quarta-feira, 25 de maio de 2011

ATENÇÃO MILITARES SERGIPANOS PARA CONVOCAÇÃO URGENTE DAS ASSOCIAÇÕES UNIDAS PARA AMANHÃ.

As Associações Unidas convocam todos os militares sergipanos da ativa, que estiverem de folga, os reformados e as pensionistas, para se fazerem presentes amanhã, dia 26, às 9 horas, na Assembléia Legislativa do Estado de Sergipe, para dizermos NÃO a mais um tratamento diferenciado e discriminatório entre a Polícia Civil e a Polícia Militar, em relação ao reajuste salarial.

Não é mais possível que nossa classe seja sempre colocada em segundo plano na segurança pública, visto que, se pretende agora, mais uma vez, tratar diferentemente tais polícias no tocante a novo reajuste.

MAIS UMA VEZ VAMOS MOSTRAR NOSSA FORÇA COMPANHEIROS. CHEGA DE HUMILHAÇÃO. A SEGURANÇA PÚBLICA É UMA SÓ E MERECEMOS O MESMO TRATAMENTO. VAMOS A LUTA NOVAMENTE!

PMs VOLTAM A FAZER MANIFESTAÇÕES NO DIA 2.

O anuncio feito pelo governo do estado de que cumprirá o que foi acordado com os delegados de policia, acabou gerando revolta junta aos policiais militares, que procuram a meses, uma audiência com o governador e não conseguem. A reivindicação dos PMs, é quanto a definição de carga horária, promoções, LOB e exigência de curso superior para o ingresso na corporação.

“Enquanto isso, o Governo do Estado não cumpre o que foi acordado com os militares sergipanos. Cadê a carga horária definida? Cadê o nível superior para ingresso na corporação? Cadê o ticket alimentação? Cadê a igualdade de tratamento na SSP? Parabéns aos Delegados pelo aumento que conseguiram, mas e nós? Mais uma vez vamos ficar em segundo plano? Nós merecemos e exigimos respeito”, reclamam eles afirmando que as reivindicações dos delegados são legitimas. “Os delegados estão corretos em suas reivindicações. O que nós estamos cobrando é que não haja mais discriminação com nossa classe”, defendeu Edgard.

Por conta disso, a assembléia geral marcada pelas Associações Unidas para esta quinta-feira, acabou sendo antecipada para hoje.

Durante o encontro dos representantes das Associações Militares, ficou definido uma Assembléia Geral no próximo dia 2 de junho, às 14 horas na quadra do Colégio Militar, onde será definido os atos públicos a serem realizados bem como as datas em que acontecerão.

Após o encerramento da Assembléia, os policiais militares sairão em passeata rumo à Assembléia Legislativa, cobrar apoio dos deputados. “Não é possível esperar mais. Chega de tanto descaso com nossa classe. Já que o governo não quer nos ouvir, então vamos para a rua mostrar a nossa força”, disseram os representantes das associações Unidas, sargentos Edgard Menezes e Jorge Vieira.

Fonte: Faxaju (Munir Darrage)

GOVERNO CUMPRE ACORDO FEITO COM DELEGADOS.

A categoria de delegados de polícia de Sergipe será a única a receber um aumento salarial diferenciado por conta de um acordo feito com o governador Marcelo Déda em 2008. Além dos 5,7%, concedido de forma linear aos demais servidores estaduais, os delegados terão mais 5%.

“Naquela época, eles próprios preferiram que o governador regularizasse uma gratificação de 40%, abrindo mão do reajuste de 5% concedido na ocasião. Somente agora o nosso governador está podendo honrar o acordo que fez e por isso irá conceder esses 5% a mais para os delegados”, explicou o deputado Francisco Gualberto (PT).

Por conta dessa atitude do governador, que honra um compromisso firmado com uma categoria, policiais militares ameaçam um protesto, falando até numa possível greve. Para Gualberto, não há motivo algum para isso, já que os próprios policiais, até agora, tiveram seus compromissos salariais todos honrados pelo Estado.

“Se essa atitude do governador gerar algum tipo de pandemônio, será de responsabilidade de quem promover”, disse. “O governador Marcelo Déda não costuma descumprir acordos. Se não o fez antes, foi porque não pôde. E os delegados, assim como os policiais militares, sabem muito bem disso. Portanto, não dá para desqualificar a atitude do governador fazendo certos tipos de ameaças”.

Francisco Gualberto também salientou que nesta quinta-feira a Assembleia Legislativa estará votando o projeto de lei que trata do reajuste dos servidores, 5,7%, justamente para que o pagamento possa ser efetuado com tranqüilidade já a partir de sexta. “Além disso, votaremos a lei que regulamenta o novo salário mínimo, mesmo ele já sendo pago pelo nosso governo desde janeiro”.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Nota: Enquanto isso, o Governo do Estado não cumpre o que foi acordado com os militares sergipanos. Cadê a carga horária definida? Cadê o nível superior para ingresso na corporação? Cadê o ticket alimentação? Cadê a igualdade de tratamento na SSP? Parabéns aos Delegados pelo aumento que conseguiram, mas e nós? Mais uma vez vamos ficar em segundo plano? Nós merecemos e exigimos respeito.

O GOVERNO DO ESTADO BAIXOU DECRETO PROIBINDO HORA EXTRA, SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO, ALÉM DE OUTRA DESPESAS ADICIONAIS DE PESSOAL, ENQUANTO ISSO, OS MILITARES SERGIPANOS PARECEM QUE SÃO ESCRAVOS, POIS TÊM QUE TRABALHAR, OBRIGADOS, MUITO ALÉM DO QUE SERIA LEGAL, BEM COMO, TÊM SEUS DIREITOS TOLHIDOS POR ESTE MESMO GOVERNO QUE SE DIZ DO TRABALHADOR.


SARGENTOS VIEIRA E EDGARD SERÃO PALESTRANTES EM AUDIÊNCIA PÚBLICA NA COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS.

SARGENTO JORGE VIEIRA FOI OUVIDO ONTEM EM MAIS UM IPM.

O Sgt. Jorge Vieira foi ouvido na manhã de ontem, 24, em mais um IPM originado ainda no comando do Cel. Pedroso, com o objetivo de apurar suposta irregularidade em mudança de estatuto da Caixa Beneficente, sob a alegação de que associados teriam assinado uma lista sem saber para qual intuito, cujo encarregado da apuração é o Cel. Vieira. Tal mudança visava principalmente a mudança de percentuais de desconto para pagamento, pois com a melhoria salarial adquirida durante o Movimento Tolerância Zero, tal desconto atingiria um patamar elevado, o que certamente acarretaria na desfiliação de muito sócios que ficariam insatisfeitos com o montante a ser descontado do seu soldo.

Prova de que o IPM à época foi mal concebido, é que também está sendo apurado um suposto envolvimento do Ten. Toledo, que nem sequer à época era gestor ou suplente de gestor da entidade. Outro fato que merece destaque é que, todas as listas de assinaturas possuíam cabeçalho informando a quem assinasse, para que seriam aquelas assinaturas.

Será que os dois militares que denunciaram não leram o que estava assinando? Afinal, todas as páginas possuíam cabeçalho. E HAJA IPM CONTRA OS COMPANHEIROS SGTS. VIEIRA E EDGARD.

