Após a determinação judicial, ambos serão encaminhados para unidades prisionais do Estado de Sergipe, onde permanecerão à disposição da Justiça. O caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil, que apura as circunstâncias e a participação individual de cada investigado.
Relembre
O crime ocorreu na sexta-feira, dia 09, quando a criança foi encontrada morta dentro da própria residência. Inicialmente, não foram identificadas lesões externas evidentes, mas exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) constataram lesão no fígado e asfixia por esganamento, apontando morte provocada por ação violenta.
Ao comparecer ao IML para a liberação do corpo, a mãe da criança foi abordada por policiais civis e acabou confessando participação no crime, cometido em conjunto com o padrasto da vítima. Em depoimento, a mulher relatou que presenciou o filho ser espancado pelo companheiro, afirmando que as agressões teriam sido motivadas pela intolerância do investigado ao choro da criança.
*Com informações da SSP/SE
Fonte; Infonet

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