quinta-feira, 25 de setembro de 2014

ASSALTANTES USAM UMA CARROÇA PARA CARREGAR UM COFRE DO BANESE CARD.


Bandidos fizeram um roubo inusitado na madrugada desta quinta-feira (25), ao invadirem a Câmara Municipal de São Cristóvão e em seguida tiveram acesso a um cofre do Banese Card. Elementos roubaram o cofre e tentaram levar em uma carroça.

Uma ação no mínimo ousada, ocorrida por volta das 02:45 horas desta quinta-feira, chamou a atenção da população e dos policiais.  As informações que foram passadas por policiais militares do 1º Batalhão da 1ª Companhia são de que ao passarem pelo local no momento em que o cofre era levado, avistaram uma carroça que havia sido abandonada em uma rua próximo à Câmara. Em cima da carroça que estava sem animal, estava o caixa eletrônico.

Os militares contam que os assaltantes roubaram a carroça que foi usada na ação. Os marginais entraram na loja do Banese Card através da Câmara e conseguiram carregar o caixa eletrônico. Como uma viatura passava pelo local, os bandidos ao notarem a claridade do giroflex da viatura, abandonaram a carroça que estava com o cofre em cima.

Os bandidos conseguiram fugir e a policia continua à procura dos elementos. Até o momento não se sabe se havia dinheiro no caixa.

As informações são do programa Liberdade sem Censura.

Matéria atualizada às 08:05h para correção e acréscimo de informações.

Fonte:  Faxaju (Munir Darrage)

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

CPTran REALIZA AÇÃO EDUCATIVA COM CRIANÇAS DURANTE A SEMANA NACIONAL DE TRÂNSITO.




A Companhia de Policiamento de Trânsito (CPTran), em parceria com o Departamento Estadual de Trânsito de Sergipe (Detran/SE), mais uma ação educativa na manhã desta quarta-feira, dia 24, dentro das atividades da Semana Nacional de Trânsito.

Desta vez, o objetivo foi alcançar pais e alunos de uma escola da rede particular situada no conjunto Leite Neto, que puderam aprender um pouco mais sobre cidadania no trânsito e sobre o tema da SNT deste ano: “Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito 2011/2020: Cidade para as pessoas: Proteção e Prioridade ao Pedestre”.

Primeiramente, as crianças receberam orientações dos policiais e logo depois, sob supervisão das professoras, iniciaram a panfletagem com os pais que chegavam para deixar seus filhos na escola. “Nós fechamos a rua, deixando-a com apenas um sentido, de forma a garantir a segurança dos alunos, que puderam dividir os novos conhecimentos sobre a Semana Nacional do Trânsito com quem ali chegava de carro”, explica o comandante da CPTran, major Fábio Machado.

De acordo com o comandante, os condutores se surpreenderam com a abordagem das crianças, que passavam orientações e entregavam panfletos. “Percebemos que os pais aprovaram a atitude do Detran em começar a educar desde cedo sobre a necessidade de respeito à legislação de trânsito. Entendemos que a solução para o trânsito está na educação e, se começamos hoje com as crianças, melhores serão os resultados no futuro, quando elas se tornarem condutores”, aponta o major.

Fonte:  DETRAN/SE

MINISTÉRIO PÚBLICO QUER INVESTIGAR EVOLUÇÃO PATRIMONIAL DO COMANDANTE-GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO RIO DE JANEIRO.


O Ministério Público do Rio (MP-RJ) vai pedir que a Corregedoria Geral Unificada investigue a evolução patrimonial do coronel José Luís Castro Menezes, comandante-geral da Polícia Militar. A solicitação vem depois da divulgação do depoimento de um dos policiais presos pela operação Amigos SA, que obteve um acordo de delação premiada e foi solto após revelar que o Estado Maior da corporação recebia R$ 15 mil mensais de cada batalhão do estado.

No depoimento prestado ao MP, o PM afirmou que o repasse de dinheiro foi citado em mais de uma ocasião, de maneira reservada, pelos majores Nilton João dos Prazeres Neto e Edson Alexandre Pinto de Góes, presos na mesma operação. Na ocasião, 24 policiais, sendo seis oficiais — todos lotados no 14º BPM (Bangu) no período investigado —, foram capturados sob a acusação de cobrar propina de moradores e comerciantes no bairro da Zona Oeste.

Em nota, a Polícia Militar afirmou que, de acordo com o documento exibido pela Rede Globo, a suposta propina foi paga ao Estado-Maior no período em que o coronel Alexandre Fontenelle, acusado de ser o número 1 da quadrilha, comandou o 41ºBPM (Irajá) — ou seja, de setembro de 2010 a outubro de 2011. “Portanto, tal período não se refere à atual gestão do comando-geral da corporação”, ressaltou o texto, acrescentando que o coronel Luís Castro “reiterou sua indignação com as acusações e afirma que mantém a disposição de sempre apurar qualquer denúncia com o máximo rigor”.

As prisões do último dia 15 foram feitas pela Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Entre os acusados, estava o coronel Fontenelle, que comandou o batalhão de Bangu na época das investigações e estava então no Comando de Operações Especiais, terceiro posto mais alto na hierarquia da Polícia Militar.

À exceção do PM beneficiado pela delação premiada, os outros policiais acusados de envolvimento no esquema encontram-se presos no BEP, a unidade prisional da corporação. Segundo informações que constam no processo, até para entregar uma geladeira na casa de um cliente a empresa transportadora tinha que pagar propina ao batalhão de Bangu.

Todos os denunciados vão responder por formação de quadrilha armada. Já cada propina paga será investigada pela Auditoria de Justiça Militar. Segundo a denúncia, os valores variavam entre R$ 10 — cobrados dos camelôs no calçadão de Bangu — até R$ 2.000 no caso de cooperativas de transporte, que pagavam para que os PMs fizessem vista grossa para irregularidades.

Na casa do major Edson Alexandre, último policial da quadrilha se integrar, havia R$ 287 mil em espécie e joias. No endereço, também foi encontrada a contabilidade do dinheiro movimentado.

Fonte:  Jornal Extra

LOTÉRICA É ASSALTADA E UM DOS ASSALTANTES É PRESO E DIZ QUE NÃO SE ARREPENDEU DE COMETER O CRIME.