BOMBEIROS RESGATAM CASAL NO LOTEAMENTO POXIM.

O rio Poxim transbordou e invadiu casas no lotemaneto nas proximidades da UFS. Um casal foi resgatado na manhã desta quarta-feira, 25

Loteamento ficou alagado (Fotos: Portal Infonet)

Momento da chegada das vítimas


Após conseguir completar a ligação por meio de um telefone celular para a patroa, Givanilde de Oliveira, 38, relatou a situação que ela e o marido estavam passando na manhã desta quarta-feira, 25. Os dois estavam em cima de um cajueiro, sendo picados por vários insetos, com os animais de estimação nos braços e observando as águas do rio Poxim invadir a casa em que moravam há quatro anos e arrastar todos os pertences.

Em poucos minutos do chamado, as equipes coordenadas pelo tenente Fábio Caldas chegou ao local [Ponte da Av. Marechal Rondon, nas proximidades da Universidade Federal de Sergipe] para dar início ao resgate que foi realizado com sucesso. O sargento Sinério Santos e mais dois mergulhadores de resgate entraram no rio em um bote, guiados por um irmão de uma das vítimas com a convicção que salvariam Givanilde, o marido e um senhor que morava em outra residência.

Em cima da ponte, curiosos, bombeiros, profissionais de imprensa e donos de sítios que tentavam salvar cavalos, porcos, ovelhas e galinhas, aguardavam com ansiedade o final feliz. E não demorou muito para o bote do Corpo de Bombeiros, guiado pelo sargento Sinério aparecer com as vítimas.

Nele, Givanilde sorridente acalentava alguém no colo que todos acreditavam ser um bebê. Mais uma surpresa: “Estou feliz, estamos vivos e ela também. ‘Zefa’ está salva. Graças a Deus e aos bombeiros”, comemorava Givanilde mostrando a tartaruguinha em uma mão e o coelhinho em outra. O marido carregava a cadela ‘Stephanie’.

Sufoco

À imprensa ela contou que nunca as águas do rio Poxim tinham subido tanto no loteamento localizado no município de São Cristóvão. “Ontem quando fomos dormir, a água já tinha invadido a nossa casa. Colocamos o colchão em cima da mesa e ficamos com os animaizinhos”, ressalta.

Como o nível da água conseguiu chegar até à mesa, o casal não teve outra opção. “A gente subiu no cajueiro. Tinha muita muriçoca e abelhas, mas o que estava dando medo mesmo era uma cobra que se aproximava. Quando amanheceu o dia comecei a ligar para a minha patroa até que Deus ajudou e a ligação completou. Ela avisou aos bombeiros que salvaram a gente”, afirma agradecendo em seguida.

Resgate

O sargento Sinério Santos contou o que viram quando chegaram à casa de Givanilde. “Fiquei impressionado. Eles não estavam nestas casas aqui da frente. A casa fica lá atrás, numa espécie de ilha e a água estava há quase dois metros, quase chegando na parte de cima da porta. Um lugar cheio de insetos, com muita cobra, mas graças a Deus conseguimos resgatá-los com vida, mas não conseguimos convencer um senhorzinho que estava em outra casa a vir com a gente e agora vamos comunicar à Defesa Civil, pois ele não quer deixar os animais e o nível da água na casa dele está subindo”, lamenta.

Primeira vez

D. Maria Cirila Santos mora no bairro América, mas tem um terreno com casa e cria alguns animais no Loteamento Poxim. Ela acompanhou apreensiva a operação de resgate. “Já conseguimos tirar o burro e o cavalo e meu genro está tentando retirar os porcos, as galinhas e a carroça. Tenho esta propriedade há dez anos e nunca tinha acontecido uma coisas dessas”, enfatiza.

Fonte: Infonet (Aldaci de Souza)

FIM DE JOGO.

O sistema de segurança pública assemelha-se a um campeonato de futebol. Ambos envolvem bastante dinheiro, geram muita repercussão na mídia, constituem motivos de fervorosas discussões cotidianas e são examinados por meio de demasiadas estatísticas. Por isso, faço uma análise metafórica sobre esses temas.

Os nossos estádios (comunidades) são bastante precários, mas palco de grandes espetáculos(crimes e prisões). Nosso campeonato tem vários times(Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Civil, Agentes Penitenciários, Guardas-Municipais, baderneiros, trombadinhas, bandidos pé-de-chinelo, traficantes, assaltantes, corja do colarinho branco etc) os quais disputam ferrenhamente jogos memoráveis.

A torcida(sociedade) se divide nessa contenda, ora exaltando um time, ora esculachando outro e vice–versa. Já os ambulantes(imprensa) não querem nem saber qual time está ganhando, a única intenção deles é vender os seus produtos. E os comentaristas?(sociólogos, criminólogos e psicólogos). Esses adoram dar pitaco durante as partidas, mas via de regra nunca entraram em campo.

Não poderia me esquecer do trio de arbitragem(Juiz, Promotor e Corregedor), sempre cuidadosos em fazer cumprir as regras do jogo(leis), todavia, amiúde erram em lances decisivos da partida.

Eu jogo no time da Polícia Militar. Nossa escalação é mais ou menos assim:

- No gol está a sentinela ou o rádio-operador: guardiões de nossas redes(quartéis), fazem de tudo um pouco e quando o time perde é um dos mais questionados pela torcida.

- Na zaga aparecem as equipes preventivas (GEPAR, PROERD, PATRULHA ESCOLAR): cuja missão é neutralizar o ataque dos adversários.

- O meio-campo é o COPOM: ligam todos os setores do time, cuidando do entrosamento dos jogadores durante as partidas.

- Nas laterais temos as Viaturas de Área: correm o campo todo feito loucos para suprir a demanda do goleiro, da defesa, do meio-de-campo e do ataque.

- No ataque estão ROTAM, GATE, GER, TÁTICO MÓVEL: bola na área (perigo iminente) é com eles. Com habilidade inigualável fazem o gol (prendem bandido). O time adversário treme diante de nossos goleadores.

Nossa comissão técnica (administração) costuma ter mais gente do que o plantel que entra em campo. De fato ali tem excelentes profissionais, cujo trabalho é o suporte para aqueles que disputam as partidas.

Por outro lado, na nossa equipe também tem profissionais que nós só sabemos que é do nosso time por causa do uniforme que vestem. Do contrário, passariam despercebidos como meros torcedores.

O nosso treinador (comandante) trabalha sob pressão. Se o time perder muito ele é o primeiro a cair. A presidência do nosso time (governo) disse que vai investir na equipe (comprar mais equipamentos, melhorar salários), o que aguardamos ansiosamente.

Que me desculpem os demais times, mas a minha equipe possui a maior torcida. Talvez seja porque somos nós que mais entramos em campo, porque nós temos mais raça, ou porque nós ganhamos mais jogos. De vez em quando até substituímos alguma equipe que se nega a disputar uma partida. Deve ser por isso que a nossa torcida é mais exigente, mais apaixonada e mais crítica, pois ela sabe que não consegue viver sem o time da Polícia Militar.

