segunda-feira, 5 de março de 2012

SARGENTOS E CAPITÃO DEVEM SER EXPULSOS.

Capitão Ildomário e sargento Vieira respondem a mais um conselho. Mesmo a justiça tendo cancelado um dos conselhos, Vieira é novamente notificado.

O presidente da Associação dos Militares do Estado de Sergipe (AMESE), sargento Jorge Vieira e o diretor financeiro da Associação, capitão Ildomário, serão ouvidos nesta terça-feira (06), em mais um Conselho.

Eles serão submetidos a mais um Conselho Disciplinar, sendo que o capitão Ildomário será ouvido às 9 horas, enquanto Jorge Vieira falará ao Conselho as 14 horas desta terça-feira. A informação que se tem, é que os militares estão sendo responsabilizados de encabeçar o movimento “Tolerância Zero II”.

Dentro da corporação, o que se comenta é que capitão Ildomário, sargentos Edgard Menezes e Jorge Vieira da Cruz, “já foram julgados e condenados a deixar a corporação”, afirma um policial.

Nesta segunda-feira (05), Jorge Vieira recebeu uma notificação aonde irá novamente enfrentar um provável “conselho”, tudo por conta de a justiça ter cancelado uma ouvida sua, que seria realizado no ultimo dia 8. Com a decisão a justiça em cancelar o conselho a que ele seria submetido, Vieira não se fez presente, por conta disso o comando o notificou na manha de hoje.

A situação não é diferente para o vice-presidente da Amese, Edgard Menezes, que também enfrenta diariamente “IPMs”.

Essa situação começa a atingir e abalar o estado emocional dos militares que procurados pela reportagem, eles preferiram não comentar sobre o assunto, porem um soldado disse à redação do FAXAJU que “o comando vai acabar conseguindo expulsar esses três militares que o maior crime que eles cometeram foi lutar por melhores salários para nós. Quem está fazendo isso, não sabe o mal que está causando a três homens honestos”, desabafou o soldado.

Na semana passada, o deputado estadual capitão Samuel Barreto (PSL), estava revoltado com o que ocorrendo na corporação. Samuel chegou inclusive a afirmar que caso eles sejam expulsos “eu assumirei a vice liderança da oposição na AL”, avisou.

Fonte: Faxaju (Munir Darrage)

DEBATE NA CÂMARA SOBRE SEGURANÇA PRIORIZA ORGANIZAÇÃO E SALÁRIOS DE POLICIAIS.

Grande parte dos projetos que tramitam na Câmara trata de salários dos policiais ou anistia para grevistas. Viés corporativo é criticado por Vanderlei Siraque, enquanto Arnaldo Faria de Sá defende que, sem melhores salários, não haverá combate eficiente à criminalidade.

As recentes greves de policiais e a proximidade das eleições municipais reacenderam a discussão sobre segurança pública e combate à criminalidade. Entre os deputados federais, esse debate é dominado por projetos que buscam a melhoria dos salários e mudanças na organização das corporações, com destaque para o piso nacional para policiais e bombeiros (PECs 300/08 e 446/09), que depende de votação em segundo turno em Plenário.

Na Câmara, há 24 propostas que tratam de organização das polícias, entre elas, a PEC que eleva os agentes penitenciários à categoria de Polícia Penal (PEC 308/04). Também tramitam na Casa 11 projetos que anistiam policiais e bombeiros participantes de movimentos grevistas. Além disso, entre as seis propostas que buscam alterar o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), principal política de segurança do governo federal, cinco querem ampliar as categorias que têm acesso ao bolsa-formação, benefício salarial para incentivar a valorização profissional.

Corporativismo

Esse enfoque corporativo é criticado pelo deputado Vanderlei Siraque (PT-SP). “A Câmara discute a questão das corporações, não discute políticas públicas de segurança. Os servidores são fundamentais, mas para defendê-los existem os sindicatos. Nós temos obrigação de olhar o todo, as políticas públicas, e não apenas uma parte do problema”, avaliou.

Siraque lembra que tramita na Casa o Sistema Único de Segurança Pública (Susp - PL 1937/07), que prevê ação coordenada das policias e um banco de dados centralizado. O projeto está parado desde 2007 na primeira comissão a que foi distribuída, Comissão de Educação e Cultura, onde sequer tem relator.

Diante do engavetamento da proposta e de olho na segurança durante a Copa do Mundo de 2014, o Executivo tenta reviver o debate com um novo projeto (PL 2903/11), enviado em dezembro do ano passado, e focado unicamente no banco de dados unificado e informatizado sobre segurança pública e drogas (Sinesp). Inicialmente apensado ao Susp, o projeto do banco de dados pode voltar a tramitar sozinho por requerimento do deputado Biffi (PT-MS).

Defesa

Autor da proposta do piso nacional aprovada em primeiro turno pela Câmara, o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) defende o aumento salarial como o principal ponto para a melhoria da segurança pública. Segundo ele, sem reajuste não haverá política de segurança eficiente, uma vez que os policiais serão sempre forçados a buscar uma segunda fonte de renda. “Há interesse de manter os salários dos policiais baixos para ampliar o mercado da segurança privada. Com bons salários, acabam-se os bicos”, afirmou.

