Segundo a Polícia Civil, a investigação foi conduzida pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que realizou diligências como coleta de depoimentos, análise de imagens e perícias técnicas feitas pelo Instituto de Criminalística. De acordo com a corporação, os elementos reunidos permitiram esclarecer a dinâmica do crime e embasaram o indiciamento do suspeito.
A Polícia Civil destacou que o DHPP, atua para elucidação de crimes contra a vida, especialmente aqueles que envolvem violência contra a mulher, atuando de forma rigorosa na investigação e responsabilização de autores de crimes dessa natureza.
Relembre
A empresária Flávia Barros foi morta a tiros pelo policial Tiago Sóstenes dentro de um quarto de hotel em Aracaju. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a porta do quarto arrombada e, no interior, o casal sobre a cama, ambos com ferimentos causados por disparos de arma de fogo.
Flávia já estava morta, mas Tiago estava vivo e foi encaminhado ao Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse), de onde teve alta médica alguns dias depois. Tiago passou por audiência de custódia e teve a prisão mantida. Ele está detido no Presídio Militar de Sergipe.
Por Verlane Estácio
Fonte: Infonet

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