Um assalto realizado na manhã desta quarta-feira (24) a uma casa lotérica, localizada entre as ruas Itabaiana e Maruim, no centro de Aracaju, assustou funcionários e clientes que foram feitos reféns durante a ação de dois marginais. Eles  levaram celulares e dinheiro.

O assalto foi realizado por dois elementos que chegaram à lotérica empunhando revolver e após eles ameaçaram o office boy e ordenaram que ele abrisse o portão, e em seguida renderam  a atendente que estava no caixa .

Após a ação, eles fugiram mas  foram seguidos por um funcionário que passou informações com pistas sobre o destino deles à polícia. Através do Ciosp, a denúncia foi feita e os policiais foram até o local, colheram as informações e cerca de uma hora após conseguiram prender um dos suspeitos.

O elemento que foi preso, demonstrou frieza no momento em que estava sendo conduzido à delegacia, já que afirmou não ter sentido arrependimento de ter praticado o assalto.

Fonte:  Faxaju

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SELECIONA PROJETOS DE ENSINO PROFISSIONAL EM SEGURANÇA PÚBLICA.

A Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça (Senasp/MJ), divulgou hoje (22) o resultado provisório da seleção de propostas de educação de profissionais em segurança pública. Foram habilitadas e classificadas 14 propostas, dentro das condições previstas no edital de chamada pública de projetos nº 3/2014. 

Foram apresentadas pelos entes federados, no total, 31 propostas, cujos espelhos de análise serão disponibilizados no Sistema de Convênios (Siconv), aba pareceres, juntamente com cópia do despacho do resultado preliminar e formulário de recursos . É possível propor recursos a esse resultado preliminar nos dias 23 e 24 de setembro. O resultado da primeira etapa de recursos será divulgado no dia 1º de outubro. O resultado final da seleção pública será publicado no website do Ministério da Justiça, em 8 de outubro. 

O edital foi publicado no Diário Oficial da União no dia 25/7/14 e está disponível no site do Ministério da Justiça, no Portal de Convênios e na página de editais do MJ. 

Os recursos devem ser encaminhados para o e-mail ensino.senasp@mj.gov.br e as dúvidas sanadas por meio dos telefones (61) 2025-8951 e (61) 2025-3837. A confirmação do envio dos recursos deverá ser feita pelos impetrantes por telefone, uma vez que a responsabilidade pela confirmação da entrega é do proponente, de acordo com o edital.

Fonte: SENASP

POLICIAIS MILITARES CONTESTAM INFORMAÇÃO DE QUE PODERÃO VOTAR NO DIA 5 DE OUTUBRO.


Alguns policiais militares que preferem não ter seus nomes divulgados com medo serem punidos estão contestando as informações passadas pelo Comandante do Policiamento da Capital, coronel Jackson Nascimento de que os militares que estiverem de serviço poderão votar nas eleições que acontecem no dia 5 de outubro. Alguns PMs irão trabalhar cerca de 200 km do domicílio eleitoral.

Coronel Jackson explicou ainda que quanto aos militares que trabalharão fora do domicilio eleitoral, não terão problemas e não ficarão sem votar. “Nós nos reunimos no Tribunal Regional Eleitoral para ver a possibilidade de o militar poder votar no local onde estivesse trabalhando mas isso não foi possível. Por isso nosso comando garantiu que o militar poderá sair do seu local de trabalho ir para o domicilio eleitoral votar e retornar para o trabalho”, explicou na manhã de hoje o coronel.

Através de um e-mail encaminhado à redação do FAXAJU, um militar afirma que não conseguirá votar e que isso irá ocorrer com a grande maioria dos policiais militares. No e-mail, o policial diz que “muitos militares não irão votar nessas eleições por conta do serviço. Isso de dizer que quem estiver de serviço fora de seu domicilio eleitoral irá votar não irá acontecer”, garante o militar, afirmando que pelo menos outros trezentos colegas de farda estão na mesma situação.

O policial explica ainda que o policial que vota em algum município da grande Aracaju e que irá trabalhar em Canindé do São Francisco está impossibilitado de votar, devido a distância. “Eu voto em um município da grande Aracaju e estou escalado para trabalhar em Canindé do São Francisco. A distancia entre Canindé e Aracaju é de 197 quilômetros e segundo o site www.entrecidadesdistancia.com.br o tempo estimado de viagem é de 2h52min. Ou seja, só na estrada seriam cerca de 6 horas e ai, quantas horas eu iria trabalhar e qual comandante de batalhão ou companhia irá aceitar que o PM fique fora do serviço por mais de 6 horas?”, questiona o policial.

Essa reclamação vem sendo feita desde que foi feita e anunciada a escala para quem irá trabalhar nas eleições. O que os militares estão aguardando é que o comando ache uma maneira para que esses militares não sejam prejudicados e não possam votar.

Fonte:  Faxaju (Munir Darrage)

Nota do blog:  Lamentavelmente o Policial e Bombeiro Militar não é cidadão em sua PLENITUDE.

COMANDANTE DO POLICIAMENTO DA CAPITAL DIZ QUE PMs EM SERVIÇO PODERÃO VOTAR.


O comandante do policiamento da capital, coronel Jackson Nascimento, tranquilizou os policiais militares que estarão de serviços no dia das eleições, 5 de outubro. O coronel garantiu que os militares que estiverem de serviço não serão impedidos de votar por conta do serviço.

Na manhã desta quarta-feira (24), o Comandante do Policiamento da Capital, coronel Jackson Nascimento explicou que a Policia Militar de Sergipe irá empregar 3.407 militares que estarão fiscalizando a realização das eleições em todo o estado. O trabalho dos militares será iniciado a partir da sexta-feira (03), e segue até o fim do pleito

Os policiais militares que serão escalados fiscalizarão os locais de votação em 33 zonas – 11 sob responsabilidade do Comando do Policiamento Militar da Capital (CPMC) e 22 sob as diretrizes do Comando do Policiamento Militar do Interior (CPMI). O Corpo de Bombeiros atuará na 3ª Zona, em Aquidabã; 8ª Zona, em Gararu; e 17ª Zona, em Nossa Senhora da Glória, garantindo a ordem pública nessas localidades.

