segunda-feira, 8 de junho de 2026

ASPRA/SE EMITE NOTA DE REPÚDIO CONTRA ATUAÇÃO DE SEGURANÇA PRIVADA QUE DIVULGOU VÍDEOS E IMAGENS DE POLICIAL MILITAR FEMININA NO ARRAIÁ DO POVO.


A ASPRA/SE (Associação de Praças Policiais e Bombeiros Militares de Sergipe) vem a público emitir nota de repúdio a atuação de segurança privada que expôs vídeos e imagens de uma policial militar feminina que tentava entrar no Arraiá do Povo.

Conforme vídeos vinculado nas redes sociais, a policial militar feminina estava sozinha e queria ficar em um local de menos aglomeração, visualizando que seguranças da empresa privada existente no evento estariam entrando por um local que era de saída, tendo então ido solicitar o apoio para entrar e ficar no local de menos aglomeração, visto que estava sozinha e desarmada.

Ao notar a presença da colega, um cabo da Polícia Militar, a reconheceu e tentou colocá-la para dentro, visto que estava desarmada e sozinha, argumentando com o segurança privado que a mesma era policial militar, encaminhando-a para dentro do espaço, porém, foi impedido pelo segurança privado, que desmereceu a autoridade policial do cabo da PMSE, barrando a policial militar feminina e fazendo vídeos e imagens de ambos os policiais militares, sem autorização.

A ASPRA/SE lamenta o fato e repudia a atitude da segurança privada, que desconsiderou uma policial militar feminina desarmada e sozinha, que pediu o auxílio para ficar em um local de menos aglomeração, a qual foi reconhecida pelo seu colega de farda, mas que teve sua entrada, apesar de autorizada pelo cabo da PMSE, barrada pela segurança privada.

Importante salientar que policiais militares atuam nos mais diversos eventos espalhados pelo estado, em parceria com seguranças privados, sempre prestando auxílio e apoio quando necessários.

Como se não bastasse ter barrado a policial militar, a segurança privada da empresa DEA, gravou o ocorrido e expôs nas redes sociais sem autorização, causando constrangimento a policial militar que em momento algum usou de qualquer truculência ou abuso para querer entrar no evento, o que é inadmissível.

A ASPRA/SE espera que a empresa de segurança DEA adote as devidas providências face ao ocorrido, pois o dever do sigilo policial deve ser preservado.

Associação de Praças Policiais e Bombeiros Militares de Sergipe

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