segunda-feira, 16 de novembro de 2015

JORNAL DO RIO SE RETRATA PUBLICAMENTE POR TER ACUSADO PM DE FAZER PARTE DE GRUPO DE EXTERMÍNIO.

Por causa disso ele foi excluído da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, ficando afastado da Corporação por 5 anos!


Retratação pública da Editora O Dia

A Editora O DIA vem por meio desta se retratar publicamente em razão da publicação de notícias jornalísticas equivocadas a respeito do policial militar Luis Carlos Melchíades

O Dia

12/11/2015 23:59:33

Rio - A Editora O DIA vem por meio desta se retratar publicamente em razão da publicação de notícias jornalísticas equivocadas a respeito do policial militar Luis Carlos Melchíades, morador do município de Campos dos Goytacazes e então lotado no 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM). As referidas reportagens foram divulgadas nos dias 17 de março e 15 de abril de 1994, apontando-o como uma das pessoas supostamente envolvidas em um grupo de extermínio que agia na cidade. 

A primeira reportagem foi publicada em uma quinta-feira, sob o título "Testemunha depõe e acusa exterminadores". A segunda foi divulgada em uma sexta-feira, com o título "Suspeitos de extermínio serão interrogados hoje". As duas reportagens foram contestadas judicialmente pelo policial Luis Carlos Melchíades. A Justiça deu ganho de causa a ele e condenou à ré, Editora O DIA, a fazer publicar em seu jornal, no mesmo tamanho das matérias ofensivas à honra do autor e nos mesmos dias da semana em que foram publicadas as matérias antes mencionadas, retratação da ofensa perpetrada. Segundo o policial militar, na lista dos acusados de envolvimento no grupo citada na reportagem, o seu nome apareceu ligado ao vulgo “Cacau”, que seria o apelido de outro soldado PM. 

Ele afirmou que devido ao noticiado foi excluído da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, ficando afastado da Corporação por 5 anos, inviabilizando suas aspirações em prosseguir na carreira militar galgando um posto mais graduado. Luis Carlos Melchíades não chegou a ser indiciado ou denunciado pela Justiça, jamais tendo respondido por crime de formação de quadrilha ou homicídio. Ele foi reintegrado à Polícia Militar por meio de processo administrativo, através de decisão publicada em 28 de novembro de 2000 no Boletim da PMERJ.

Fonte:  Blog Adeilton 9599

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