Coronel Jackson explicou ainda que quanto aos militares que trabalharão fora do domicilio eleitoral, não terão problemas e não ficarão sem votar. “Nós nos reunimos no Tribunal Regional Eleitoral para ver a possibilidade de o militar poder votar no local onde estivesse trabalhando mas isso não foi possível. Por isso nosso comando garantiu que o militar poderá sair do seu local de trabalho ir para o domicilio eleitoral votar e retornar para o trabalho”, garantiu o comandante do CPC em entrevista a uma emissora de rádio da capital.

Ele explicou ainda que nenhum militar será prejudicado ou será impedido de votar. “Cada comandante de unidade irá definir a maneira como o militar irá votar. O policial terá seu direito garantido de votar além de dar total segurança nas eleições”, explicou.

Fonte: Faxaju

Nota do blog:  A AMESE irá acompanhar se realmente os militares terão o seu direito de votar respeitado e pede aos companheiros que porventura não lhes seja oportunizado votar, que procure a associação, que faremos questão de encaminhar ao TRE/SE cada caso, pois é inadmissível que em pleno século XXI, enquanto presos provisórios tenham o direito de votar, policiais e bombeiros militares, sejam tolhidos do seu direito e da sua cidadania.  Este blog tem conhecimento de policial militar que mora e vota na Grande Aracaju e que foi escalado para trabalhar em Canindé do São Francisco.  Como perguntar não ofende:  será que esse policial militar terá assegurando seu direito de votar?

ESTADO: PAGAMENTO DO FUNCIONALISMO NESTA SEXTA, 26.


O Governo de Sergipe realiza nos dias 26, 29 e 30 deste mês o pagamento da folha salarial do funcionalismo estadual referente ao mês de setembro, sendo que os servidores lotados na Secretaria de Estado da Educação serão os primeiros a receber seus salários em conta, no dia 26, sexta-feira. Na segunda-feira, dia 29, é a vez dos servidores das demais secretarias e na terça-feira, dia 30, recebem os pensionistas, aposentados, funcionários lotados em autarquias e fundações, inclusive aqueles ligados ao Fundo Estadual de Saúde.

Fonte:  Blog do jornalista Cláudio Nunes

terça-feira, 23 de setembro de 2014

COMANDANTE DA BRIGADA MILITAR DO RIO GRANDE DO SUL ABANDONA O POSTO PARA FAZER PANFLETAGEM A FAVOR DO PT.


Caso de polícia – Um dia, alguém creditou ao general Charles de Gaulle a frase “O Brasil não é um país sério”. Todo brasileiro de bem sabe que essa profecia é uma colossal e incontestável verdade, mas até agora não foi possível comprovar a autoria da frase. Independentemente de quem seja o autor da célebre declaração, que já percorreu o planeta algumas vezes, o ex-presidente da França, se tivesse conhecido o comunista gaúcho Tarso Genro, certamente repetiria as mesmas palavras ao referir a essa barafunda chamada Brasil.

Em matéria publicada no dia 29 de janeiro de 2013, o ucho.info alertou para perigo de o comando da Brigada Militar do Rio Grande do Sul ser entregue a um oficial que debaixo da farda ostenta uma descontrolada paixão pelo Partido dos Trabalhadores. Trata-se do coronel Fábio Fernandes, petista de carteirinha que galgou postos na Brigada Militar de maneira meteórica e inexplicável, sempre no vácuo dos malabarismos de Tarso Genro.


Com a chegada do incompetente Tarso Genro ao Palácio Piratini, sede do Executivo gaúcho, em janeiro de 2011, Fábio Fernandes foi guindado à Casa Militar sob a patente de major. No ano seguinte, em 2012, Tarso enviou à Assembleia Legislativa um projeto de lei, em regime de urgência, alterando a Lei de Promoções da Brigada Militar. A medida favoreceu Fernandes, que em um ano conquistou as patentes de tenente-coronel e coronel.

Criada em 18 de novembro de 1837, a Brigada Militar tem 177 anos de história, tradição e serviços prestados ao povo gaúcho, mas um enorme mal estar surgiu nas entranhas da corporação nos últimos dias. O coronel Fábio Fernandes, comandante-geral da BM, como se nada tivesse de útil para fazer, passou a atuar como cabo eleitoral do petista Tarso Genro, que não teve competência suficiente sequer para ser um asilado político no vizinho Uruguai. Afinal, dizendo-se perseguido pela ditadura militar, Tarso atravessou uma avenida e adentrou ao território uruguaio, como se tivesse realizado uma enorme proeza.

Fonte:  Blog do Almança

POLICIAIS - É MAIS FÁCIL CRITICÁ-LOS; SÃO ELES QUE MORREM POR NÓS.


Tributo aos heróis que morrem por nós diariamente, aos que não morrem mas arriscam suas vidas, e sobretudo a todos eles que salvam vidas.  Aos reprovados pela sociedade, aos que tem de conviver diariamente com a realidade de sair de casa sem saber se vai voltar, aos que tem que conviver com uma linha tênue que divide o herói do criminoso e que diuturnamente são criminalizados pela sociedade hipócrita que não reconhece o valor de um herói.

Uma homenagem aos grandes heróis da democracia brasileira:



Fonte:  Revolta Brasil

PMs SÃO OBRIGADOS A INGERIR VÔMITO DE COLEGA EM CURSO.

Cena do filme Tropa de Elite, onde a comida é servida no chão para alunos de um curso de Operações Especiais.

O Jornal de Brasília divulgou uma denúncia que tem gerado polêmica sobre o método de treinamento utilizado em um Curso de Operações Especiais da Polícia Militar do Distrito Federal. Segundo a publicação, policiais militares participantes da instrução deviam ingerir o vômito de colegas de curso:

O Curso de Operações Especiais (COEsp) da Polícia Militar tem o objetivo de preparar os participantes para as mais variadas situações. Mas qual o limite entre a capacitação e o desrespeito aos direitos humanos? Em um dos treinamentos, o PM é obrigado a ingerir o vômito do colega de farda. Uma denúncia feita ao JBr. questiona a necessidade das atividades.