O parlamentar propôs que, além do aumento dos salários, seja instituída uma política de cursos de qualificação obrigatórios. “Hoje, não podemos fazer isso porque o policial, quando não está trabalhando na corporação, está no segundo emprego”, criticou.

Faria de Sá é presidente da comissão especial que vai analisar todas as propostas de emenda à Constituição voltadas para a carreira policial. O colegiado aguarda a manifestação dos estados sobre o impacto orçamentário da aprovação do piso salarial para ser efetivamente instalado. De acordo com o deputado, oito estados já responderam à comissão. “Com essa avaliação dos impactos, vamos comprovar que muitos estados estão trabalhando contra o piso nacional”, disse.

Fonte: Agência Câmara

POLICIAIS E FAMILIARES TERÃO SEUS BENS MONITORADOS.

Toda medida que efetivamente coíba a prática de ilicitudes e imoralidades por parte de policiais é válida, afinal, ser complacente com a corrupção policial é admitir a fragilidade de um Estado que se volta contra ele mesmo. Visando evitar esta incompatibilidade, o estado do Rio de Janeiro inaugurou uma medida peculiar, através do decreto nº 43.483, de 27 de fevereiro de 2012, que cria normas para monitorar a “evolução patrimonial incompatível com os recursos que auferem em razão do cargo e disponibilidades que compõem seu patrimônio”. Estão sujeitos às regras policiais militares, bombeiros e policiais civis.

Apesar da aparente boa intenção do governo carioca, algumas controvérsias são flagrantes na medida. A primeira delas surge após a leitura do Artigo 2º do Decreto:

Art. 2° - A posse e o exercício em cargo, emprego ou função pelos agentes citados no art. 1º ficam condicionados à apresentação, pelo interessado, de declaração dos bens e valores que integram o seu patrimônio, bem como os do cônjuge, companheiro, filhos ou outras pessoas que vivam sob a sua dependência econômica, excluídos apenas os objetos e utensílios de uso doméstico.


É de se imaginar como o marido ou esposa casado em regime de separação total de bens, por exemplo, obrigará seu cônjuge a entregar uma declaração de bens à instituição em que trabalha a esposa/marido. Se neste caso (de separação total de bens) não for necessário que a declaração do cônjuge seja entregue, criou-se a primeira brecha para que a norma seja burlada. Do mesmo modo, não parece adequada a obrigatoriedade da declaração dos bens à organização que trabalha o pai ou mãe de um filho maior de idade – é até constitucionalmente contestável tal medida.

A efetivação do que pretende o decreto esbarra também na coragem que o governo e as polícias terão em não admitir a prática do segundo emprego por policiais, o bico. Isto porque uma significativa parte dos profissionais de segurança pública, no intuito de complementarem seus salários pífios, possuem atividades informais que não se constituem crime para a população em geral, mas são proibidas para o policial ou bombeiro em razão do serviço público que executa. Reprimir o bico é aumentar a pressão institucional por salários melhores, continuar permitindo é admitir a ineficiência da medida.

O Decreto também pode ser visto como mais uma exclusividade inquisitorial para os policiais e bombeiros – semelhante à proibição ao direito de greve ou às limitações à liberdade de expressão. Para entender do que se está referindo aqui, basta ler o que diz o Artigo 9º da lei:

Art. 9º - Os dirigentes de unidades administrativo-judiciárias da Polícia Civil e os comandantes das organizações policiais militares e dos bombeiros militares deverão permanentemente fiscalizar e identificar, entre seus subordinados, aqueles que exibam sinais exteriores de riqueza incompatíveis com seus vencimentos, bem como aqueles que, de folga, em gozo de férias ou de licenças, demonstrem gastos desproporcionais ao seu padrão salarial.

Com a licença da ironia, o artigo parece sugerir que comandantes ou chefes de unidades monitorem o que andam comprando e consumindo seus subordinados em shoppings, bares, restaurantes etc.

Com estas fragilidades, a fiscalização dos bens dos policiais, nos termos em que está posta, corre o risco de ser uma medida decorativa, sem desdobramentos que não a satisfação político-midiática do combate à corrupção na polícia. Mais: os policiais que vivem resignados com os baixos salários que recebem, e não se adaptam corruptamente ao ambiente de desvalorização, podem se sentir ainda menos cidadãos (qual outra categoria sofre a mesma cobrança?).

Além da possibilidade de serem presos por reivindicar melhores vencimentos, agora são obrigados a atestar sua miséria.

Fonte: Abordagem Policial (Danillo Ferreira)

FALSO MILITAR É PRESO PELA SEGUNDA VEZ.

Uniforme e identificação falsas foram apreendidos

Depois de ter sido preso e liberado na cidade de Tobias Barreto, um homem portador de deficiência mental, foi preso novamente nas mesmas circunstâncias. O homem estava vestido em um uniforme militar da tropa de choque e transitava incomodando os moradores do bairro Santos Dumont.

