“As escadas de emergência são vias seguras e projetadas para essa finalidade. A primeira opção e mais indicada para o combate é a utilização das escadas e dos equipamentos preventivos da própria edificação, como aconteceu nesse combate de forma eficiente, indo até a base do foco devidamente equipados e protegidos. A APA joga água de fora e não atinge na maioria das vezes a base do que está sendo queimado. Dessa forma, seria jogada uma grande quantidade de água, maior que o necessário, que causaria ainda mais estragos, além dos causados pelo fogo. A APA é indicada em outras situações de incêndio e como último recurso para o resgate de pessoas, pois sendo uma operação em altura envolve outros riscos, o que também neste caso não foi necessário, já que a evacuação ocorreu em segurança também pelas escadas”, esclareceu o tenente-coronel Morais.
A corporação informa ainda que a APA passa por manutenções periódicas previstas contratualmente e foram realizadas em 2025, conforme cronograma previsto. Um problema em um sensor da viatura foi detectado e a empresa responsável pela manutenção já foi contatada e informou que até o fim de semana será feito o reparo.
ASCOM/CBMSE

Nenhum comentário:
Postar um comentário