Quem responde é a Comunicação Social da PM. De acordo com a corporação, o objetivo é deixar o policial pronto para lidar com situações complexas e extremas, “como salvamento aquático, onde o policial pode se deparar com o socorro de afogados, sendo que o treinamento serve para quebrar qualquer barreira para salvar uma vida”, informa a nota enviada ao JBr..

A PM justifica ainda que “o treinamento é feito de maneira técnica e profissional realizada por especialistas de diversas áreas como psicólogos, médico etc”.

Denúncia

Revoltado com o suposto excesso, um policial enviou mais de 20 imagens do curso. O treinamento ocorrido no DF contou com policiais da Colômbia e Argentina.

A atividade ocorre no refeitório da corporação. Ali, aparecem homens vestidos com camiseta preta e bonés – a maioria com a bandeira do DF. Panelas e garrafas de refrigerante são colocadas na boca dos participantes.

Uma das sequências das fotos mostra um militar de boné vermelho vomitando em uma grande panela. Na cena seguinte, o recipiente é derramado em uma jarra de alumínio que passa de boca em boca. Cada um dos aspirantes ingere um pouco do vômito liberado pelo policial de boné vermelho.

Muitos não aguentam e vomitam também. O instrutor sorri. Em seguida, força o mesmo policial a tomar mais uma vez o vômito do colega. Um policial chega a colocar as mãos no joelho, como se não aguentasse mais aquilo.

Como se não bastasse a tarefa anterior, muitos militares são forçados a passar o vômito com a boca para o companheiro. Eles sabem que estão sendo fotografados. Mesmo assim, não esboçam reação, em sinal de obediência.

O curso tem carga horária aproximada de 1.164 horas e já preparou policiais de outros estados.

Via Marcos Rolim

Fonte:  Abordagem Policial

RIO: PM PRESO DIZ QUE ESTADO-MAIOR COBRAVA R$ 15 MIL DE BATALHÕES.

Comandante geral da corporação classifica declarações como 'absurdas'.
Um dos 24 PMs presos fez acordo de delação premiada e foi solto.


O RJTV teve acesso com exclusividade ao depoimento de um policial militar denunciado na operação Propina S.A., que prendeu uma quadrilha de PMs acusados de cobrar propina de moradores e comerciantes na Zona Oeste do Rio. O policial afirma que ouviu de oficiais presos na operação que todos os batalhões da polícia eram obrigados a pagar uma quantia de R$ 15 mil ao Estado-Maior da PM.

O PM fez um acordo de delação premiada com a Justiça e depois do depoimento foi solto. A assessoria da Polícia Militar informou que o comandante geral da coorporação, coronel Luís Castro Menezes, ficou indignado ao tomar conhecimento do depoimento e classificou as declarações como absurdas. Ainda segundo a assessoria, todas as denúncias serão investigadas com rigor.

Segundo o depoimento prestado ao Ministério Público, a informação sobre o repasse do dinheiro para o Estado-Maior foi dita ao policial pelo major Edson e pelo major Neto, de maneira reservada, em mais de uma ocasião.

Por meio de nota, a PM esclareceu que tal depoimento se refere ao período em que o coronel Alexandre Fontenelle comandou o 41ºBPM e que "não se refere à atual gestão do comando-geral da corporação".

A operação

Coordenada pela Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança (Seseg), com apoio do Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público (Gaeco), a operação prendeu no dia 15 de setembro 25 pessoas, sendo 24 policiais militares denunciados por integrar um esquema de arrecadação de propina de comerciantes e transporte irregular na região de atuação do 14º BPM (Bangu).

Entre os presos estavam cinco oficiais, incluindo o chefe do Comando de Operações Especiais (COE), coronel Alexandre Fontenelle Ribeiro de Oliveira, e o subcomandante do COE, major Edson Alexandre Pinto de Góes. Ambos foram exonerados dos cargos.

Fonte:  G1 RJ

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

JUSTIÇA LIBERTA PM QUE MATOU CAMELÔ EM SÃO PAULO.

Ambulante Carlos Augusto Braga foi atingido por tiros do soldado da PM Henrique Dias Araújo durante confronto


Três dias depois de ter tido a prisão preventiva decretada, o que o levou a ser transferido ao presídio militar Romão Gomes, o policial militar Henrique Dias Bueno de Araújo, responsável pela morte de um camelô na semana passada, já teve sua liberdade concedida pela Justiça, na última sexta-feira (19). A informação foi confirmada ao iG pela assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça de São Paulo, nesta segunda (22), segundo a qual ele já deve estar solto.

Araújo foi preso em flagrante, na última quinta-feira (18), após atirar à queima roupa no vendedor Carlos Augusto Muniz Braga, durante um confronto entre camelôs e policiais militares, iniciado quando PMs tentavam apreender mercadoria ilegal de camelôs no bairro da Lapa, zona oeste paulistana. O conflito se transformou a região, uma das mais importantes áreas comerciais de São Paulo, em um cenário de guerra.

A decisão de conceder a liberdade foi da juíza Eliana Cassales Tosi de Mello, da 5ª Vara Criminal de Justiça. Responsável por transformar a prisão em flagrante em prisão preventiva na ocasião da morte, ela justificou a soltura afirmando que o acusado possui residência fixa, ocupação lícita, além de não apresentar antecedentes negativos que o levem a ficar preso até a conclusão das investigações.

Também citou que o crime não pode ser incluído na categoria que exige encarceramento provisório, como definido pelo Supremo Tribunal Federal (STF):  “O Supremo tem advertido que a natureza da infração penal não se revela circunstância apta, só por si, para legitmar a prisão cautelar daquele que sofre a persecução criminal instaurada pelo Estado", justificou no processo. "Esse entendimento vem sendo observado em sucessivos julgamentos proferidos no âmbito desta Corte, ainda que o delito imputado ao réu seja legalmente classificado como crime hediondo."

Investigação
Segundo o boletim de ocorrência, policiais militares estiveram na Lapa para fiscalização e apreensão de dvds vendidos ilegalmente. Os policias foram desacatados por vendedores ambulantes, que teriam se unido para jogar objetos contra os PMs. Os policiais, então, “revidaram com gás pimenta”.

