O primeiro dia de julgamento foi encerrado no início da noite e será retomado, nesta terça-feira (28), a partir das 8h. A defesa da mulher afirmou que não tinha conhecimento dos crimes praticados contra o filho, já que ela passava a maior parte do dia trabalhando. O caso está sendo tratado em sigilo.
Segundo as investigações do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o padrasto, que está preso, confessou a prática de todos os crimes e admitiu não apenas a violência física, que foi a causa da morte, mas também o abuso sexual reiterado.
Na ocasião, as investigações apontaram ainda que a mãe, que também foi presa, era conivente com os crimes, atuando nas agressões físicas contra a criança, e não tomando providências ao perceber os abusos. Familiares afirmara ainda que uma outra criança, irmã da vítima, também foi abusada pelo homem.
Entenda o caso
Em outubro de 2022, a criança deu entrada no Hospital Fernando Franco, na Zona Sul da capital, em parada cardiorrespiratória e com sinais de violência sexual. As equipes tentaram a ressuscitação cardiopulmonar, mas a criança não resistiu. Diante dos sinais de violência, o hospital acionou a Polícia Civil.
Fonte: Porgal G1 SE

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