Na primeira situação em que foi preso, há cerca de duas semanas, o homem estava em posse de uma pistola de pressão, com a qual ameaçava as pessoas em Tobias Barreto. Em Aracaju, ele apenas estava discutindo com as pessoas. Na tarja do uniforme, está escrita a identificação como tenente PM Santos.

De posse de um documento militar falso, em nome de José Carlos Monteiro Santos, o homem continuou alegando que era oficial da PM. O uniforme da prisão anterior foi apreendido em Tobias Barreto, em sua nova prisão, o homem alegou que comprou o uniforme em uma loja especializada em artigos para militares situada na rua Acre, bairro Siqueira Campos.

O falso militar foi preso pelo batalhão de choque, para evitar uma reação inesperada. Em seguida, levado para a Delegacia Plantonista.

Fonte: F5 News (Márcio Rocha)

domingo, 4 de março de 2012

AMESE CONDENA "BICOS".

O vice-presidente da Associação dos Militares de Sergipe (Amese), sargento Edgar Menezes disse, ontem, que é contra os “bicos” na instituição e que, atualmente, entre 70% e 80% das pessoas – num universo de aproximadamente 5 mil – não estão fazendo mais esse tipo de serviço extra. “Antes, fazer bico era uma necessidade, hoje é uma opção”, disse. Ele afirma que a LOB – Lei de Organização Básica – que deve seguir para Assembleia Legislativa ainda este mês vislumbra esse tipo de situação.

Na quinta-feira à tarde, o policial militar Elder Freitas, 37 anos, foi morto a tiros no bairro Santa Maria, numa loja de material de construção. A informação é de que ele fazia bico como segurança, quando três homens bem trajados chegaram ao local e anunciaram o assalto. Freitas foi atingido e morreu no local. A arma da corporação foi roubada.

Por enquanto, o vice-presidente da Amese é cauteloso a tratar do assunto, porque surgiu uma informação, no local do crime, que o militar estaria comprando uma torneira. No entanto, funcionários do estabelecimento disseram que ele fazia um serviço extra. “Vamos esperar a Corregedoria apurar exatamente para ver qual das versões é verdadeira. Mas afirmo que sou contra os bicos na instituição”, afirmou.

“Quero ser professor”, reage Edgard Menezes, ao se referir a mais uma opção de trabalho, quando a LOB a regulamentar. Ele lamenta que a corporação seja tratada de forma “especial”, enquanto outras categorias como juízes, procuradores de Estado, por exemplo, podem ser professores. “Acho que há contradições sobre esse assunto”, frisou.

Estudo - Em 2008, a situação era bem diferente da atual e 8% do efetivo fazia bico para reforçar o orçamento familiar. Foi naquele ano, inclusive, que dois sargentos – Adilson Ferreira e Roberto Lima – foram mortos a tiros no povoado Calumbi, em Nossa Senhora do Socorro. O percentual tão alto foi constado pelo próprio Edgar Menezes que, na ocasião, dirigia a Associação Beneficente dos Servidores Militares de Sergipee justificava por conta do “salário de miséria”.

Em Sergipe não há dados sobre o assunto, mas um trabalho das pesquisadoras cariocas Maria Cecília de Souza Minayo, Edinilsa Ramos de Souza e Patrícia Constantino intitulado “Riscos percebidos e vitimização de policiais civis e militares na (in)segurança pública” mostraram que na ocasião a realidade era outra. Que muitos faziam bico. Elas centraram a pesquisa nas instituições do Rio de Janeiro (Polícias Militar e Civil), mas que refletem a mesma realidade do restante do País e, de modo particular, a sergipana.

Num dos trechos do trabalho, as pesquisadores revelam que o número de policiais que morrem fazendo “bicos” é grande. “Dados de óbitos por ação violenta indicam que morreram 2,8 vezes mais policiais militares em folga, em 2004, do que os que se encontravam em serviço. Porém, a importância da ação violenta é maior na mortalidade desses últimos (ela representa 83,2% das causas de óbito dos policiais que morreram em serviço, comparados aos 68,5% dos que morreram em folga)”.

Fonte: Jornal da Cidade

sábado, 3 de março de 2012

DELEGACIA INVESTIGA ACIDENTE QUE MATOU POLICIAL MILITAR.

Condutores de veículos já prestaram depoimentos

Carro de Andrade foi imprensado entre duas carretas (Foto: Arquivo Portal Infonet)

A 12ª Delegacia Metropolitana (12ª DM) já deu início às investigações do acidente de trânsito que matou o policial militar Gustavo Andrade no último domingo, 26, no km 105 da BR 101, em São Cristóvão. Andrade teve seu veículo imprensado entre duas carretas na estrada.

Segundo a escrivã Elenildes Santos, da 12ª DM, o motorista de uma das carretas, Elvécio Pereira da Silva, foi o primeiro a ser ouvido. Ele contou que havia ligado o pisca-alerta e não viu quando o militar se posicionou atrás de seu veículo, percebendo a situação apenas quando sentiu o impacto do automóvel e foi obrigado a frear.

