu mantra titânico d hj”, escreveu a cantora.
Em janeiro desse ano, a cantora foi encaminhada a delegacia em Aracaju sob a acusação de desacato. Durante apresentação em um show na Barra dos Coqueiros a artista reclamou que a Polícia Militar (PM) foi truculenta durante a apresentação e usou termos como “cachorro” e “cavalo” para se dirigir aos PMs que estavam trabalhando na segurança do evento.
Dez militares já assinaram a procuração disponibilizada pela Associação dos Militares do Estado de Sergipe (Amese) para o processo que está sendo movido contra a cantora Rita Lee, informou nesta tarde o presidente da entidade, o sargento Jorge Vieira. A artista se apresentou em Sergipe em janeiro e, na ocasião, acabou sendo levada até a Delegacia Plantonista sob a acusação de desacato.
O Governo do Estado preferiu não processar Rita Lee, mas o Ministério Público passou a investigar o caso. A Associação dos Militares do Estado de Sergipe (Amese) entrou na Justiça com processo contra a cantora. De acordo com a associação os policiais sentiram-se ofendidos com as declarações da artista.
A equipe do Portal Infonet entrou em contato com a produção da cantora por meio de email, mas até o fechamento da matéria nenhuma resposta foi encaminhada. A Infonettambém tentou contato com o advogado da Amese, Plínio Carlos, mas a informação é que ele está viajando.
Portal Infonet permanece a disposição por meio do jornalismo@infonet.com.br ou ainda            (079) 21068000 begin_of_the_skype_highlighting            (079) 21068000      end_of_the_skype_highlighting      .
Fonte:  Kátia Susanna

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

HOMEM ASSALTA UMA LOJA EM FRENTE AO QCG.

A falta de segurança para a população e principalmente para os empresários sergipanos tem sido motivo de muitas reclamações.  Os marginais começam a tomar conta dos municípios. Na noite desta quarta-feira, três elementos tentam assaltar uma barbearia e acabam ferindo um PM.

A ousadia dos marginais está cada vez maior. Uma loja localizada na rua Boquim, no centro de Aracaju foi assaltada inicio da noite desta quarta-feira (31), quando por volta das 17:30h, um elemento chegou em uma bicicleta e após entrar no estabelecimento de arma em punho, anunciou o assalto e acabou levando três aparelhos de telefone móvel, alem de uma certa quantia de dinheiro da proprietária e dos clientes.

Sem seguida o assaltante, como se tivesse certeza da impunidade, deixou o local e seguiu calmamente em sua bicicleta tomando rumo ignorado.

O que chama a atenção nesse episódio é a localização da loja, que está situada a pouco mais de trinta (30) metros do Quartel Central da Policia Militar, o QCG. A proprietária da loja vitima do assaltante ficou revoltada quando se dirigiu ao QCG em busca de ajuda. Segundo ela, “só tinha um idoso em frente ao quartel e nem ele pode me ajudar. Quando eu pedi ajuda, o senhor me disse que estava sozinho e que não poderia me ajudar”, reclamou a empresária.

Outra reclamação da comerciante foi sobre o atendimento do CIOSP. “Eu nem sei o que falar sobre o CIOSP. Eu só sei de uma coisa, o assalto aconteceu ontem no inicio da noite e estou até agora esperando. Quer dizer eu solicitei socorro do Ciosp na quarta e hoje é quinta e até agora nada”, contou ela.

Fonte:  Faxaju (Munir Darrage)

POR QUE POLICIAIS "MORREM MAIS" QUE CIDADÃO COMUM?

Algumas coisas parecem óbvias, desnecessárias de serem ditas, mas justamente por possuírem este estatuto acabam por ser desapercebidas e convenientemente ignoradas. Não é novidade que o grupo dos policiais é mais vulnerável a mortes não naturais do que as demais pessoas da sociedade, por motivos que parecem unânimes e evidentes, mas nem sempre estudados e considerado no desenvolvimento de políticas pública na área de segurança pública.

Após o levantamento parcial feito pelo jornal Folha de São Paulo, apontando que um policial morre a cada 32 horas no Brasil, vale a pena investigar quais são as peculiaridades da atividade policial que levam esses profissionais a estarem mais expostos do que outros trabalhadores:

Confrontos em Serviço

Esta parece ser a causa mais óbvia, pois até mesmo os filmes de Hollywood demonstram que policiais podem, durante o serviço, se confrontar com criminosos que estejam dispostos a fazer frente à força legítima do Estado. Nem sempre esta força incide de modo a evitar tragédias, e policiais acabam tombando assassinados no desempenho da função.

Represálias

Ser policial, muitas vezes, é contrariar interesses de pessoas mal intencionadas e interessadas em lucrar a partir da lesão ao outro. Quando a polícia intervém evitando que tais práticas se propaguem é possível que o criminoso tome a ação como “pessoal”, e resolva exterminar os responsáveis por frustrar seus negócios ilegais. Assim, policiais morrem, simplesmente, por terem cumprido seu papel.

Acidentes no exercício função

Em uma perseguição policial, ou num salvamento a uma vítima, o motorista de uma viatura às vezes se vê compelido a exceder os limites de velocidade e a desobedecer as normas de trânsito visando ter êxito em uma ocorrência. Há muitos casos em que acidentes graves e fatais ocorrem por causa desta exposição às vezes necessária. Também se enquadra neste caso acidentes com armas de fogo.

Reconhecimento fora de serviço

Um assalto está em pleno andamento quando um policial fardado, voltando do serviço, acaba sendo visto pelos criminosos, que resolvem investir contra o policial evitando qualquer rechaça a seus atos criminosos. O mesmo ocorre quando o policial é identificado por documentos, apetrechos em seu veículo etc.

Reação a assalto

Com a muito frequente ocorrência de roubos atualmente, não é difícil que um policial seja vítima dessa modalidade delituosa, e, no caso de estar portando arma de fogo, quase sempre a alternativa é reagir, correndo o risco do erro e consequente desfecho trágico.

Como se vê, existem pelo menos cinco motivos que expõem o policial à letalidade que o resto da população é imune. A pergunta que fica é sobre as medidas adotadas pelos governos para reduzir estas possibilidades, resguardando o máximo possível o direito dos policiais à vida.

Fonte:  Abordagem Policial (Danillo Ferreira)

TRÊS JOVENS ARMADOS INVADEM BARBEARIA E DISPARAM CONTRA UM POLICIAL MILITAR.

O número de assaltos, assassinatos e roubos, tem deixado a população sergipana assustada. Diariamente a policia tem registrado diversos assassinatos e roubos a motos e motonetas. Alem disso, o que se nota é que grande parte desses delitos estão sendo cometidos por adolescentes.

Uma tentativa de assalto ocorrido na rua Haiti, no bairro América, por volta das 23:00 horas desta quarta-feira (31), deixou um policial ferido. O fato aconteceu em uma barbearia onde o policial militar se encontrava.

As primeiras informações são de que três elementos fortemente armados, chegaram à barbearia e anunciaram o assalto. Um dos jovens invadiu o local apontando a arma para as pessoas e anunciaram o assalto, enquanto os outros dois ficaram na porta. O militar ao notar a ação dos elementos, puxou uma pistola ponto 40 e se identificou como policial.

Os elementos não respeitaram e dispararam contra o policial que acabou sendo atingido em uma das mãos. Em seguida os três dominaram o PM e após se apoderarem da arma do militar, fugiram sem deixar pistas.

O fato foi registrado na delegacia plantonista e a policia já iniciou as investigações para identificar os três elementos.

Fonte:  Faxaju (Munir Darrage)