segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

GENERAIS PRESSIONARAM TOFFOLI.


Aquela molecagem do Ministro Marco Aurélio Mello de mandar libertar todos os presos em segunda instância, através de uma decisão monocrática que pretendia atingir e libertar principalmente o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, só não prosperou graças a uma intervenção militar, segundo revela o jornalista Ailton Vilanova, no site do “JornaldaCidadeOnLine” (nada a ver com o seu homônimo daqui). Ele conta que, tão logo souberam da medida esdruxula do Ministro Mello, do STF, quinze generais se reuniram em vídeo conferência e decidiram conversar com o Presidente do Supremo, Ministro Dias Toffoli, para que tomasse uma providência, visando anular a decisão do Ministro. Toffoli argumentou que se tratava da decisão de um ministro do Supremo e que a repercussão dessa medida seria impensável. O general que lhe telefonou, porém, porém, falou da revolta popular que já estava nas ruas, e que poderiam ocorrer distúrbios e badernas, numa revolta popular que seria incontrolável. Tudo isso seria posto na conta do Ministro-Presidente do Supremo. Poderia até mesmo haver uma intervenção militar no Supremo. “Isso não pode”, argumentou Toffoli. “Mas nós podemos”, contra-argumentou o general. Só então Toffoli parece ter caído na real e assegurou que iria anular a medida do Ministro Melo. Este general que telefonou para Toffoli é da equipe do futuro Presidente Jair Bolsonaro que só depois foi comunicado do ato. E deve ter agradecido muito pelo ato pois, do contrário, sua posse se tornaria inviável. A irresponsabilidade do Ministro Marco Aurélio quase leva a uma derrocada da situação brasileira. O que felizmente não ocorreu e também porque a PGR Raquel Dodge preparou em tempo recorde uma ação contra a decisão do Ministro Mello que poderia pôr na rua mais de 150 mil presidiários nos dias seguintes.

Fonte:  blog do jornalista Ivan Valença

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