Historicamente, temos ganhado muitas partidas contra os times de trombadinhas, baderneiros, traficantes e assaltantes. Entretanto, dificilmente ganhamos um clássico (contra o time do colarinho branco). Ouso desconfiar que esse poderoso clube possua alguma influência junto ao trio de arbitragem. Alguns times desse campeonato (Polícia Civil, Polícia Federal etc) nem deveriam jogar contra nós, mas campeonato é assim mesmo: toda equipe quer estar em destaque, mesmo não havendo muita rivalidade entre os contendores.

Escrevo este texto ao final de mais um jogo. Hoje perdemos de goleada(dois assaltos, um estupro, um homicídio e ninguém foi preso). Agora, temos que levantar a cabeça, agradecer a Deus por ainda estarmos vivos na competição, trabalhar forte nos treinamentos e buscar o resultado positivo na próxima partida.

É desse jeito! A segurança pública é um campeonato infinito e de pontos corridos. Basta uma vitória simples na rodada seguinte e voltaremos para a ponta da tabela.

Texto escrito por Nivaldo de Carvalho Júnior, 2º Sgt, zagueiro do time da PMMG e bacharelando em Direito pelo Centro Universitário de Sete Lagoas

Fonte: Universo Policial

POLÍCIA, CIDADANIA E DIREITOS HUMANOS.

Para quem assimilou somente um traço repressivo da “defesa da ordem” em passado recente no Brasil, os valores da cidadania e dos direitos humanos podem parecer distantes da polícia, até mesmo antagônicos. Mas ocorreu uma rápida e perceptível mudança da realidade social e política no país de jovem democracia, assim como evoluíram na mesma velocidade os órgãos policiais que constituem parcela inseparável de sua sociedade. Apesar disso, por um inexplicável interesse em focar o passado e não mirar o futuro, muitos dos “novos-velhos” cidadãos não despertaram para o alvorecer da cortejada Constituição Cidadã que trouxe direitos e garantias individuais para todos, indistintamente.

No longo caminho de uma cidadania plena, diante das dimensões de exercício de direitos civis, políticos e sociais, também os policiais militares enfrentaram tempos difíceis: a maior parte do efetivo (todos os cabos e soldados) não podia votar até 1988 de acordo com a Constituição anterior, de 1967 (artigo 142). Passados os episódios do período de transição e a queda (implosão) “do muro” do famoso presídio da Zona Norte de São Paulo, ocorreram rápidas transformações dentro e fora dos intactos e centenários quartéis. A aproximação da Polícia com a Comunidade, marca da filosofia e também da estratégia operacional da Polícia Militar a partir da década de 1990, trouxe uma nova perspectiva que frutifica no século XXI, coroada por uma bem-vinda redução da criminalidade nos espaços em que se estabeleceu.


No consolidado Estado Democrático de Direito testemunha-se um promissor quadro institucional que valoriza a eficiência do órgão policial, por meio da gestão pela qualidade com uso de tecnologia aplicada à segurança pública; do serviço dirigido essencialmente ao cidadão, com a Polícia Comunitária; da promoção dos valores reconhecidos como Direitos Humanos de conquista universal do homem contemporâneo. Existe um firme propósito muito além do simples e frio “respeito” e um regular “cumprimento de normas”. Enfim, encontra-se o caminho iluminado e pavimentado com as melhores práticas e conceitos de humanização no atendimento ao público, em uma nova geração de profissionais formados para observar a essência da atividade policial que objetiva o bem comum, finalidade do próprio Estado nela materializado.

Prova de que a Polícia mudou juntamente com a sociedade é o fato de que, hoje, juízes eleitorais e servidores a serviço da Justiça Eleitoral reivindicam a presença dos agentes policiais cada vez mais próximos das urnas de votação durante os pleitos para a garantia da segurança dos trabalhos, ao passo que a legislação eleitoral em tempo recente havia preconizado “distância mínima” desse mesmo agente para evitar indevidas influências de quem lhes dava ordens. Também a emblemática escolta das urnas é confiada àqueles que outrora se pretendia manter longe dos centros das decisões. Finalmente, um último reduto daqueles que não queriam a presença do policiamento ostensivo no campus da USP, em São Paulo, parece compreender a sua necessidade e legitimidade de ação preventiva naquele espaço, depois de um trágico homicídio de um aluno.

No campo dos direito civis e sociais, a Polícia é Cidadã quando prioriza suas ações em defesa da vida, da integridade física e da dignidade da pessoa humana, com tratamento igualitário a quem quer que necessite dos seus serviços, sempre cuidando da segurança pública que é condição básica para qualquer atividade produtiva. A Polícia é Cidadã e promotora dos Direitos Humanos quando universaliza o seu “atendimento de emergência” ininterruptamente pelo telefone 190, amparando e socorrendo vítimas de toda sorte, não somente encaminhando viaturas para ocorrências puramente policiais. A Polícia é Cidadã quando seus agentes são capazes de se sacrificar em defesa da segurança de alguém que não o conhece pessoalmente, mas identifica nele o esforço legal pelo bem da coletividade. O bom policial é, sim, um idealista.

Superado o interregno de percepção de um órgão de defesa do Estado, a Polícia busca o reconhecimento como legítimo órgão defensor do cidadão e dos seus direitos individuais. A indispensável força policial que nasce junto com o Estado em qualquer sociedade tem na Declaração Francesa dos Direitos do Homem e do Cidadão, de 1789, preconizada sua missão perene: dentre os dezessete artigos aprovados no mês seguinte à Tomada da Bastilha – marco da Revolução Francesa – se encontra no artigo 12 a previsão da necessária criação de uma chamada “Força Pública” (Force Publique), para a sustentação da garantia dos direitos do homem e do cidadão. Independente do nome do órgão policial, a identidade resgatada não é nova, mas essencial para o bem de todos.

Texto escrito por Adilson Luís Franco Nassaro é Major PM Subcomandante do 32º BPM/I, região de Assis/SP.

Fonte: Abordagem Policial

PM EMPREGARÁ CERCA DE 2.350 HOMENS NO POLICIAMENTO DO FORRÓ CAJU.

A Polícia Militar do Estado de Sergipe, através do Comando do Policiamento Militar da Capital (CPMC), apresentou o plano de operações para o Forró Caju 2011 na manhã desta quarta-feira, 25, no auditório do Quartel do Comando Geral (QCG). O encontro foi aberto pelo tenente-coronel Enilson Aragão, comandante do CPMC, e reuniu representantes dos órgãos envolvidos na organização e execução da festividade junina. O capitão Gilberto Melo, chefe da Seção de Eventos do Comando do Policiamento Militar da Capital (CPMC), deu sequência à fala do oficial superior, expondo detalhes do plano elaborado pela Corporação.

Segundo o que foi estabelecido pelo CPMC, a Polícia Militar vai empregar cerca de 2.350 homens e mulheres durante os 12 dias do Forró Caju 2011. Como nos anos anteriores, na área interna da festa, os militares serão distribuídos em patrulhas, elevados de observação, nos portões de acesso ao evento e nas três cabines de desarmamentos montadas. A novidade desta 18ª edição da festa é que a PM também controlará as saídas de emergência, para evitar a entrada de pessoas por estes locais, fato que ocorreu no ano anterior.