O dono da segunda carreta, José Donizete Marcelino de Souza, afirmou que se sentiu mal e que não consegue recordar de nada do acidente – ele teria colidido na traseira do carro de Andrade. Souza, segundo o seu próprio depoimento, só teria voltado a si quando Elvécio o retirou de seu veículo.

De acordo Elenildes Santos, o delegado responsável pelo caso vai analisar as oitivas, juntar documentos das vítimas e fazer um relatório. É possível que, aos depoimentos dos motoristas, sejam acrescentados os dos agentes da Polícia Rodoviária Federal que atenderam o chamado do acidente.

Fonte: Infonet

sexta-feira, 2 de março de 2012

CAPITÃO SAMUEL AFIRMA QUE VÁRIOS POLICIAIS FAZEM BICO.

Deputado estadual diz que o clima é de insegurança pública


O deputado estadual Samuel Barreto (Capitão Samuel) (PSL), em conversa com a reportagem do F5 News, afirmou que o assassinato do policial militar Elder Freitas, morto a tiros em uma loja de material de construção no bairro Santa Maria, na noite de ontem (01), poderia ter acontecido com qualquer pessoa. Para o parlamentar, Sergipe vive em um clima de insegurança.

“O cabo Elder foi morto na loja, apenas por ser reconhecido como policial por um dos marginais que o assassinaram. Poderia ele estar fazendo bico, ou não. Ele estava na frente da loja, quando foi covardemente morto por três criminosos. Se não fosse ele, a vítima poderia ter sido qualquer um dos clientes da loja”, afirmou o deputado.

Samuel mostra indignação com a situação da polícia em Sergipe. De acordo com o ex-oficial militar, o efetivo policial é pequeno e insuficiente para cobrir todas as localidades do estado e os bairros de Aracaju.

“O efetivo da PM é reduzido, pois temos poucos policiais. O número é insuficiente para fazer até o policiamento ostensivo. Se tivéssemos mais policiais nas ruas fazendo rondas, a morte do militar poderia ter sido evitada. Há menos de dez dias, tivemos um policial morto em um ponto de ônibus. O clima é de insegurança total”, comentou.

Sobre a possibilidade do militar assassinado estar fazendo bico, o deputado foi enfático ao dizer que vários profissionais fazem bicos, mesmo ganhando muito bem. Em todas as áreas, jurídica, comunicativa, médica, contábil, entre outras.

“O policial faz bico como segurança em algum lugar. O juiz faz bico como professor, tem coronel da polícia que faz bico com segurança ou como professor, tem médico, contador, jornalista, tem profissionais de várias áreas fazendo bicos em outras profissões. Só perseguem o policial. Com uma carga horária definida, não haveria policial fazendo bico e colocando sua vida em risco!”, manifestou-se, indignado.

Samuel registra ainda que o número de homicídios em Sergipe é assustador. A seu ver, enquanto não houver uma reestruturação na polícia, o clima de insegurança permanecerá. O parlamentar destacou que é necessário fazer concursos para a PM e Polícia Civil, na intenção de aumentar os quadros e promover ainda mais segurança para a população, com o aumento do policiamento ostensivo, coibindo a ação de marginais.

Fonte: F5 News (Márcio Rocha)

DEPUTADO CAPITÃO SAMUEL E AMESE LAMENTAM A MORTE DO PM ELDER FREITAS.

A falta de segurança começa a afetar a própria policia. Mais um policial militar é assassinado em Aracaju em menos de 15 dias. O número reduzido de policias nas ruas de Aracaju, tem deixado os marginais agirem de forma tranqüila.

No inicio da noite desta quinta-feira (01), mais um policial militar é morto a tiros, O cabo da policia militar de Sergipe, Elder Freitas, foi assassinado com quatro tiros dentro de um deposito de material de construção na Terra Dura, em Aracaju.

O deputado estadual Capitão Samuel Barreto lamenta a morte de mais policial militar e desde já se coloca à disposição dos familiares do militar. “É lamentável para nós que mais um policial militar esteja morto, assassinado por bandidos frios que não medem as conseqüências de seus atos. Elder era um policial exemplar, um homem tranqüilo e responsável no seu serviço”, lamentou Samuel Barreto.

A Associação dos Militares do Estado de Sergipe (AMESE), através do presidente e vice, sargentos Jorge Vieira e Edgard Menezes também lamentaram a morte do cabo Elder Freitas. “Nós ficamos triste em saber que mais um irmão de farda foi morto. É lamentável que isso esteja ocorrendo”, disseram os sargentos.

Fonte: Faxaju (Munir Darrage)

AMESE LAMENTA MAIS UMA MORTE DE UM COMPANHEIRO POLICIAL MILITAR, O CABO NICILVAN, DEVIDO A PROBLEMAS DE SAÚDE.

