As investigações foram conduzidas pela Delegacia de Turismo, que apurou que, mesmo após ter sido detida em três ocasiões anteriores, a suspeita não interrompeu as atividades criminosas. O cumprimento do mandado de prisão ficou a cargo da 3ª Delegacia Metropolitana.
De acordo com o que foi levantado durante a investigação, a suspeita utilizava sempre o mesmo modus operandi. Ela entrava em contato com estabelecimentos comerciais, realizava pedidos de mercadorias e, no momento de efetuar o pagamento, encaminhava aos lojistas comprovantes falsificados de transferência via PIX, geralmente por meio de imagens adulteradas simulando a confirmação da transação. Confiando no suposto comprovante, os comerciantes liberavam os produtos. O golpe era percebido apenas horas depois, quando a vítima verificava o extrato bancário e constatava que o valor não havia sido creditado na conta da empresa.
A decretação da prisão preventiva teve como fundamento a necessidade de interromper a prática reiterada de crimes e resguardar a ordem pública, diante da insistência da investigada em continuar aplicando golpes contra o comércio local. A Polícia Civil reforça que a única forma segura de confirmar um pagamento via PIX é conferir diretamente o extrato bancário no aplicativo oficial da instituição financeira antes de liberar qualquer mercadoria. A investigada foi encaminhada ao Juízo das Garantias e permanece à disposição do Poder Judiciário para responder pelos crimes que lhe são atribuídos.
Fonte: SSP/SE

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