O CPMC distribuirá parte do efetivo previsto para cada noite na área periférica da festividade. Nestes locais, policiais do 8ºBatalhão de Polícia Comunitária (8º BPCom), Companhia de Polícia de Radiopatrulha (CPRp), Esquadrão de Polícia Montada (EPMon), Grupamento Especial Tático de Motocicletas (GETAM) garantirão a segurança dos forrozeiros que estarão chegando e saindo da Praça de Eventos Hilton Lopes.

O planejamento estabelecido pela organização do evento prevê que a organização do trânsito ficará sob a responsabilidade da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), sendo de responsabilidade da Companhia de Polícia de Trânsito (CPTran), por meio do Serviço de Atendimento a Acidentes de Trânsito (SAAT), o atendimento aos acidentes que porventura ocorram no entorno da dos mercados municipais.

O CPMC enfatizou que após o término do evento não será permitida a permanência de carros de som, nem mesmo o uso de sons altos nos bares localizados no entorno da festa. O Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) estará na área coibindo tais abusos. Encerrando a explanação da PM, o capitão Melo apresentou o Termo de Compromisso que será firmado entre a Polícia Militar e os demais órgãos envolvidos no evento. O documento, que será avaliado e assinado por todos, traz as atribuições de cada parte e sela um acordo que garantirá o emprego satisfatório da Corporação no Forró Caju 2011.

Órgãos presentes

O evento reuniu representantes da PM, Corpo de Bombeiros Militar (CBM), Polícia Civil, Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), Fundação de Cultura, Turismo e Esporte (Funcaju), Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), Guarda Municipal de Aracaju e Serviço de Atendimento Móvel de Urgências (SAMU).

COMANDO DA PM RECEBE REPRESENTANTES DAS ASSOCIAÇÕES MILITARES.



Ouvir os anseios da tropa e informar as ações que o Comando tem executado na luta por melhores condições de trabalho para a Corporação. Com estes objetivos, o comandante geral da Polícia Militar do Estado de Sergipe, coronel Aelson Resende Rocha, recebeu representantes de sete associações militares no final da tarde dessa terça-feira, 24, no gabinete do Comando, no Quartel do Comando Geral (QCG).

As associações trataram de temas como carga horária, promoção de praças, Lei de Organização Básica (LOB), obrigatoriedade do nível superior para acesso à carreira policial militar, implementação da etapa alimentação, sendo que esta seria o depósito do valor referente à refeição diária do militar que está de serviço, o que substituiria os refeitórios presentes no QCG.

Após ouvir as solicitações, o coronel Resende informou que já estava ciente de alguns anseios ali elencados e vem tratando e encaminhando cada um deles para os setores responsáveis, a exemplo da LOB, que foi levada recentemente ao Procurador-Geral do Estado, Márcio Leite Rezende, pelo próprio comandante geral, na tentativa de dar celeridade à possível aprovação.

Durante a reunião, o coronel também informou que já oficializou junto ao secretário da segurança Pública, João Eloy Menezes, a necessidade da definição da carga horária para a tropa, e aguarda um parecer da SSP. Ao final do encontro, o oficial assumiu o compromisso de dar agilidade à avaliação de todas as solicitações expostas pelos representantes das associações.

Participantes da reunião

Compareceram ao encontro, coronel Genário dos Santos João, subcomandante da PM, coronel João Henrique Braz da Silva, chefe da 5ª Seção do Estado Maior (Relações Públicas), deputado estadual Samuel Alves Barreto, o sargento Jorge Vieira, o coronel Péricles, sargento Edgar e cabo Palmeira, da Caixa Beneficente, major Adriano Reis, da Associação dos Oficiais Militares de Sergipe (ASSOMISE), sargento Anderson Araújo, da Associação de Praças Militares de Sergipe (ASPRASE), subtenente Heliomar, da Associação de Assistência aos Militares, subtenente Ezequiel, da Associação de Subtenentes e Sargentos, cabo Bezerra, da associação de Cabos e Soldados, e a aluno do Curso de Formação de Cabos Svetlana Barbosa, da Associação Integrada de Mulheres da Segurança Pública.

Fonte:  PMSE

APÓS REUNIÃO COM O COMANDANTE DA PM, NEGOCIAÇÕES NÃO AVANÇAM E ASSOCIAÇÕES JÁ TRAÇAM NOVOS RUMOS EM BUSCA DE MELHORIAS PARA AS CATEGORIAS.

Deputado Capitão Samuel se fez presente à reunião defendendo os interesses da classe militar

Sargentos Edgard e Vieira, juntamente com representantes de outras associações reivindicando as melhorias prometidas para a classe e ainda não cumpridas

Na tarde desta terça-feira, 24, as associações militares de Sergipe, o deputado estadual Capitão Samuel (PSL), e o Comandante Geral da Polícia Militar, Cel. Aelson Resende reuniram-se no QCG – Quartel da Polícia Militar, localizado à Rua Itabaiana no Centro de Aracaju, para tratarem dos assuntos referentes aos anseios da categoria militar.

Após duas horas de reunião a portas fechadas, o sentimento de indefinição continua entre os representantes das associações. O Comandante da PM, disse que já oficializou o Secretário de Segurança Pública, João Eloy Menezes, sobre a necessidade da definição da carga horária da tropa e que já estudou diversas maneiras de escalas inteligentes para um melhor aproveitamento do efetivo, mas que até o momento não obteve nenhuma resposta. O cel. Resende, afirmou que só após resolver a situação da carga horária, poderá falar sobre a etapa alimentação, reivindicação também solicitada pela categoria.

Outro ponto abordado foi em relação à LOB – Lei de Organização Básica que tanto é cobrada pelos militares, o comandante alegou já ter ido a PGE – Procuradoria Geral do Estado, procurar saber sobre o andamento da LOB e disse está atento.

Para os representantes de classe, a reunião não trouxe nenhuma resposta para a categoria e que infelizmente continuarão em busca de novos diálogos. Na próxima quinta-feira, 26, as associações militares estarão reunidas na ASSOMISE - Associação dos Oficiais da Polícia e Bombeiros Militares de Sergipe, para deliberarem a data de uma nova assembleia geral com a categoria com a finalidade de voltarem às ruas mais fortes e mais unidos do que nunca.

O deputado capitão Samuel, apóia a decisão das associações militares e principalmente da tropa e disse que estará do lado dos companheiros de farda em qualquer situação.

Fonte: Assessoria Parlamentar (Chris Brota)

COMISSÃO DE SEGURANÇA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS VAI FAZER UM RAIO-X DAS POLÍCIAS.

Presidente da Comissão de Segurança Pública vai criar grupo de trabalho para fazer diagnóstico das polícias civil, militar, rodoviária, federal e das guardas municipais em todo o país.

O deputado Mendonça Prado, do DEM de Sergipe, informou que o grupo de trabalho vai apurar questões como o efetivo ideal, salários, carga semanal de trabalho e unificação das polícias.

Nesta terça-feira, a Comissão de Segurança Pública debateu a carga horária semanal dos policiais e as condições de trabalho das polícias no Brasil.

