terça-feira, 27 de agosto de 2019

"O BRAVO E CORRETO SOLDADO PM GENÉZIO É MORTO POR UM MARGINAL E ATÉ AGORA NÃO SE VÊ NENHUM ÓRGÃO DE DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS HIPOTECAR SOLIDARIEDADE À SUA FAMÍLIA E SEUS COLEGAS DE FARDA. LAMENTÁVEL!", ESCREVE MÁRLIO DAMASCENO.


Desde a morte do bravo e correto soldado PM Genézio ocorrida na noite do último domingo, dia 25, em virtude de um disparo feito por um marginal que estava em liberdade condicional, que atingiu a boca do militar, passando pelo velório que ocorre desde ontem (26) em um velatório na cidade de Lagarto, que não observamos nenhum órgão de defesa dos direitos humanos, emitir alguma nota ou até mesmo se manifestar publicamente, hipotecando solidariedade à família do soldado Genézio, que deixa esposa, uma filha de 4 anos e um filhinho de 5 meses, que crescerão sem a presença, o apoio e carinho do pai que foi barbaramente morto, bem como, aos colegas de farda que perdem um colega de comportamente exemplar, companheiro e acima de tudo, um grande ser humano.

É lamentável a inversão de valores no nosso país, onde se clama tanto por direitos humanos para quem não é humano com a vítima, no entanto, esta, que perde sua vida e deixa sua família com a eterna dor da perda e desassistida, não tem qualquer tipo de apoio. Direitos humanos é para quem é humano.

Quando um policial morre, como foi o caso do soldado Genézio, defendendo a sociedade, não vemos a devida cobertura por parte de alguns órgãos de impresa.

Fica a reflexão para a sociedade repensar, se quer direitos humanos para quem não é humano com a vítima e com esta mesma sociedade.

Artigo de autoria de Márlio Damasceno para o blog Espaço Militar

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