A AMESE lamenta a morte de mais um companheiro policial militar, o Cb. Nicilvan Alves Freitas, 45 anos, o qual era lotado na 3ª CIA / 7º BPM, que faleceu no dia de ontem, 01, no hospital São Lucas, face a problemas de saúde em decorrência de um câncer no estômago.

O velório está sendo realizado no Conjunto Valadares, na Cidade de Carmópolis e o enterro acontecerá às 16 horas, no cemitério local.

Todos que fazem a AMESE, consternados com o falecimento do companheiro, rogamos ao Bom Deus que dê o devido conforto aos familiares e amigos para superar este momento difícil.

FAMILIARES DE POLICIAL ASSASSINADO NÃO ENTENDEM A MOTIVAÇÃO DO CRIME.

Irmã diz que o comportamento dele era de uma pessoa pacata


Os familiares do cabo da Polícia Militar Elder Freitas, 40 anos, assassinado a tiros quanto estava numa loja de materiais de construção, no bairro Santa Maria, na tarde de ontem, não conseguem entender a razão do crime contra o militar.

Segundo Viviane Freitas, irmã do policial, o comportamento de Elder era de uma pessoa pacata, conquistador de amizades e muito querido dentro da comunidade em que vivia. “Meu irmão era um homem muito bom. Era ele quem cuidava da minha mãe, depois que ela teve um AVC, e ele sempre esteve ao lado da família. Na rua, ele sempre foi caracterizado como uma pessoa de muito trato, fazedor de amigos. Não conseguimos entender o que motivou esse crime”, disse Viviane.

Representantes da corporação Polícia Militar estiveram no velório e manifestaram seu sentimento de pesar com o tombamento do colega de farda. “Estamos de luto, sentimos muito pelo triste acontecimento da morte do nosso companheiro”, disse a tenente Evangelina, em nome da PM.

O cabo Elder Farias deixa duas filhas adolescentes. Seu corpo está sendo velado no velatório OSAF, na rua Itaporanga. O enterro será às 16 horas no cemitério São João Batista.

Fonte: F5 News (Márcio Rocha)

POLICIAL MILITAR É ASSASSINADO NO SANTA MARIA.

Cabo prestava serviço de segurança privada em loja

Corpo chegou ao IML por volta das 20h30 (Foto: Ascom PM/SE)

Um policial militar morreu assassinado no fim da tarde desta quinta-feira, 1º, no bairro Santa Maria, em Aracaju. Ele trabalhava como segurança em uma loja de materiais de construção da avenida Alexandre Alcino quando o crime ocorreu. Este foi o segundo homicídio contra militar em 10 dias.

Segundo informações colhidas no local, o cabo Élder Freitas, da 4ª Companhia do 1º Batalhão de Polícia Militar, estava sentado em um banco na frente do estabelecimento comercial quando indivíduos armados fizeram disparos contra ele. Segundo a polícia, eram três os criminosos; já o Conselho de Segurança do bairro afirma que foram dois.

Os bandidos teriam se aproximado de Élder e logo atiraram contra sua cabeça. Com o guarda já no chão, eles chegaram mais perto e efetuaram disparos pelo seu corpo. Nada foi roubado da loja – aparentemente, os indivíduos estavam interessados apenas na arma do policial, que foi roubada.

Além de Élder, outro homem acabou sendo ferido. Dono de uma banca de queijos vizinha ao comércio de materiais de construção, o vendedor identificado na área pelo prenome ‘Tadeu’ levou um tiro na barriga. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

No momento em que o Instituto Médico Legal (IML) realizava a remoção do corpo de Freitas, cinco viaturas policiais se encontravam no local. A operação que buscava os responsáveis pela morte do cabo também mobilizou um helicóptero.

Consternados, alguns membros do Conselho de Segurança do Santa Maria afirmaram que a violência no bairro é alarmante. “Eles andam com as armas à mostra, todo dia tem assalto a ônibus aqui”, disse Edir Alves Sobrinho, presidente do Conselho. De acordo com ele, falta policiamento ostensivo na região – na próxima sexta-feira, 2, a entidade deve entregar um relatório a respeito da situação ao Comando Geral da Polícia Militar.

Velório e enterro

A PM informa à tropa e aos amigos que o velório do soldado Elder ocorre no Velatório Osaf, na Rua Itaporanga, 436, centro da capital. O sepultamento do praça acontece às 16h no Cemitério São Benedito, localizado ao lado do Hospital Santa Izabel, na Avenida Simeão Sobral, bairro Industrial.

Fonte: Infonet

CABO DA PM É ASSASSINADO A TIROS NO SANTA MARIA.

Militar foi reconhecido por assaltantes e morto

Ontem, 01, por volta das 18h, três homens armados tentaram fazer um assalto contra uma loja de materiais de construção na avenida principal do Santa Maria. Os elementos chegaram e abordaram os clientes, anunciando o assalto.

O cabo Elder, da PM, estava em trajes paisanos na loja, quando foi reconhecido por um dos elementos. Sem oportunidade de reação, o assaltante disparou vários tiros contra o militar que estava fazendo a segurança do estabelecimento. A arma do cabo Elder foi roubada.