O presidente da Associação Nacional das Entidades de Praças Militares Estaduais, Pedro Queiroz, alertou para o perigo de uma falência da segurança pública.

"Não adianta a gente querer tratar de bons salários, ou de bom plano de assistência à saúde, se não reduzir a jornada de trabalho do homem. Tem que haver uma parceria entre estado, União, para poder suportar essa carga de modificações que tem que ser feita. E se não for feita, nós vamos entrar num colapso."

Pedro Queiroz disse ainda que o Brasil tem cerca de um milhão de policiais civis e militares, quando necessitaria de cerca de três milhões para atender à recomendação da ONU, de um policial para cada 250 habitantes.

Segundo ele, na maioria dos estados, os policiais não têm jornada fixa de trabalho. Pedro Queiroz acusou os governadores de usurparem a mão de obra do policial militar, que chega a ter jornada de 96 horas semanais.

Para o presidente da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais, Gilson Dias, a população não pode aceitar que o governo trate a segurança pública como um gasto, mas como um investimento em qualidade de vida.

O presidente da Comissão de Segurança Pública, Mendonça Prado, explicou que os deputados estão buscando, com as audiências, um diagnóstico correto da situação das polícias para apresentar uma proposta de segurança pública.

"Nós temos diversos problemas relacionados ao setor, como a questão do efetivo insuficiente, incompatível com o número de habitantes de cada estado. São cargas horárias que fazem do trabalhador de segurança um verdadeiro escravo, o que é um risco para a sociedade, porque é um trabalho que causa exaustão ao trabalhador."

O deputado Delegado Waldir, do PSDB de Goiás, autor do requerimento da audiência, alertou que o Brasil pode sofrer um colapso na segurança pública, justamente na ocasião de eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

Ele condenou jornadas de trabalho que considera desumanas, sem pagamento de horas extras ou adicional noturno aos policiais. Segundo ele, muitos desses profissionais passam a usar drogas e chegam até a cometer suicídio.

FONTE: Agência Câmara

terça-feira, 24 de maio de 2011

SEM ACORDO, PMs VOLTAM FAZER MANIFESTAÇÃO.

Após vários meses de luta, e muitas manifestações, a polícia militar conseguiu em parte as suas reivindicações junto ao governo do estado, porém o que ficou para ser decidido posteriormente, acabou caindo no esquecimento.

Durante as negociações que foram feitas no ano passado, ficou acordado com o governo, que seria definido a LOB, a carga horária dos PMs e a exigência do curso superior para o ingresso na corporação, o que não aconteceu.

Nos últimos meses, várias categorias foram recebidas pelo governo e abriu-se a negociação, ao contrário da polícia, que segundo os gestores e representantes de classes, houve varias tentativas, porem o governo não deu sinal verde para uma possível negociação.

No final da tarde desta terça-feira (24), o comandante da policia militar, coronel Rezende, convocou uma reunião com todos os gestores, presidentes de associações e representantes de classe da PM. O encontro aconteceu no QCG e o que era para ser resolvido, continua sem solução.

O gestor da Associação Beneficente, sargento Edgard Menezes, acompanhado do representante de classe, sargento Jorge Viera, participaram da reunião e embora tenham dito que o comandante foi muito gentil, ficou comprovado para todos os presentes que o comando não poderá atender as reivindicações. Segundo Edgard Menezes, “O comandante foi cortes, porém ele nos informou que não podia fazer muita coisa, já que quem decide é o governador. Nesses casos o poder do comandante é limitado”, explicou Edgard.

Edgard disse compreender a situação do coronel Rezende e recebeu com tranquilidade as explicações do comandante, porém isso não impedirá os PMs de irem para as ruas realizar uma grande manifestação. “Inclusive eu avisei o meu comandante. Se depender de mim eu, juntamente com o meu amigo sargento Vieira, iremos colocar a tropa na rua, para isso basta a tropa me acompanhar”, avisou Edgard.

O gestor aproveitou o encontro, para convocar para a próxima quinta-feira, uma reunião com todos os representantes das outras associações, quando será definida a data para a realização da manifestação.

Fonte: Faxaju (Munir Darrage)

CAPITÃO SAMUEL DEFENDE QUE CATEGORIAS CONTINUEM LUTANDO PELO QUE REIVINDICAM.

Em discurso realizado no grande expediente da sessão de hoje, dia 24, o deputado estadual Capitão Samuel (PSL) saudou as categorias de servidores públicos estaduais presentes à Assembleia Legislativa, em especial os professores, e ressaltou a importância de os movimentos continuarem e as pessoas permanecerem defendendo o que acreditam, independente de política e de governo. “Essa defesa controi a vida de uma pessoa. Infelizmente, a gente tem dificuldade de passar algumas ideias. E eu estou tendo dificuldade de passar algumas ideias”, disse.

O deputado informou que na próxima quinta-feira, os secretários de Segurança Pública e da Educação, João Eloy e Belivaldo Chagas, juntamente com a cúpula da polícia, estarão na reunião integrada das Comissões de Segurança Pública e Educação para tratar sobre a violência em geral e especificamente nas escolas.

Para o Capitão Samuel, existem problemas que se pode evitar, com conversa. O deputado disse que dividir é uma tática utilizada, mas que os professores continuem unidos. “Os professores e o Sintese estão de parabéns e não se dividam, porque dividindo é o início da derrocada. E a derrocada dos professores no Estado de Sergipe é o início da derrocada da educação e para quem mais precisa, principalmente, que é o pobre”, declarou.

Ele disse que não há como falar em educação quando tem pessoas que não estão sendo tratadas como deveriam. O deputado disse que, além dos professores, participam da comunidade escolar os vigilantes, os técnicos administrativos, pessoas que precisam ser observadas.

O deputado Capitão Samuel acrescentou que a questão dos professores é uma questão de legalidade, de justiça, “porque, se é lei, tem que ser cumprida”, completou, ao parabenizar o Sindicato dos Professores (Sintese) pelas duas ações na Justiça. “Porque, infelizmente os servidores do Detran foram tolhidos de um direito que eles têm, que é um direito do trabalhador, “Porque teve uma decisão judicial que declarou a greve ilegal. Porque se é um direito do trabalhador e não pode exercer, porque tem uma antecipação de tutela, quando vai exercer esse direito”, questionou.

Quanto aos servidores do Hospital da Polícia Militar, ele disse que recebeu a cópia de uma lei que o governador de Pernambuco sancionou há pouco tempo, na qual ele não só decidiu que o trabalho das duas polícias seria integrado como também unificou os salários. Enquanto isso, aqui em Sergipe, observou o deputado Capitão Samuel, servidores que fazem o mesmo trabalho no Detran, que trabalham no mesmo gabinete, recebem salários diferentes. “No HPM, tem enfermeiro militar ganhando duas vezes o que o enfermeiro do lado dele que é civil ganha, tendo a mesma carga horária e fazendo o mesmo serviço. O mesmo acontece com vigilantes, com alguns ganhando o dobro que outros. Então falta conversar, falta diálogo”, disse.

