quinta-feira, 26 de setembro de 2013

AMESE OFICIA COMANDANTE GERAL DA PMSE SOBRE A MUDANÇA DA ESCALA DE SERVIÇO DOS POLICIAIS MILITARES.


Na manhã desta quinta-feira, dia 26, a AMESE, através do seu presidente Sargento Jorge Vieira, oficiou o Comandante da Polícia Militar do Estado de Sergipe, Cel. Maurício Iunes, mostrando o descontentamento dos policiais militares com a nova escala de serviço implantada na corporação, principalmente com uma escala extraordinária de 4 horas no 2º dia de folga, correspondente ao período noturno, sob a alegação de que o policial militar deveria 4 horas de trabalho semanais ao Estado de Sergipe.

Ocorre que, inexiste na corporação a definição de uma carga horária para os policiais militares, que ficam a mercê de serem empregados em escalas que criam jornadas de trabalho administrativas, sem contar ainda que ao longo dos anos, o livre emprego da tropa ocasionou perdas históricas de supostas horas-extras trabalhadas, sendo o Estado de Sergipe, até a presente data, o verdadeiro devedor trabalhista da classe militar.

A AMESE espera que tal escala possa ser analisada e revista pelo Cel. Iunes, visto que, a permanência desta formatação não vai contribuir em nada para uma melhora da segurança pública, mas sim, leva o policial militar a uma sobrecarga ainda maior de trabalho, fato que já vem ocorrendo face ao baixo efetivo e a não perspectiva de um concurso tão cedo.

5 comentários:

  1. Não são 4h e sim 6h, e o pior colocam a gente pra atender ocorrencia em uma area desconhecida, sem direito a nenhum lanche e a mercê da vontade deles, se ao menos fosse uma operação, mas é para atender de forma ruim a sociedade.

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  2. Neste caso, nos podemos entrar na justiça para receber as horas excedentes que trabalhávamos quando a escala era 2/4, sem falar nas horas abusivas das antigas escalas extras.

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  3. Na escala 2/4 se trabalhava 72 horas semanais sem falar nas extras, que eram de forma indiscriminada.

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  4. E os últimos cinco anos ?26 de setembro de 2013 22:30

    Eu já fiz esta afirmação aqui: Nos últimos cinco anos com base neste parâmetro do insipiente Coronel Jackson é o estado que nos deve, a cada um PM, mais de 1300 horas extras . Basta saber que nos últimos cinco anos quatro destes foram na Escala 1 x 3 ou 24 x 72. Nem entrarei no mérito das escalas extras deste período . Só a escala ordinária . O que acontece é uma visão incorreta e ilegal do Comandante do CPMC sobre alegar que devemos ao Estado horas de trabalho . Ele não é menino e o que está por trás disto é o baixo efetivo e sua ambição de chegar ao comando da PMSE nem que para isto leve a tropa a exaustão . Também não se enganem, pois o Coronel Jackson não fez este absurdo escravocrata sem a devida permissão do Coronel Iunes que por sua vez obedece ao governo e terá a devida proteção da Justiça Militar para esfolar praças que por insatisfação reclamem desta situação .

    É no que dá não ter carga horária definida, pois o patrão na cara mais lavada e mal intencionada diz que o trabalhador lhe deve horas de trabalho. Isso acontece nas fazendas de trabalho escravo onde o trabalhador (escravo) é sempre devedor na caderneta do patrão (senhor de engenho, Estado) .

    Proponho a AMESE que com base nas declarações do Coronel Jackson e nesta escala de serviço (escravidão) represente seus associados na justiça pedindo horas-extras e adicional noturno dos últimos cinco anos trabalhados de todos os Policiais Militares de Sergipe. Eles estão dizendo que nós temos jornada de trabalho sem base alguma, mas já que estão dizendo vamos aproveitar a deixa .

    Sabem que ri à toa com tudo isto ?

    São os delegados da Polícia Civil que trabalham para crescer sua instituição e destacá-la na segurança pública. Antes até davam uma sabotada aqui e ali como nos casos do Estande de Tiro e TCO, mas agora não precisam fazer mais nada para diminuir a PMSE, pois o coronel Jackson e seus mestres irão acabar com a PMSE até o fim dessa gestão .
    Governo da Esperança, transformou-se no maior estelionato político da história de Sergipe .

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    Respostas
    1. A solução virá da alto destruição que está próxima.

      Não precisa fazermos nada, nada mesmo, movimento nenhum, nada que possa dar margem à promotoria militar realizar a tarefa mais fácil e eficiente que é esfolar praças que gritam para acabar com os sucessivos calvários.

      Não façam nada praças, cabe somente a AMESE intervir e levar a demanda até às instâncias internacionais se for o caso. Não se contentem com as decisões da justiça de Sergipe, pois sabemos.

      E venho fazendo meu trabalho há muitos anos, sempre usando o juízo, pena que tem muito praça cabeça vazia, que é alimentado pela ideologia do brio da operacionalidade, colocando na cabeça a ideia do supereroi.

      A desmilitarização virá, e virá pela auto-destruição, resultado das beldades administrativas de anos e anos dos nossos. Sabemos.

      Quem tiver juízo leia e faça a sua compreensão, eu tenho a minha.

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