Após atirarem contra o cabo Elder, os elementos fugiram em duas motos, tomando destino ignorado. O SAMU foi acionado para resgatar o militar, que não resistiu e morreu no interior da loja.

Equipes da PM estão fizeram buscas em todo o bairro Santa Maria e efetuaram a prisão de três suspeitos.

Fonte: F5 News (Márcio Rocha)

POLICIAL MILITAR É ASSASSINADO EM ARACAJU.

A falta de segurança começa a afetar a própria polica. Mais um policial militar é assassinado em Aracaju em menos de 15 dias. O número reduzido de policias nas ruas de Aracaju, tem deixado os marginais agirem de forma tranquila.

No inicio da noite desta quinta-feira (01), mais um policial militar é morto a tiros, O soldado da policia militar de Sergipe, Elder, foi assassinado com quatro tiros dentro de um deposito de material de construção na Terra Dura, em Aracaju.

As primeiras informações são de que dois elementos fortemente armados assaltaram o deposito e após dispararem contra o policial, retiram a sua pistola e fugiram tomando rumo ignorado.

Elder era soldado da policia militar e estava lotado no primeiro Batalhão.

quinta-feira, 1 de março de 2012

NOVA MINI SÉRIE SERGIPANA!


Fonte:  cleciobarroso.blogspot.com

DILMA MENTIU QUANDO PROMETEU CRIAR FUNDO PARA A SEGURANÇA PÚBLICA.

O deputado federal Mendonça Prado (DEM/SE), presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO), apresentou, as propostas de governo indicadas no Tribunal Superior Eleitoral, em julho de 2010, quando do registro da candidatura da presidente Dilma Rousseff.

“Provo aqui que uma das diretrizes do programa 2011/2014 da atual presidente era criar o Fundo Constitucional de Segurança Pública para, progressivamente, instituir e subsidiar o piso salarial nacional dos policiais civis e militares até 2016, quando os Estados da Federação passarão a ser responsáveis integralmente pelo cumprimento do piso”, afirmou Mendonça Prado, enfatizando o embaraço criado pelo governo do PT para a votação e aprovação da PEC 300/2008.

Segundo o parlamentar apenas os estados e municípios são responsáveis pela Segurança Pública, “queremos compartilhar responsabilidades criando um Fundo Nacional para que haja transferência de recursos do Governo Federal para os Estados Membros”.

Fonte: Assessoria Parlamentar do Deputado Mendonça Prado

MANDADO EXPEDIDO CONTRA CAPITÃO ILDOMÁRIO FOI ILEGAL.

Apenas um desembargador poderia expedir mandado contra juiz militar

O capitão Ildomário Gomes, um dos militares que teve materiais de acesso à internet apreendidos pela Polícia Militar na manhã de ontem (29), não poderia ter seus pertences apreendidos. O mandado de busca e apreensão expedido pela juíza Juliana Nogueira não tem validade contra Ildomário, devido ao fato de o capitão também ser juiz militar.

Segundo o vice-presidente da Associação dos Militares de Sergipe, sargento Edgard Menezes, na condição de juiz militar, o capitão Ildomário só poderia ter algum mandado expedido contra ele, se este fosse despachado por um desembargador, considerando a equitatividade das funções exercidas por ele e a juíza que emitiu a ordem.

Os representantes da AMESE, sargentos Edgard e Vieira, foram na manhã de hoje (01) ao Tribunal de Justiça pedir a anulação do mandado e a devolução dos pertences apreendidos na casa da família do capitão. Ildomário, inclusive, está atuando como juiz militar em um processo em julgamento hoje.

A reportagem do F5 News conversou com capitão Ildomário, que não pôde falar muito, devido ao julgamento que está conduzindo. Contudo, o sargento Edgard afirmou que a mãe e irmã do militar passaram mal quando da abordagem policial para fazer a retirada dos equipamentos de informática da residência. As duas foram levadas ao Hospital Primavera, onde foram medicadas e liberadas. Segundo Ildomário, as duas estão bem.

De acordo com o sargento Edgard, no momento em que cumpriram o mandado de busca na casa do capitão, os policiais executores da ação agiram com truculência. “A irmã do capitão está traumatizada por causa da ação de ontem. Agiram com violência contra a família. Invadiram a casa, como se fosse a casa de um bandido. Até as calcinhas da irmã do capitão, uma advogada, foram reviradas”, disse Edgard.

A irmã do militar está sofrendo psicologicamente com a ação de ontem. O sargento Edgard disse que, ao visitar a família na tarde de ontem, a advogada pediu aos prantos que tirasse a farda, por não conseguir olhar para o uniforme verde-oliva da PM. “Outra irmã do capitão, tenente da PM, também estava sem farda, atendendo o pedido da irmã”, comentou.

Para Edgard, a ação da Justiça Militar foi realizada por ordem política, devido à atuação da AMESE enquanto entidade de classe. O sargento argumenta que, entre várias associações, apenas a AMESE teve material apreendido. Edgard nega que tenham ligação com o blog provocador dos mandados.