Vídeos gravados por meio de telefones celulares, por pessoas que testemunharam o conflito, e que foram divulgados na internet, mostraram o momento em que o policial Araújo segura um gás pimenta na mão esquerda e uma arma na mão direita.

O PM mais dois colegas tentavam prender um outro ambulante, quando Carlos Braga tentou tomar o spray com gás de pimenta usado pelo soldado. Araújo então dispara contra o vendedor, acertando-o na cabeça. Braga foi socorrido ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu. Logo depois da morte do camelô, houve um grande protesto no local.

De acordo com o boletim de ocorrência, o policial militar agiu com “dolo eventual, assumindo o risco de matar” e, por isso, foi autuado em flagrante. O policial alega que o tiro foi acidental. O caso está sendo apurado pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa e pela Corregedoria da Polícia Militar.

Esta é a segunda vez em que o soldado é investigado por morte de civis durante uma abordagem policial. Em março deste ano, ele respondeu pela morte de um morador de rua, na Vila Leopoldina, também na zona oeste da capital paulista.

Segundo o boletim de ocorrência do caso, os policiais abordaram um indivíduo “em atitude suspeita” que sacou um facão e tentou agredir os policiais. Araújo então atirou contra o morador de rua, que não resistiu. A identidade da vítima não foi confirmada.

O soldado foi afastado das ruas, e mas passou por um programa de acompanhamento e apoio ao policial militar. Após cumprir todas as fases propostas pelo programa, ele “foi considerado apto a retomar suas atividades”.

Este inquérito policial, segundo a Polícia Militar, foi encerrado e encontra-se no Tribunal de Justiça Militar. Segundo a PM, neste caso Araújo teria agido em legítima defesa. “Até que a Justiça se manifeste quanto a esse caso, a instituição entende que o PM agiu em legítima defesa e no estrito cumprimento do dever legal”.

Estatística divulgada a cada três meses pela Secretaria de Segurança Pública informa que 317 civis morreram no estado de São Paulo em confrontos com policiais militares no primeiro semestre deste ano. Nove pessoas morreram em confrontos com policiais civis. O mesmo balanço registrou que nove policiais, sendo três deles da Polícia Civil, morreram no primeiro semestre durante serviço.

Fonte:  IG

VOTOS DOS POLICIAIS MILITARES X VOTOS DOS PRESOS PROVISÓRIOS. QUEM TEM MAIS DIREITO?


O voto eleitoral é o momento em que cada eleitor é convocado e tem o poder de exercer sua cidadania. Nesse momento cada cidadão precisa saber usar esse poder, com liberdade e consciência, pois voto além de ser direito, é direito humano fundamental para o exercício da cidadania. É por isso que participar do processo eleitoral se torna exercício de cidadania a partir do momento em que cada cidadão quer seja civil ou policial militar reconheça, com responsabilidade política e social, que o voto é um dos instrumentos que pode influenciar o destino do Brasil e conseqüentemente melhorar a qualidade de vida de todos nós. É nesse contexto que se destaca e justifica a importância do serviço policial durante o pleito eleitoral, pois a defesa do interesse coletivo dos cidadãos enquanto eleitores se converte em dever para os cidadãos policiais militares, principalmente, daqueles que se encontram de serviço no dia do pleito eleitoral e, geralmente, acabam por sacrificar o seu direito de voto em favor do interesse da sociedade.

Certamente uma expressiva parcela da sociedade desconhece o fato de que no dia das eleições, grande parte dos cidadãos policiais militares não consegue exercer o principal dos direitos políticos e de cidadania: o voto. Isso acontece porque nesse dia eles estão à disposição da própria Justiça Eleitoral, protegendo e assegurando o direito de voto da sociedade, em sacrifício de seu próprio direito. Não que não possam votar, mas nesse dia, desde muito cedo, na calada da madrugada e enquanto todos dormem, os policiais militares estão alertas, de prontidão, em deslocamento ou preparando-se para o inicio de seus trabalhos que, com raras exceções, ocorre longe de sua seção eleitoral.

Assim, milhares de cidadãos policiais militares não votam – e ninguém liga para isso. Afinal de contas, é “obrigação” e “dever” deles proteger a sociedade. Essa defesa da sociedade tem um custo e o custo tem os efeitos uma suspensão (inconstitucional) de seus direitos políticos, no dia das eleições.

A Justiça Eleitoral, que tem a obrigação de viabilizar o voto para todos, ignora-os solenemente. As diversas instituições de classe, de categorias, ou de direitos “disso ou daquilo”, silenciam a respeito.   

Enquanto isso, o mesmo não acontece com a defesa intransigente com os direitos dos presos provisórios, cidadãos que, em sua maior parte, violaram a lei e foram apreendidos por cidadãos policiais militares, em cumprimento da lei. Vale dizer que no dia das eleições o policial militar tem seu direito ao voto sacrificado justamente por conta da existência de cidadãos que não sabem conviver em harmonia com a sociedade, praticam ações em descumprimento da lei e, muitas vezes, transformam-se em “presos provisórios”.

Não se trata de dizer quem tem mais ou quem tem menos direitos, se presos provisórios ou cidadãos policiais militares, pois todos têm o mesmo direito. A questão não é esta e qualquer afirmação nesse sentido seria desvirtuar e apequenar o debate. Ocorre que a questão trata-se, portanto e inequivocamente, de uma questão de bom senso, de razoabilidade.

Enquanto que os direitos políticos de boa parte dos policiais militares são sacrificados no dia das eleições, porque existem cidadãos que violam a lei, inúmeras instituições – bem intencionadas, registre-se – defendem, com tenacidade, o voto presos provisórios, cidadãos que violaram a lei.

Assim, notícias  (http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2038474/comissao-avaliara-formas-de-viabilizar-exercicio-do-voto-por-presos-provisorios) informam que o TSE, zelosamente,  instituiu Comissão para avaliar formas do exercício do voto para os presos provisórios, que somariam algo em torno de 207 mil (entre presos provisórios e “menores infratores”.   O ministro Arnaldo Versiani afirmou que pretende “instituir a partir das eleições de 2010 uma experiência piloto em termos do exercício do voto do preso provisório e que essa eventual obrigatoriedade se estenda a todos os estados do Brasil". Versiani lembrou que a Constituição só veda o exercício do voto ao preso já com sentença de condenação transitada em julgado.  Prosseguindo, o Ministro Versiani disse que “o preso provisório está na condição de um eleitor comum. Cabe à Justiça Eleitoral, não só em relação a ele, mas também ao adolescente que está cumprindo internação, fazer com que possam exercer o direito do voto, porque não há impedimento. E isso realmente estimula o processo de cidadania".

