De acordo com a direção da unidade prisional, a ocorrência foi registrada por volta das 9h40, quando durante o procedimento de inspeção de rotina, o scanner corporal disparou, indicando irregularidades.
Ainda segundo a direção do Copemcan, diante do alarme e do comportamento exaltado do profissional, que teria tentado se esquivar da fiscalização alegando prerrogativas da advocacia, foi realizada uma nova verificação eletrônica. A inspeção confirmou a presença dos seis celulares ocultos.
A direção informou ainda que Ordem dos Advogados do Brasil em Sergipe (OAB/SE) foi acionada para acompanhar os desdobramentos da ocorrência. E que o advogado e os aparelhos apreendidos foram encaminhados à Central de Flagrantes da Polícia Civil, onde serão adotadas as medidas cabíveis.
Por meio de nota, a OAB/SE confirmou que foi comunicada e que acompanhou os procedimentos realizados pelas autoridades competentes, prestando a assistência prevista no Estatuto da Advocacia, sem que isso represente qualquer juízo de valor acerca dos fatos apurados.
A entidade ressaltou que as circunstâncias do caso serão objeto de apuração pelos órgãos competentes, nas esferas criminal e administrativa, observados o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa.
A OAB/SE informou ainda que o caso foi encaminhado à Presidência para análise das providências institucionais cabíveis, nos termos do Estatuto da Advocacia e do Código de Ética e Disciplina.
Por Verlane Estácio
Fonte: Infonet

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