“Estão querendo ligar a nós a administração do blog do ‘Capitão Mano’, devido a agirmos contra os problemas da corporação e o blog denunciar constantemente as mazelas da PM. O blog é leitura obrigatória minha e de todos os militares, mas não temos nada a ver com os escritos no blog”, finalizou Edgard.

Fonte: F5 News (Márcio Rocha)

TV ATALAIA EXIBE MATÉRIA SOBRE BUSCA E APREENSÃO OCORRIDA NA AMESE E NA CASA DE MILITARES.

Assistam a reportagem exibida no Jornal do Estado 2ª edição da TV Atalaia, acerca de mandado de busca e apreensão ocorrida na sede da AMESE e na casa de policiais militares.

Clique no link abaixo e assista a reportagem:

SAMUEL COBRA POSTURA DO COMANDO DA PM.

Nesta quarta-feira (29), o deputado estadual Capitão Samuel (PSL), ocupou a tribuna e explanou sobre a importância da Polícia Militar em Sergipe que completou 177 anos de existência. Na oportunidade o deputado disse que muitos militares já perderam suas vidas em prol do projeto de Segurança Pública, em prol de outras vidas. “Quero parabenizar a Instituição Polícia Militar pela passagem do seu aniversário no dia de ontem, seus 177 anos. Cento e setenta e sete anos que muitos companheiros já tombaram para manter essa instituição de pé, muitos companheiros já perderam a vida para garantir a segurança a nossa sociedade, a segurança do povo sergipano. Cento e setenta e sete anos, quantos homens e mulheres já deram seu suor para manter essa instituição de pé”,declarou Samuel Barreto.

O parlamentar relatou os problemas que envolveu a categoria e o Governo do Estado num só dilema que foi a escala extra no carnaval. Segundo o deputado o carnaval é uma festa pública sendo da Polícia Militar a responsabilidade de garantir a segurança para o povo ao contrário das festas particulares. “A sociedade até nos culpou por causa do Pré- Caju, por que os companheiros decidiram que não iriam mais esperar. Por dois longos anos os companheiros casaram de esperar as promessas do Governador Marcelo Deda que não cumpriu, fazendo com que a categoria tomasse aquela decisão no Pré-Caju. O Pré-Caju é uma festa público-privado, não é uma festa meramente do povo, dos sergipanos, ou não teria as cordas separando o pobre do rico, ou não teria apenas uma marca de bebida entre tantas outras coisas”, afirmou o deputado.

Para Samuel Barreto o fato do Pré-Caju ser uma festa particular é motivo de contratar segurança para o evento, diferente da festa pública que é o carnaval no calendário brasileiro onde o pobre e o rico são tratados da mesma forma. O Capitão Samuel relembrou o fato desagradável que ocorreu entre a Polícia Militara cantora Rita Lee e lamentou a postura da cantora mais uma vez. “Hoje estão sendo movidas mais de 89 ações de policiais militares contra a cantora Rita Lee, cada policial que estava trabalhando lá está movendo uma ação contra a cantora, fomos aplaudidos pela sociedade e pelo governo do Estado pela postura tomada diante da atitude da artista. Esse problema de cachê não é comigo, quem deve responder é ela e quem pagou. Agora que ela vai ter que responder para cada policial que teve a sua honra atingida lá naquele evento, vai. Ela tem que ser velhinha, tem que ser roqueira, mas respeitar, ela tem que respeitar as pessoas, não é por que é roqueiro que tem que desrespeitar as pessoas,principalmente uma instituição de 177 anos”, desabafou o deputado.

O deputado disse ainda que por conta da escala extra efetuada no carnaval é que a categoria perdeu um companheiro, o cabo Aécio que se não estivesse trabalhando em escala extra o militar estaria em casa com a família. “Se a decisão de não trabalhar no carnaval tivesse sido mantida o cabo Aécio não teria sido morto num ponto de ônibus a caminho dotrabalho, estaria de folga curtindo o carnaval com a sua família”, lamentou Samuel Barreto.

Decisão Judicial – Caso AMESE

Outro ponto abordado pelo deputado Samuel Barreto, foi à decisão judicial enviada hoje pela manhã para a residência de dois cidadãos e para a Associação dos Militares de Sergipe – AMESE, a pedido do Ministério Público Estadual. Segundo o deputado essa ação foi impetrada através da abertura de um inquérito pelo Comando Geral da PM de Sergipe e que só faz reafirmar o desejo de perseguição do comando aos militares líderes de categoria, principalmente aos sargentos Jorge Vieira da Cruz e Edgard Menezes.