Não sei se o preso provisório é um “eleitor comum”, considerando as várias nuances interpretativas que se pode dar ao caso. Ele pode ser um eleitor comum, do ponto de vista jurídico, mas certamente é um “eleitor incomum”, sob os mais diversos aspectos. A começar que esses “eleitores comuns” são eleitores que violaram a lei e optaram, boa parte deles, por transitar à margem da sociedade, gerando problemas e custos para essa mesma sociedade. 

Mas os cidadãos policiais militares são mais que eleitores comuns. São eleitores especiais que, contudo, não votarão no dia das eleições, justamente porque existem eleitores “comuns incomuns”.  Estes têm os seus direitos de cidadania (embora atentassem contra ela) soberbamente defendidos por representantes do CNJ, do TSE, da Associação Juízes para a Democracia, da Associação dos Magistrados Brasileiros, do Conselho Nacional do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), do Instituto de Acesso à Justiça, da Pastoral Carcerária Nacional da CNBB e do Conselho Nacional de Secretários de Justiça.   Não me lembro de qualquer manifestação dessas entidades em favor dos policiais militares que, no dia das eleições, caberá, tão somente, defender os diretos dos outros – até dos presos provisórios.

O voto dos presos foi debate até mesmo em seminário “Cidadania e Voto” (http://www.conjur.com.br/2009-set-30/seminario-rio-discute-direito-voto-presos-provisorios) no Rio de Janeiro, promovido pela que a Associação Juízes pela Democracia, em Outubro, com a participação de representantes da Justiça eleitoral, do Ministério Público e da sociedade civil, com a intenção de “procurar sensibilizar magistrados, promotores, procuradores e defensores públicos que atuam na área de Direito Eleitoral, Penal, Execução Criminal, Infância e Juventude e Direitos Humanos para a defesa do direito ao voto dos presos”.

Mas...e os direitos políticos e de cidadania dos policiais militares? A quem “sensibilizar”? Quem os defende?

Necessário se faz que o Supremo Tribunal Federal, como Guardião da Constituição, dê a devida eficácia aos direitos políticos e de cidadania, tantos dos cidadãos policiais militares, como dos demais cidadãos.

Texto de Milton Córdoba Júnior

Fonte:  www.egov.ufsc.br

BANDIDOS ESTOURAM CAIXAS DE BANCO NO INTERIOR.

Ação foi frustrada porque os caixas estavam vazios, segundo PM

PMs realizam buscas, mas não localizam suspeitos (Foto: Cícero Mendes/cedido ao Portal Infonet)

Dois caixas eletrônicos foram arrombados na madrugada desta segunda-feira, 22, na cidade de Riachuelo, distante 27 km de Aracaju. Os assaltantes utilizaram explosivos para destruir os equipamentos da agência do Banco do Estado de Sergipe (Banese), mas a ação acabou frustrada porque os caixas eletrônicos estavam vazios, segundo informações da 5ª Seção da Polícia Militar, o setor responsável pela comunicação social da PM.

De acordo com os primeiros levantamentos da polícia militar, os assaltantes ocupavam um Cross Fox, de cor preta, e as explosões foram registradas por volta das 3h30 da madrugada. Após a ação, os bandidos fugiram.

Os policiais militares realizaram buscas na região, mas não localizaram suspeitos.

Fonte:  Infonet

BANDIDOS EXPLODEM MAIS UMA AGÊNCIA BANCÁRIA NO INTERIOR.


Mais uma agencia bancária foi explodida no interior do estado. Desta vez ação criminosa foi registrada no município de Laranjeiras.

Na madrugada desta segunda-feira (22), cerca de quatro homens fortemente armados e que estariam usando um veiculo Fox de cor preta, explodiram a agencia do Banese em Laranjeiras.

Os assaltantes efetuaram as explosões por volta das três horas. Foram explodidos dois caixas eletrônicos da agencia e as primeiras informações são de que o assalto foi frustrado já que não havia dinheiro nos caixas.

A policia foi acionada e já está à procura dos assaltantes, já que este é o 17º banco que foi explodido por marginais. Recentemente a policia sergipana tirou de circulação conseguindo prender vários assaltantes de bancos.

Fonte:  Faxaju

COMANDO EDUCATIVO REALIZADO COM SUCESSO NA JOSÉ SARNEY.


Durante toda a manhã deste sábado (20), policiais da CPRv, CPTran, PRF e agentes de trânsito da SMTT de Aracaju, estiveram realizando um comando educativo na faixa de pedestre localizada no banho doce, na rodovia José Sarney (SE 100).

O evento faz parte da programação da Semana Nacional de Trânsito e durante toda manhã policiais e agentes de trânsito efetuaram a distribuição de panfletos educativos e prestaram orientações as pessoas, Os condutores que se deslocavam para as praias do litoral sul do Estado foram bastante receptivos e elogiaram a ação educativa.

De acordo com o major Santos Junior, comandante da CPRv, “A realização deste comando educativo nesta faixa de pedestre, foi muito importante para conscientizar os condutores de que no trânsito somos todos pedestres, pois não só na rodovia José Sarney como nas demais vias do Estado existe a necessidade de se  priorizar e proteger o pedestre”.



Fonte:  Blog da CPRv

DEPUTADOS ESTADUAIS E FEDERAIS QUE PODEM SE ELEGER NAS ELEIÇÕES DE OUTUBRO.

A 13 dias das eleições, com as campanhas na reta final, o Faxaju online faz uma avaliação dos candidatos proporcionais – a deputado estadual e federal – e publica a relação dos prováveis eleitos para a próxima legislação. Não se trata de pesquisas, mas do “feeling” do próprio portal como de um político experiente, que sempre fez esse tipo de análise.