O deputado disse que é preciso reciprocidade dos secretários das pastas para negociar isso conversando com os sindicatos. “Isso é falta de conversa e não tem como aceitar”. Capitão Samuel disse que agora os delegados estão solicitando aumento e considera isso justo. Mas o gestor tem que analisar a situação. “Porque como é que pode dar [aumento] a um professor e a outro não, a um servidor do Detran e a outro não, a um policial e para outro não? Vai criar uma situação insustentável, para nós, para os servidores e para a população, que é quem sofre os efeitos da greve”, completou.

A deputada Ana Lúcia (PT) aparteou o pronunciamento e disse que é interessante comparar com outros Estados, como o deputado fez com relação a Pernambuco, mas observou que Sergipe ainda é o que melhor paga seus professores na região Nordeste. “Mas não queremos um retrocesso. Queremos melhorar e sermos exemplo”, disse.

Ela acrescentou que a diferença é muito grande. Ana Lúcia citou a declaração da professora Amanda Gurgel, do Rio Grande do Norte, que colocou que o salário do professor em seu Estado é R$ 930, enquanto em Sergipe é R$ 1.024, em início de carreira, já em Pernambuco transformaram em subsídio que do piso para o nível superior a diferença é de 7%. “Isso é um absurdo. Precisamos estar estimulando os professores e os servidores estaduais a estudar para melhorar sua qualidade da prestação de serviço”, disse, acrescentando que da forma como os governantes estão analisando a questão vai acontecer greve de professores por todo país.

O deputado Capitão Samuel disse que citou o caso de Pernambuco porque foi muito elogiada a forma de gerenciar a segurança pública lá. Mas, disse ele, com relação a continuar lutando e ter apoio desses sindicatos com relação à luta, ele disse que vai permanecer fazendo o seu papel de acordo com as pessoas que acreditaram na sua luta. “Eu cheguei aqui através de uma luta, pelo reconhecimento de uma luta. E aqui nós temos que fazer o nosso papel de acordo com essas pessoas que acreditaram nela e que acreditaram que colocando aqui um deputado ele ia continuar na mesma luta, independente do governante do momento. E é isso que vamos continuar fazendo aqui”, garantiu, acrescentando que todas as categorias continuem na luta e contem com seu apoio.

Fonte: Alese

CAPITÃO SAMUEL: FUNCIONÁRIOS DO HPM SÃO ENJEITADOS.

Na manhã desta terça-feira, 24, o deputado estadual Capitão Samuel (PSL), ocupou a tribuna no pequeno expediente para explanar os problemas enfrentados pelos funcionários do HPM – Hospital da Polícia Militar de Sergipe. Mais de 100 funcionários lotaram as galerias da Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe para protestarem os baixos salários e a falta de perspectivas de mudanças para a categoria.

Samuel Barreto disse que atualmente os 160 funcionários do HPM estão numa situação de indefinição. “Os funcionários do HPM não sabem se são da Polícia Civil, se são da Polícia Militar, se são da Saúde, se são da Secretaria de Segurança Pública, na verdade eles são os filhos enjeitados, ninguém quer ser o pai, eles também não sabem se são das fundações, parecem filhos enjeitados, não tem direito a leite, não tem direito a comida”, afirmou o deputado.

Segundo o parlamentar, o secretário de Estado da Saúde, Antônio Carlos Guimarães, fez um acordo com o diretor do HPM, Tenente Coronel Lyncoln, para que o Estado utilize o Hospital da Polícia Militar de Sergipe para servir de maternidade por conta da falta de leito em relação a quantidade de vagas que tem no Estado. “Será mais um ônus que os servidores do HPM vai arcar. E o bônus?”, indagou o capitão Samuel.

O deputado capitão Samuel enfatizou a reunião que teve com o secretário de Articulação com os Movimentos Sociais e Sindicais, Chico Buchinho, e a falta de resposta em relação a situação dos funcionários do HPM. O parlamentar criticou a postura do secretário em relação a alguns servidores que estão na mesma situação. “Por que levar e não resolver não adianta, a exemplo dos servidores do Detran que tiveram resposta de boca, isso não existe”, criticou o deputado.

Fonte: Assessoria Parlamentar (Chris Brota)

SERVIDORES DO HPM PEDEM APOIO AOS DEPUTADOS.

Trabalhadores civis cobram uma gratificação ao Governo do Estado há mais de quatro anos

Servidores do HPM na Assembleia (Fotos: Portal Infonet)

Como anunciaram, os servidores civis do Hospital da Polícia Militar de Sergipe (HPM) lotaram as galerias da Assembléia Legislativa na manhã desta terça-feira, 24. A categoria solicitou apoio aos deputados para que possam sensibilizar o Governo do Estado a enviar para a Assembleia Legislativa, projeto de lei concedendo uma gratificação para médicos, enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem, além de outros profissionais.

De acordo com a auxiliar de enfermagem, Joselita Teles, há muito tempo os servidores reivindicam a gratificação. “Para se ter uma idéia, eu estou recebendo R$ 520. Nós somos servidores do Estado cedidos ao Hospital da Polícia Militar, ninguém assume a gente e com isso, os salários vão ficando cada vez mais defasados, sem que o Governo envie o projeto concedendo a gratificação para melhorar os salários”, ressalta a auxiliar de enfermagem.

O anestesiologista Amando Santiago informou que a categoria entregou um anteprojeto de lei aos deputados Angélica Guimarães (PSC) e Capitão Samuel (PSC) reivindicando a gratificação. “Esperamos que eles possam conversar com o governador sobre as nossas reivindicações, pois no primeiro semestre do ano passado, o governador mandou um projeto para a assembleia concedendo a gratificação para os servidores do IML e do HPM, mas na última hora, já na redação final, ele retirou. No segundo semestre o projeto também foi retirado e a informação extra-oficial é de que foi por conta do período eleitoral, mas que em janeiro retornaria e até agora nada”, lamenta Dr. Amando Santiago.

Ele informou ainda que são 35 profissionais de nível superior, 40 de nível médio, 85 de nível operacional, num total de 160 servidores civis do Hospital da Polícia Militar de Sergipe, aguardando o benefício. “Para atender todos os trabalhadores com a gratificação, o impacto na folha será de R$ 95 mil reais”, ressalta lembrando que para o nível superior, a gratificação é de R$ 1.260, para o nível médio, de R$ 600, para o nível básico, fica R$ 400 para atividade fim e R$ 300 para atividade meio.

Fonte: Infonet (Aldaci de Souza)

O CAMPEÃO BRASILEIRO DE TROTES CONTRA A POLÍCIA.

A Polícia Militar que trabalha de forma ostensiva e busca a preservação da ordem pública, atua com rondas pelas cidades, abordagens, blitz e ainda com atendimentos de ocorrências via 190. Em média, 70% das ocorrências são via denuncias, mas nem sempre elas são verdadeiras, são os chamados trotes, que além de prover perda de tempo aos policiais e prejuízo ao erário público, pode deixar de salvar vidas ou de se prender perigosos bandidos.

Um trote pode ocupar de 1 a 3 minutos do atendente e se uma viatura for encaminhada a essa ocorrência inexistente, serão perdidos entre 10 e 20 minutos. Esse tempo é precioso para quem realmente está precisando da ajuda policial.