Samuel Barreto disse que num momento de negociação onde o Governo se propôs a enviar no mês de março a lei orgânica da PM para a Assembléia Legislativa não é momento de incitar a categoria. “Já dizia um filósofo: em tempo de paz se prepare para a guerra, realmente temos que nos preparar, por que durante o período de paz o comando da corporação em vez de legalizar as viaturas que já vão 45 dias e ainda tem 10% das viaturas da SSP rodando sem pagar o devido licenciamento e exigindo do cidadão o licenciamento. É o sujo falando do mal lavado. Hoje em vez de estar perseguindo militares, deveriam regularizar a alimentação dos militares, através do ticket alimentação. Três meses sem pagara empresa que fornece a alimentação, a empresa cortou a alimentação e os policiais militares do interior estão pedindo alimentação aos prefeitos ou então levando de casa a bóia fria, este é o tratamento com o policial militar”, declara o capitão.

O parlamentar lamenta a perseguição aos militares e afirma ser uma obsessão.“Vinte inquéritos, mandado de busca e apreensão, eu lamento profundamente esse tipo de atitude, a instituição tem que nos respeitar, a postura interna tem que mudar”, avisa o deputado que ficou indignado com a postura e a forma de abordagem na casa do Capitão Ildomário onde familiares do militar passaram mal e também a abordagem ao sargento Jorge Vieira, presidente da AMESE que teve os computadores e celulares da associação apreendidos, além de ter seu veículo revistado sem a devida autorização.

O deputado Samuel finalizou seu pronunciamento comunicando a imprensa e aos colegas parlamentares da necessidade de se convocar até a Casa do Legislativo a cúpula da SSP – Secretaria de Segurança pública do Estado de Sergipe para que se discuta os projetos existentes para a sociedade em relação à segurança. “Não dá para jogar debaixo do tapete os problemas, enquanto existem homens perdendo a vida,mulheres perdendo a vida e pessoas com problemas de drogas”, concluiu Samuel Barreto.

Fonte: Assessoria Parlamentar do Deputado Capitão Samuel (Chris Brota)

RITA LEE PODE PAGAR R$ 800 MIL POR OFENSA A POLICIAIS MILITARES DE ARACAJU (SE).

Associação de PMs entrou com ação por danos morais após incidente em show

A Associação dos Militares de Aracaju (SE) decidiu entrar com ação por danos morais contra a cantora Rita Lee. Alguns policiais militares se sentiram ofendidos com as palavras ditas pela artista durante tumulto em um show do Festival de Verão, ocorrido na cidade no dia 29 de janeiro. Cerca de 40 policiais assinam a denúncia contida na ação. Eles pediram R$ 20 mil de indenização, cada um. Com isso, o valor total da ação chega a R$ 800 mil.

A confusão ocorreu quando dois policiais abordavam algumas pessoas que assistiam ao show e estariam fumando maconha, o que incomodou a cantora. A roqueira chegou a chamar os agentes de "cachorros" e "cafajestes". Ela foi detida após a apresentação por desacato à autoridade.

De acordo com a associação, a cantora poderá ter que desembolsar um valor ainda mais alto que os R$ 800 mil, caso outros 70 seguranças, que também trabalhavam no evento, também decidam entrar com ação.

Em depoimento à polícia logo após a prisão, Rita Lee disse que agiu por emoção e se ofendeu com a atitude dos militares no último show de sua carreira. O caso deverá ser decidido agora na Justiça.

Fonte: policiadobrasil.blogspot.com

JUSTIÇA OBRIGA ESTADO DE SERGIPE A AMPLIAR NÚMERO DE POLICIAIS EM TOBIAS BARRETO.

A pedido das 1ª e 2ª Promotorias de Justiça de Tobias Barreto, representada pelos Promotores de Justiça, Dr. Nilzir Soares Vieira Júnior e Dr. Alonso Gomes Campos Filho, o Poder Judiciário Sergipano deferiu o pedido Liminar pleiteado e determinou que o Estado de Sergipe, representado na pessoa do Secretário Estadual de Segurança Pública e do Superintendente da Polícia Civil, proceda, no prazo de 20 (vinte) dias, a lotação de 01 (um) Delegado de Polícia, 01 (um) Escrivão e 04 (quatro) agentes da Polícia Civil no Município de Tobias Barreto.

Os novos servidores públicos deverão prestar regular serviço de Polícia Judiciária no referido Município, sob pena de multa diária e pessoal, suportada respectiva e conjuntamente pelo Estado e seus representantes acima citados.

Ficou comprovado, nos autos da ACP, que o atual quadro de servidores da polícia judiciária em Tobias Barreto era insuficiente para o desempenho do mister constitucional, causando transtornos à população local. O MP entendeu que a situação acarretava grave prejuízo à apuração dos lícitos ali ocorridos, bem como revela agressão ao princípio da eficiência.

De acordo com o Juiz de Direito, Dr. Pablo Moreno Carvalho da Luz, o direito sustentado pelo órgão ministerial é aparente, provável e palpável. “O direito à segurança constitui direito humano fundamental, de assento constitucional e, assim, de cumprimento intangível pelo Estado. Concedo o pleito liminar a fim de assegurar à comunidade tobiense a efetiva fruição de tal direito” assegurou o magistrado na Decisão.

Fonte: MP/SE (Mônica Ribeiro)