Nesses próximos dias, a maioria dos candidatos proporcionais vai apenas consolidar o seu eleitorado, mas não a ponto de alterar o quadro que já se configura como definitivo. Mas, como se trata de uma avaliação, as chances de erro não se dá para calcular, entretanto é provável que os nomes citados como um todo estarão na Assembléia Legislativa e na Câmara Federal.

Para a Câmara Federal, os prováveis eleitos a deputado federal pela coligação liderado por Eduardo Amorim são: Adelson Barreto, André Moura e Laercio Oliveira, mais Mendonça Prado, caso seja eleito quatro. Se André não for candidato, entra e se elege Lara Moura, que terá votos e pode reduzir um na coligação.

Tendo chances Adierson Monteiro.

Na coligação liderada pelo governador Jackson Barreto, candidato à reeleição, os prováveis eleitos para deputado federal são: Valadares Filho, Fábio Mitidieri, Fabio Reis, Pastor Jony e Bosco Costa, caso faça cinco.

Tem chances João Daniel, Marcio Macedo e Edvaldo Nogueira.

Os candidatos a deputado estadual que integra a coligação de Jackson Barreto, os prováveis eleitos são: Jéferson Andrade, Luiz Mitidieri, Gustinho Ribeiro, Luiz Garibalde, Luciano Bispo, Robson Viana, Francisco Gualberto, Conceição Vieira, Ana Lúcia, Manuel Messias Sukita e Luciano Pimentel. Têm chances reais: Silvio Santos, Zezinho Guimarães, Almeida Lima.

Na chapinha que integra a composição de apoio ao governador elegem-se Silvia Fontes e Jairo de Glória, tendo chances reais o padre Inaldo.

Os estaduais com chances de eleger na coligação de Eduardo Amorim são: Venâncio Fonseca, Augusto Bezerra, Gorete Reis, Maria Mendonça, pastor Antonio dos Santos, Valmir Monteiro, Dr. Vanderbal, Adelson Filho, Gilson Andrade, Capitão Samuel e Geogio Passos.

Tem chance real Paulinho Filho.

Uma observação: Geogio Passos, filho do ex-deputado Antônio Passos, herda parte dos votos de eleitores da ex-deputada estadual e atual conselheira do Tribunal de Contas, Suzana Azevedo. Outra: Manuel Sukita ainda precisa de aprovação do registro para disputar candidatura..

Fonte:  Faxaju

domingo, 21 de setembro de 2014

DUAS PESSOAS SÃO ASSASSINADAS EM MENOS DE 12 HORAS NO BAIRRO AMÉRICA.

O IML também registrou na noite dessa sexta, um homem assassinado a pedradas em Nossa Senhora das Dores


E a noite dessa sexta-feira (19) foi violenta no bairro América, zona norte da capital. Dois homens foram assassinados: a primeira vítima foi Wendson Sacramento Lima, 25 anos; o outro seria Ronaldo Pacheco, 30 anos.

Wendson foi morto a golpes de faca por volta das 20h30 na rua Olimpio Soares. O autor do homicídio seria Felipe Souza, preso em flagrante, por policiais civis. A vítima já tinha cumprido pena  em uma unidade prisional pelo crime de tráfico de drogas, quando adolescente cumpriu medidas sócio-educativas.

A outra vítima, até o início da manhã deste sábado (20), nenhum familiar teria ido ao Instituto Médico Legal (IML) liberar o corpo, seria um homem identificado como Ronaldo Pacheco, assassinado, a tiros, dentro da própria residência na avenida Brasil. A mãe dele teria sido ferida com um tiro de raspão no dedo.

Outras mortes

Na tarde da sexta-feira, Wesley Oliveira dos Santos, 22 anos, foi morto a tiros na rua Durval Fontes Souza, conjunto Jardim I, município de Nossa Senhora do Socorro. Segundo informações da família à polícia, o rapaz estava na calçada em frente a própria residência, quando um elemento chegou caminhando e se aproximou dele e efetuou seis disparos. Quatro acertaram Wesley que morreu no local.

O IML também registrou a morte do pedreiro Rivaltenio Santana, 46 anos, assassinado a pedradas em uma rua na região central do município de Nossa Senhora das Dores. Informações preliminares são que o mesmo teria entrado em desentendimento com um indivíduo conhecido como “Marcinho”, que atacou a vítima usando pedras. Rivaltenio morreu no local.

Fonte:  Jornal da Cidade

sábado, 20 de setembro de 2014

"NA FACULDADE, DEIXEI MINHA PROFISSÃO CAMUFLADA", DIZ PM.

Criticando a militarização da polícia, PM se diz decidido a deixar corporação

Orgulho e decepção são dois sentimentos que se misturam quando o policial X fala sobre sua experiência na Polícia Militar do Estado de São Paulo. Em depoimento à BBC Brasil, o policial (que não será identificado para evitar represálias) fala sobre a satisfação em poder ajudar a população em seu trabalho diário e lamenta o preconceito que é dirigido aos agentes da lei em algumas situações.

Crítico ao caráter militar da polícia, ele relata situações de perseguição dentro da corporação, fala sobre a necessidade de reformas e confessa ter decidido deixar a PM.

Leia o relato concedido ao repórter Luis Kawaguti, da BBC Brasil.

"Eu entrei na PM mais por vocação, por gostar da profissão. Eu admirava o trabalho dos policiais militares, a maneira como eles se comportavam com o cidadão, pelo menos isso foi na época em que eu entrei, há mais de dez anos.

Eu via o policial como autoridade, um funcionário da lei que poderia mudar um pouco a situação do Estado de São Paulo.

Mas na escola de soldados eu já tive aquela decepção com a profissão.

Você entra e acredita que vai aprender todas as atividades de policial. Claro, a gente têm aulas de Direito, de procedimentos, mas eles te mandam fazer coisas diversas da profissão como carpir mato, ser pedreiro, lixar, pintar parede, coisa que não faz parte da segurança pública.

Fora a pressão interna. Se você chegasse um dia com a bota mal engraxada os comandantes deixavam a gente preso no final de semana.

Eles obrigavam a gente a limpar um alojamento enorme em vez de contratar uma empresa especializada. Uma vez eu entrei para pegar algo no meu armário e um tenente me viu com botas. Falou que o chão estava limpo e eu estava sujando, por isso me deixou preso no final de semana.