O problema do trote contra a Polícia que também fora tratado no programa televisivo FANTÁSTICO da Rede Globo, em 22//04/2011, mostrou essa situação criminosa em vários estados do nosso país com índices superiores a 30% das ligações ao 190 e destacou o maior passador de trotes do Brasil, o campeão em trotes contra a Polícia, um sergipano.

Tal caso inusitado refere-se ao cidadão Jose Uilson dos Santos, cujo Inquérito Policial estava sob a minha responsabilidade, mas já fora encaminhado à Justiça. Consta da documentação acostada aos autos que o suspeito teria efetuado 206.449 ligações para o 190 da PM, no período aproximado de um ano. É bem verdade que tal número exorbitante, apesar de ser oficial e fornecido pelo CIOSP não é de todo composto de trote, vez que, em boa percentagem, os atendentes aos reconhecerem a voz do criminoso, desligavam o telefone sem lhes dar atenção, mas, contudo tais ligações eram contabilizadas como sendo trotes. Assim, com certeza, esse número pode ser abatido em mais de 60% para ser mais exato, o que não deixa de ser um recorde de trotes efetuado por uma só pessoa em citado tempo.

A sua detenção somente ocorreu no dia em que o suspeito deixou de usar o telefone celular para ligar de um aparelho público e, ao efetuar 22 ligações para o 190 fora rastreado, localizado e preso em flagrante delito pela Polícia Militar, em 03 de março de 2011.

Depois da sua prisão e soltura, ocorridos no mesmo dia, em entendimento e decisão do Delegado plantonista, em virtude de ser o crime tipificado como de menor potencial ofensivo, o suspeito ficou alguns dias sem dar um trote sequer. Entretanto, a partir de 25 de março passado, voltou a delinqüir no mesmo crime, desta feita em menor intensidade, ligando de aparelhos de telefonia celular pré-paga ou de telefones públicos diversos.

O delinquente, quando detido, confessou e confirmou a sua autoria delitiva, inclusive na imprensa, discorrendo que começou a passar trotes para a Polícia a partir de março de 2010, a título de brincadeira e que sentia prazer em ouvir os atendentes do CIOSP sempre o alertar para o problema que TROTE ERA CRIME. Alegou que o seu objetivo principal com os milhares de trotes efetuados era fazer o maior número de ligações possíveis para mostrar aos seus colegas que poderia atingir o recorde de 80.000 telefonemas falsos, recorde esse, que certamente fora atingido e até ultrapassado, levando-se em conta os 40% das 206.449 ligações como sendo efetivamente consideradas trotes, conforme expliquei anteriormente.

Assim, o citado cidadão responde pelo crime capitulado no artigo 340 do Código Penal que trata, especificamente, da comunicação que é falsamente levada ao conhecimento da autoridade que seria competente para apurar o delito ou a contravenção penal se fossem verdadeiros, cuja pena ao seu transgressor é de detenção de 1 a 6 meses, ou multa.

Objetiva o tipo penal, manter o bom andamento da administração da justiça, no sentido de garantir-lhe seja suas diligências desenvolvidas somente no que realmente for necessário, asseverando a eficiência dos trabalhos e mantendo o prestígio relativo aos serviços prestados, não perdendo tempo com investigações ou diligencias inúteis em função de fatos irreais.

É de fácil entendimento que o passador de trotes também praticou o crime continuado capitulado no artigo 71 do Código Penal o que lhe dá um aumento de pena de um sexto a dois terços, vez que, configura-se tal conduta, quando o agente pratica dois ou mais crimes da mesma espécie, mediante ação ou omissão, animado pelas condições de tempo, espaço, circunstâncias, modos de execução, que o estimulam a reiterar a mesma ilicitude, de maneira a constituir todas elas um só conjunto delitivo. No caso em tela o suspeito praticou milhares de crimes da mesma espécie comprovando o entendimento do legislador.

Da lição do esdrúxulo sergipano campeão de trotes que trás, acima de tudo, grave prejuízo para a própria sociedade, resta comprovada, que campanhas educativas e preventivas no sentido de evitar esse crime contra a administração da Justiça, devem ser constantes em todo o Brasil, pois além de tudo, demonstrou o delinquente com sua reprovável ação, não ter consideração alguma com a força pública ou leis do nosso país, mas total desprezo.

Texto escrito e enviado para este blog por Archimedes Marques (delegado de Policia no Estado de Sergipe. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Pública pela UFS) - archimedes-marques@bol.com.br

ATENÇÃO MILITARES SERGIPANOS, HOJE REUNIÃO DAS ASSOCIAÇÕES COM OS COMANDANTES GERAIS DA PMSE E CBMSE.

Convocamos os colegas militares sergipanos, da ativa que estiverem de folga, os reformados e as pensionistas, para se fazerem presentes hoje à tarde no Q.C.G., às 15 horas, na lateral da Rua Boquim, para prestarem apoio aos companheiros representantes da classe, que estarão reunidos com os Comandantes Gerais para tratar de reivindicações de extrema importância para a Polícia e Bombeiro Militar, como definição carga horária, nível superior para ingresso nas corporações PM e BM, LOB, vale alimentação e tratamento igualitário na SSP.

BATALHÃO ESCOLAR QUE FOI EXTINTO FACILITAVA A PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA, DIZ PROMOTOR.

Promotor Fausto Valois fala da falta segurança e outros entraves na Educação em SE

Titular da Promotoria dos Direitos à Educação, o promotor Fausto Valois comenta, nesta entrevista, sobre a situação preocupante de escolas em Sergipe. O promotor destaca temas como as instalações precárias dos estabelecimentos, a violência e ainda a clandestinidade, presente, segundo ele, tanto em escolas privadas como públicas. E acentua a atuação do MPE no combate a essas questões. Confira:

Universo Político.com - Qual a insegurança que mais preocupa o Ministério Público nas escolas de Aracaju? A violência ou as instalações físicas? Por quê?
Promotor Fausto Valois - Ambos os problemas são preocupantes. Tanto a violência quanto a precariedade nas instalações físicas das unidades de ensino têm merecido especial atenção desta Promotoria de Justiça dos Direitos à Educação, pois põem em risco a integridade física de alunos, professores e funcionários. Desse modo, com vista a minimizar tais impasses, este órgão ministerial tem instaurado diversos procedimentos e realizado inúmeras audiências. Várias escolas foram reformadas por conta da junção de esforços com o Estado, V.G., Djenal Tavares Queiroz, Atheneu Sergipense, John Kennedy, João Paulo II. Em relação ao Município essa Promotoria de Justiça têm realizado audiências, concedido prazos e adentrado com diversas ações para melhorar estrutura das escolas, inclusive no que diz respeito à qualidade da educação, adotando medidas para garantir que professores formados lecionem ao invés de estagiários. O Ministério Público tem realizado reuniões para tratar de questões pontuais de violência e também tem procurado fomentar a formação de um grupo de prevenção e combate a violência. Nesse grupo, no intuito de reduzir ocorrências, representantes de diversos setores da sociedade desempenham ações de prevenção e apoio as escolas. Tal iniciativa está sendo adotada desde 2008 e vem sendo desenvolvida por representantes da SEMED (Secretaria Municipal de Educação de Aracaju) e da SEED (Secretaria Estadual de Educação de Sergipe).