Na minha primeira ocorrência, até considero que agi errado. Guardas civis foram apreender a mercadoria de um vendedor de água e lanches em frente a uma faculdade porque ele não tinha alvará.
Estava ele e a filha dele. Ela tinha uns 10 anos de idade e veio correndo e abraçou a minha perna falando: "Salva o meu pai, salva o meu pai, eles vão apreender a mercadoria dele e é a única coisa que a gente tem para trabalhar". Aí eu conversei com os guardas e eles não apreenderam a mercadoria. Isso me marcou.

Eu gostava de atender casos de roubo a banco. Às vezes não conseguíamos prender os bandidos, mas podíamos conversar com as vitimas, tranquilizá-las, depois levar para a autoridade policial.

Eu me sentia bem, gostava de ajudar as pessoas. A função da polícia militar não é ruim não.

Embora se diga contente por poder ajudar pessoas, policial relata insatisfação com estrutura da corporação

Orgulho

Em festa de amigos ou de parentes, quando o policial militar chega e alguém fica sabendo logo começa aquela conversa numa roda. Você vai bater um papo para descontrair e eles começam a contar casos policiais, como: 'O policial militar me parou nessa semana e o veículo estava com o licenciamento vencido e o policial solicitou dinheiro para mim. Nossa, o policial é corrupto'.

Aí eu falo: 'Espere aí! Nem todos os policiais militares são corruptos. Eu não sou, trabalho com vários policiais que não são, esse foi um caso isolado que o policial pediu dinheiro para você, mas nem toda a polícia é corrupta'.

Eu defendo o policial militar porque eu convivo com ele e eu acredito que a maioria é honesta, a maioria quer trabalhar, cumprir com seu dever e voltar no outro dia para casa.

Eu ficava chateado porque era uma afronta ao fato de eu ser policial e por saber que eu sou honesto e os meus amigos também. Não ficava chateado por falarem mal da instituição, mas por generalizarem o policial militar como desonesto. Ele não é desonesto nem violento, salvo exceções.

Na faculdade de Direito, eu procurei deixar camuflada a minha profissão. O policial tem receio, nós somos discriminados. Se eu chegasse na faculdade e me apresentasse como policial militar o tratamento seria outro.

Seria entrar naquele debate sobre o policial honesto, todo mundo ia querer contar aquela história sobre o que o policial fez. Eu me preservei por causa disso, quis ser normal na faculdade.

No final do curso eu fui falar que era policial e o pessoal falou: 'Nossa, não acredito! Não tem nada a ver você de policial militar'.

Eu não sei qual era a analogia. Não sei se é pelo fato de eu estar em uma faculdade estudando, almejando crescer . (Me disseram que) 'o policial militar não tem essa vontade de crescer, ele não tem cultura, não tem estudo'. Mas eu não questionei porque já era o final do curso.

Policial escondeu sua profissão de colegas da faculdade de Direito; ele lamenta preconceito e generalizações contra PMs

Afastamento

Já no curso da pós-graduação em Direito Penal e Processo Penal tinha quatro delegados na minha sala, o resto eram advogados. Quando me apresentei como PM senti um certo afastamento. Eu sentava no fundo da sala e quando me apresentei todo mundo olhou para trás e disseram: 'Nossa, um policial militar aqui na sala!'

Hoje a população pensa de maneira errada que o policial militar não tem cultura, não tem estudo, não tem nem o segundo grau, não sabe ler ou escrever. Simplesmente a população acha que ele passou em frente do setor de seleção da PM e foi arrastado para dentro. Mas não, é um concurso muito difícil de entrar e o PM tem que ter muito conhecimento.

Antigamente tinha aquela musiquinha: 'É, é , é não estudou virou gambé (gíria para policial em algumas regiões do Brasil)'. Hoje não, para ser 'gambé' tem que estudar, para ser policial tem que estudar muito.

O homem com conhecimento pode exercer profissão bem melhor, o policial com conhecimento de Direito vai exercer sua profissão muito melhor.

Eu conseguia trabalhar e agir sempre de uma maneira legalista, mas eu fui desanimando por causa de perseguição interna. Exemplo clássico: o policial está dirigindo a viatura e se vier a bater, pronto! De duas uma: vai ficar preso ou vai pagar a viatura e ser perseguido.

Como fiz Direito, já defendi muito policial militar em processo administrativo. Mas eu ia vendo que as decisões do comandante eram tendenciosas e isso ia me desanimando.

Hierarquia há em todos os órgãos públicos, mas a hierarquia militar, por ter regulamento próprio, é pior. Se você chegar atrasado – o trem pode atrasar, o ônibus pode quebrar - você já responde processo.

Eu tomei providências em relação ao meu oficial, que era um tenente. Ele não aceitou o fato de que um soldado poderia abrir um processo contra ele. Ele quis utilizar um armamento que não poderia usar por norma do comandante. Eu fiz um documento comunicando isso a um superior dele e acabei transferido de companhia.

Esse é um tipo de punição na Polícia Militar que não tem no regulamento, que é a transferência, mudança de escala, é uma punição velada. O PM é obrigado a melhorar o salário fazendo o famoso bico. Um comandante que quer perseguir vai botar o policial para trabalhar no dia do bico, puxar escala extra e aí ele perde o dinheirinho extra do bico.

Eu respondi a dois processos administrativos.

Hoje quero sair da PM. Não tenho mais aquele brilho no olhar para a polícia, não gosto mais da profissão.

Não quero mais fazer um serviço desses para sofrer perseguições, o militarismo desanima a gente. A PM é a única instituição em que você vai trabalhar e pode ser preso, ser morto ou responder a um processo.

A Polícia Militar hoje é uma instituição secular. Felizmente, bem ou mal, é a única polícia que consegue segurar a criminalidade no país, mas tem que passar por muitas reformas. Mas eu não vou ficar para ver, se Deus quiser, vou sair em breve."

(Procurada pela reportagem da BBC Brasil, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo afirmou que não se pronunciaria sobre o relato do policial. Já a Polícia Militar do Estado de São Paulo não havia enviado seu posicionamento até a publicação desta reportagem)

Fonte:  BBC Brasil