UP - Os casos de insegurança ocorrem mais nas escolas públicas ou privadas?
F. V. - Quanto a questões ligadas a segurança, as escolas públicas têm se mostrado mais desprotegidas se comparadas com as unidades de ensino da rede particular. O Batalhão Escolar, segundo representantes da comunidade, facilitava as ações de prevenção e apoio nos casos de violência, contudo a extinção deste grupo especializado dificultou o contato das direções de escolas com a polícia ostensiva.

UP - Nas instalações físicas a situação é grave? Que exemplos o senhor destacaria?
F. V. - Problemas de instalação física são geralmente graves, pois, como já dito, põe em risco a integridade física das pessoas. No momento, não temos conhecimento de situação que mereça atenção, sem que o Estado tenha tomado providências para evitar acidentes. Fato que nos preocupava era a precariedade da quadra de um Colégio Estadual, no bairro Aeroporto, que foi interditada pela SEED, bem com a cozinha de outra instituição pública estadual, que também foi interditada pela SEED, enquanto se providencia adequações necessárias para que funcione de modo apropriado.

UP - De que forma o MPE tem contribuído para sanar estes problemas?
F. V. - Inicialmente, tentamos sanar tais entraves extrajudicialmente, por meio da realização de audiências públicas e firmando termos de ajustamento de conduta, que nada mais é que uma junção de esforços para encontrar uma solução rápida, eficaz e madura para as situações que necessitam de resolutividade. É a essência do princípio da eficiência. Todavia, caso a problemática perdure e não haja o ânimo de concertar uma solução, ingressamos com ações civis públicas para que o próprio Judiciário determine as providências a serem adotadas.

UP - Quais problemas ainda estão pendentes com o MPE?
F. V. - Além da insegurança nas escolas e da clandestinidade de algumas unidades educacionais, toda e qualquer sorte de ocorrência no que tange a educação é objeto de atenção e exame desta Promotoria de Justiça, a exemplo de alocar crianças e adolescentes em instituições de ensino e investigar a ocorrência de irregularidades na aplicação de verbas destinadas a educação. Enfim, nos termos do art. 1º, inciso VI, da Resolução nº 010/2009 - CPJ, de 14 de outubro de 2009, a Promotoria de Justiça dos Direitos à Educação possui atribuição para a defesa dos direitos sociais e individuais indisponíveis e dos interesses coletivos e difusos na Comarca de Aracaju no tocante a defesa dos direitos à educação.

UP - Pode-se afirmar que os fatores que contribuem para as situações citadas aqui nas escolas é a desorganização ou a falta de políticas públicas para a educação?
F. V. - A SEED tem passado por uma grande transformação nos seus quadros de funcionários. Imagine receber em sua casa mais de três mil funcionários novos. Realizar levantamentos do quantitativo de cargos e de professores; reestruturar-se para adequar-se aos princípios constitucionais da Publicidade, Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Eficiência. É um desafio diário. A organização deve ser o foco do administrador público e tenho certeza que neste sentido é que a SEED tem labutado, mas há necessidade de enfrentar desafios, que surgem a todo momento. No tocante a rede municipal de ensino vislumbramos que há necessidade de ampliação de seu atendimento, para cumprir o que foi instituído pela Emenda nº 59/2009, que prevê o ensino obrigatório e gratuito a partir dos 04 anos de idade. Para tanto, a rede municipal deverá ser preparada para a demanda presente e a surgente, principalmente, com a ampliação progressiva da obrigatoriedade da Educação Básica até 2016.

UP - E a questão das drogas nas escolas, é possível evitar? Qual o caminho?
F. V. - Atualmente o uso das drogas tem sido cada vez mais frequente entre jovens e até mesmo entre crianças. É um problema grave que tem assolado toda a sociedade. Só uma força tarefa formada pela atuação, em conjunto, da família, da sociedade e do Estado podem vencer esse mal. Uma educação de qualidade, que gere nos educandos uma expectativa de crescimento pessoal e profissional, pode ser apontada como uma das alternativas às drogas. O acompanhamento diário dos filhos em suas atividades escolares e nas do dia a dia é fundamental para evitar que o jovem seja desviado do caminho da formação de um cidadão. A participação da Escola preenchendo a FICAI (Ficha de Controle do Aluno Infrequente), instituída pela Portaria 501/2001, é fundamental para que o aluno seja acompanhado pela instituição de ensino e nos casos de infrequência os pais sejam comunicados e, caso não se resolva a situação, acionado o Conselho Tutelar e nos casos de recalcitrância seja comunicado ao Ministério Público para adoção das providências legais.

UP - As autoridades políticas e policiais têm se preocupado em resolver o problema?
F. V. - As autoridades, de um modo geral, têm se mostrado preocupadas e dispostas a resolver tal questão.

Escolas clandestinas

UP - Como está a situação das escolas clandestinas em Aracaju? E quantas existem atualmente?
F. V. - O número de escolas irregulares poderá ser fornecido pelo Conselho Estadual de Educação, diante mão podemos informar que todas as instituições irregulares são orientadas pelo Ministério Público a encerrarem suas atividades, até que se regularizem perante o Conselho Estadual de Educação. Nos casos de não acatamento da Recomendação do Ministério Público são adotadas providências cíveis, criminais e comunicado aos pais, Conselho Tutelar e aos responsáveis que a instituição não tem Autorização de Funcionamento.

UP - Desde quando o Ministério Público iniciou esta apuração, e como está acompanhando esta situação?
F. V. - Ao tomar ciência de que estabelecimentos de ensino funcionam desrespeitando as normas legais este órgão ministerial realiza procedimento preparatório, instaura inquérito civil, formaliza reclamação, ingressa com ação civil pública, firma termo de ajustamento de conduta, promove audiências públicas e requisita Inquérito Policial, quando da existência de indícios de conduta delitiva.

UP - Qual a punição para estas escolas, principalmente as que continuarem na clandestinidade?
F. V. - Os dirigentes desses estabelecimentos que funcionam na clandestinidade podem ser responsabilizados civil e criminalmente.

UP - A clandestinidade ocorre mais nas escolas Públicas ou Privadas? Por quê?
F. V. - A existência de escolas irregulares acontece tanto na rede pública como na rede particular. Vale ressaltar que O DIES (Departamento de Inspeção Escolar) e o CEE (Conselho e Estadual de Educação têm feito um trabalho meticuloso e muito exitoso de fiscalização da regularidade de instituições de ensino. Por fim, registro também o trabalho da UCME(União dos Conselhos Municipais de Educação), fomentando a instalação e funcionamento de Conselhos Municipais de Educação no Estado de Sergipe.

UP - Qual a orientação do Promotor Luis Fausto, a respeito da clandestinidade, para os alunos e seus responsáveis?
F. V. - Oriento aos alunos, pais, responsáveis e qualquer do povo que ao tomar conhecimento, ou ao menos desconfiar, que algum estabelecimento de ensino esteja funcionando de forma irregular procurem os Conselhos Estadual e/ou Municipal de Educação e/ou esta Promotoria de Justiça dos Direitos à Educação para que sejam adotadas as providências pertinentes, para cessar as atividades não autorizadas.

Fonte: Universo Político (Eron ribeiro)